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Foram encontradas 60 questões.

O gráfico abaixo representa a distribuição do nível de escolaridade dos trabalhadores de uma empresa.
Enunciado 1575929-1
A média salarial dos funcionários de nível fundamental é de R$ 1.200,00, a média dos de nível médio é de R$ 1.600,00 e média dos de nível superior é de R$ 3.000,00.
Analise as afirmações a seguir, segundo os dados acima, e assinale a incorreta.
 

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1571776 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Os bens tangíveis sofrem perdas de valor pelo uso, pela ação da natureza e por obsolescência. O registro contábil que contempla esta perda é:
 

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1569219 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Correlacione os tipos de contas citados abaixo e suas respectivas funções.
1) Despesas Administrativas ( ) Conta de Ativo Circulante
2) Duplicatas a Pagar ( ) Conta de Resultado
3) Duplicatas a Receber ( ) Conta de Passivo
4) Móveis e Utensílios ( ) Conta do Patrimônio Líquido
5) Capital Social ( ) Conta de Ativo Imobilizado
A sequência correta de cima para baixo é:
 

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1569149 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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No caso de um lançamento que foi efetuado erroneamente em sua totalidade, a sua correção deve ser efetuada:
 

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1543758 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Identifique abaixo uma receita corrente por mutação patrimonial:
 

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1538010 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A aquisição de um terreno para a construção da sede de uma entidade púbica é classificada como uma despesa orçamentária:
 

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1526750 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Tomando-se por base a equação fundamental do patrimônio, composta pelos elementos A = ATIVO, P = PASSIVO e PL = PATRIMÔNIO LIQUIDO, aponte a situação abaixo que representa um passivo a descoberto.
 

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João e Maria praticam taekwondo com o mesmo treinador e no mesmo horário. João treina a cada 4 dias e Maria a cada 6 dias. Em certo mês, com 31dias, João treinou no dia 1 e Maria no dia 3. Em quantos dias desse mês os dois treinaram juntos?
 

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No Microsoft PowerPoint 2010, quando se deseja alterar os dados de um gráfico na apresentação, podese fazê-lo em “Ferramentas de Gráfico”, na guia “Design”, no grupo “Dados”, clicando-se em “Editar Dados”. Numa janela separada, um outro programa do Microsoft Office é aberto, apresentando os dados a serem editados. Indique a alternativa que apresenta o nome do referido programa.
 

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A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Considerando as regras de concordância verbal, assinale a alternativa cujo enunciado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua.
 

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