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Foram encontradas 80 questões.

1606560 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Das frases de domínio público abaixo, quais reforçam os princípios das barreiras atitudinais?
1) Em terra de cego quem tem olho é rei.
2) Surdo como uma porta.
3) O preconceito é a pior de todas as deficiências.
4) Mais perdido que cego em tiroteio.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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1606405 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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No processo de intervenção fonoaudiológica nas disortografias, vários objetivos específicos são propostos para alcançar a adequação da ortografia, a depender de diversos fatores, dentre eles, tipos de alterações ortográficas e escolaridade da criança. Dentre os objetivos abaixo, assinale o objetivo específico para a adequação da ortografia:
 

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1596251 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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No que concerne aos Núcleos de Acessibilidade nas IFES, o Documento Orientador Programa Incluir- Acessibilidade na Educação Superior (MEC/ SECADI/ SESu-2013) tem como principal objetivo:
 

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1575319 Ano: 2016
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Nos termos da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão), o termo 'barreiras atitudinais' é definido como:
 

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1575051 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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As produções escritas de surdos apresentam características de aquisição similares às de segunda língua das línguas orais. A teoria da interlíngua vem sendo utilizada para a análise da escrita de aprendizes surdos, tendo como um dos fenômenos a estabilização de certos estágios do processo de aquisição, denominado:
 

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1554974 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Ao refletir sobre a interface da Fonoaudiologia com a inclusão social, o Fonoaudiólogo educacional, que atua dentro de uma instituição de ensino, vem ampliando sua concepção por meio de diferentes possibilidades epistemológicas, filosóficas, metodológicas que tem contribuído para diferenciar a atuação fonoaudiológica educacional da fonoaudiologia clínica, fragmentada e tecnicista. Relacione as sentenças de acordo com as visões abaixo descritas.
1) Fonoaudiologia clínica com visão fragmentada, tecnicista
2) Fonoaudiologia educacional com visão ampliada
( ) define os diagnósticos dos transtornos de linguagem escrita por avaliação da ortografia e da produção textual.
( ) reflete sobre os índices educacionais, em diversos aspectos como, por exemplo, as formas de organização social e familiar relacionadas aos critérios de inclusão e exclusão e aos determinantes socioeconômicos.
( ) valoriza a escuta e a participação da comunidade escolar no processo de escolha de práticas a serem adotadas.
( ) reflete a educação como um campo específico de atuação de conhecimento técnico sobre critérios normatizadores de classificação e da realização de triagens, diagnósticos e encaminhamentos.
( ) compreende a articulação entre as dimensões individual/singular e coletiva.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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A face negativa da norma culta
1. Há tempos que os trabalhos no campo da linguística brasileira têm como uma de suas principais preocupações os modos de ensino da norma culta da Língua Portuguesa. Vista como símbolo do bem-falar, a norma culta é amplamente defendida como a “variedade linguística de maior prestígio social”, assim descrita na maioria das gramáticas. Nesse sentido, o ensino de português, de um modo geral, tem se pautado na transmissão das regras subjacentes a essa norma. As gramáticas e os livros didáticos, além de darem continuidade a um comércio editorial, que se diz capaz de oferecer essa “arte do bemfalar” aos incapazes de adquiri-la socialmente, em suas atividades linguísticas cotidianas, apenas reforçam a ideia absurda de que a norma culta é a única aceitável, e quem não souber dominá-la será excluído do conjunto dos indivíduos que “sabem falar português”.
2. Essa ideia de supervalorização da norma culta e de sua superioridade sobre as outras variedades passou a ser senso comum na sociedade, gerando, assim, uma onda de preconceito e intolerância, já que se subentende que qualquer uso que fuja à norma será considerado “inferior e desprestigiado”. O livro “Preconceito e intolerância na linguagem”, da professora Marli Quadros Leite, abordou esse problema e constatou a ocorrência de intolerâncias, sobretudo, em discursos da imprensa escrita. [...]
3. A primeira reflexão trazida por Leite é a de que o preconceito contra a linguagem não é apenas linguístico, mas também social e político. Por meio das análises feitas, é possível perceber, por exemplo, o preconceito e a intolerância contra o povo nordestino, mostrados, principalmente, por habitantes das regiões Sul e Sudeste. [...] Fica evidente que os argumentos daqueles que têm preconceito contra a linguagem do nordestino baseiam-se na ideia de que se trata de uma linguagem “errada”, utilizada por pessoas de baixo prestígio social e que “não sabem falar o português”. Esse tipo de pensamento tem – em grande parte – origem na distinção entre norma culta e norma popular, na negação de outras variedades linguísticas e na ignorância de que a língua é um fenômeno social e, inevitavelmente, variável.
4. As análises dos gêneros feitas por Leite são de grande valia aos estudos sobre preconceito e intolerância contra determinadas variedades linguísticas, mas sua abordagem sobre a ocorrência desses fenômenos na escola é, sem sombra de dúvidas, o que coroa sua obra, visto que, além da influência da sociedade em geral, a escola (infelizmente) tem sido a grande incentivadora do preconceito e da intolerância linguísticos. A insistência da escola em ensinar, de forma supervalorizada, as regras gramaticais – às vezes, sem levar em consideração as variedades linguísticas dos alunos – cria na mente dos estudantes a ideia de que a norma culta é a que “reina” na sociedade. Isso gera uma atitude corretiva do indivíduo consigo mesmo – num “policiamento linguístico” – e de um indivíduo para com outro – numa posição soberba e acusadora a que subjaz o pensamento: “Você fala errado! Eu estudo e falo certo, logo, eu posso corrigir seu erro”.
5. Essa é a face negativa da norma culta. Essa falsa superioridade e desprezo sobre as outras variedades linguísticas, o que, infelizmente, gera o preconceito e a intolerância, não apenas contra a linguagem de quem faz uso de outras normas, mas contra a própria pessoa. O uso e o ensino da norma culta são, sem dúvida, essenciais. Ela deve ter, sim, seu lugar na sociedade e na escola, de forma que todos possam ter a capacidade de comportar-se linguisticamente de forma adequada em cada situação comunicativa. O que se torna necessário, como conclui Leite, é que as pessoas não julguem umas às outras pela linguagem de que fazem uso, mas que haja o respeito, a tolerância, a aceitação e a valorização de todas as normas linguísticas, pois todas, igualmente, são válidas e essenciais à vida da comunidade linguística.
Talita Santos Menezes. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/a-face-negativa-da-norma-culta/118492. Acesso em 05/09/2016. (Adaptado).
Considerando o objetivo central pretendido pelo Texto, identifique o fragmento que, por seu conteúdo, assume inteira relevância no texto:
 

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1547411 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Algumas alterações ortográficas são comuns nas séries mais elementares. Dentre elas, há as alterações denominadas “apoio a oralidade”, como, por exemplo, as palavras:
 

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1540494 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Reconhecer as características, presentes em diferentes gradações no mundo emocional da pessoa superdotada, favorece a atuação do profissional junto às pessoas com perfil típico de superdotação. Dentre essas características, temos:
1) o perfeccionismo; a perceptividade; a necessidade de entender; a necessidade de estimulação mental.
2) a necessidade de precisão e exatidão; o senso de humor; a sensibilidade e empatia; a intensidade.
3) a perseverança; a autoconsciência; a não conformidade; o questionamento da autoridade; a introversão.
4) o perfeccionismo; o esquecimento; a avareza.
Estão corretas, apenas:
 

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1536653 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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No que se refere à linguagem em crianças com Transtorno do Espectro Autista, é correto afirmar que:
 

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