Na ruminotomia, a síntese da parede do órgão é uma etapa importante para prevenir o extravasamento
de conteúdo e consequente contaminação da cavidade abdominal. Uma opção para a sutura da parede ruminal
seria:
O Herpesvírus bovino-5 (BoHV-5) é uma cepa altamente neurotrópica de herpervírus bovino, causa
meningoencefalite necrosante, ocorre de forma esporádica ou em surtos e afeta bovinos jovens e submetidos
a situações de estresse. Com relação ao diagnóstico da infecção por BoHV-5 em bovinos, é CORRETO afirmar
que
A Rhodococcus equi (previamente Corynevacterium equi) é considerado o principal agente causador de
pneumonia grave em potros, além de ocasionar perdas econômicas consideráveis à equinocultura com o
tratamento. O diagnóstico da infecção por Rhodococcus equi em potros pode ser realizado pelo
A insuficiência mitral, frequentemente causada por degeneração mixomatosa da valva mitral, é uma das
cardiopatias adquiridas mais comuns em cães de pequeno porte. Esses pacientes apresentam uma sobrecarga
volumétrica progressiva do átrio esquerdo e do ventrículo esquerdo, com regurgitação de sangue durante a
sístole. Durante a anestesia, alterações hemodinâmicas podem impactar diretamente o volume de fluxo
regurgitante e a estabilidade clínica do paciente. Considerando os princípios de fisiopatologia da regurgitação
mitral e os objetivos anestésicos para cães com essa condição, a conduta anestésica indicada é
A fase de recuperação da anestesia geral inalatória em equinos representa um dos momentos de maior
risco durante o período perianestésico, dada a associação de instabilidade fisiológica residual, retorno
progressivo da consciência e propensão a movimentos intempestivos. Sabe-se que o tempo de eliminação de
anestésicos inalatórios pode se estender, sendo desejável que o animal permaneça inicialmente em decúbito
esternal antes de tentar levantar-se, minimizando riscos de lesões musculoesqueléticas, neuropatias e
miopatias. Intervenções farmacológicas na fase de recuperação anestésica, podem melhorar significativamente
a qualidade do despertar, desde que respeitadas as características farmacodinâmicas e hemodinâmicas dos
fármacos utilizados. Nesse cenário, o fármaco indicado para auxiliar na qualidade da recuperação anestésica
é
Durante uma laparotomia exploratória, um equino, 6 anos, 540 kg, foi mantido sob anestesia geral
inalatória com isoflurano em ventilação mecânica e FiO2 de 70%. Após 40 minutos de cirurgia, a gasometria
arterial revelou os seguintes dados: pH: 7,28; PCO₂: 68 mmHg; HCO₃⁻: 29 mEq/L; PaO₂: 110 mmHg. Com
base nesses resultados, o distúrbio ácido-base primário e o mecanismo compensatório esperado são,
respectivamente,
No manejo da dor aguda ou crônica, especialmente no contexto perioperatório, é importante
compreender as características farmacológicas dos opioides. Embora a maioria dos opioides exerça seu efeito
primariamente como agonistas de receptores μ (mu), alguns têm a capacidade de interagir com receptores
NMDA, o que pode auxiliar no controle da sensibilização central. O opioide agonista completo de receptores μ
e que também exerce ação antagonista NMDA é
Durante o monitoramento invasivo da pressão arterial, é essencial garantir que o sistema de medição
esteja adequadamente calibrado e funcionando corretamente. Um dos testes utilizados para essa finalidade é
o teste da onda quadrada, também conhecido como teste de resposta dinâmica de pressão. A presença de
subamortecimento (underdamping) ou sobreamortecimento (overdamping) pode comprometer a fidelidade da
medida de pressão arterial, levando a erros clínicos. Alterações no sistema, como presença de bolhas de ar,
obstrução do cateter e tubulação de pressão excessivamente complacente levam ao
Em relação à implementação de protocolos de classificação de risco nos serviços de urgência do SUS,
de acordo com a Política Nacional de Humanização, analise as afirmações:
I. O protocolo deve ser adaptado à realidade local, respeitando fluxos, recursos e perfil epidemiológico da
população atendida.
II. A utilização de protocolos substitui a escuta qualificada, pois os critérios técnicos são suficientes para
garantir o atendimento humanizado.
III. A estratificação de risco visa otimizar o tempo-resposta para casos graves, evitando que usuários com
menor risco ocupem prioridade indevida.
IV. A capacitação contínua da equipe é fundamental para aplicação segura e ética da classificação de risco.
Nos serviços de urgência do SUS, o acolhimento com classificação de risco deve estar alinhado à
Política Nacional de Humanização (PNH), considerando postura, prática e ambiência. Com base nas diretrizes
do Ministério da Saúde, considera-se que