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Com base no texto a seguir, responda a questão.
Olho na anticompetência
Anticompetência é uma expressão nova na gestão de carreira para um problema antigo. No caso, um comportamento ou uma característica pessoal ruim que possa ofuscar as qualidades profissionais.
Uma pesquisa realizada pela Lominger-Korn / Ferry, empresa de desenvolvimento de liderança, detectou 19 comportamentos que podem prejudicar a carreira. Todos com características negativas que podem ser identificadas e corrigidas. O desafio está em encontrá-las. “É preciso um constante trabalho de auto-conhecimento e feedback, para que alguém assuma suas anticompetências”, diz Márcia. “Todo profissional tem seu calcanhar-de-aquiles. O problema é admitir”, diz Werner Kugelmeier, diretor da W K Prisma, empresa de treinamento empresarial, e coach de executivos há seis anos.
A seguir, as cinco anticompetências mais comuns no mundo corporativo, por ordem de incidência, de acordo com o levantamento da Lominger-Korn/Ferry. Descubra quais são as suas e comece já a enfrentá-las.
1. Administração em excesso. Confiar na própria capacidade é uma qualidade. Em excesso, pode causar dificuldades para trabalhar em equipe. A pressão corporativa tende a estimular esse problema, já que as pessoas têm medo de errar. Quem não detecta isso a tempo pode comprometer a produtividade do time. Um administrador excessivo não potencializa as competências do grupo. Se esse é o seu caso, que tal escolher tarefas para distribuir ao time? Aumente a dose aos poucos. Assim, vai tomando confiança e quando perceber estará delegando mais.
2.Insensibilidade ao outro . Não deixar as pessoas à vontade ou não prover condições de aprendizado é uma anticompetência relacionada à insegurança. Um líder assim pode ser um problema, já que, por desconhecer a equipe, barra promoções e não consegue identificar sucessores. A hostilidade acaba afastando as pessoas e prejudicando os resultados da área. Não deixe de dar atenção às ações dos outros em relação às suas atitudes.
3. Postura defensiva. Ninguém gosta de críticas. Uma postura defensiva em relação a elas, porém, não resolve nada. “Melhor um feedback negativo em tempo do que uma demissão por incompetência”, adverte Werner.
4. Arrogância. Insegurança também é a base aqui. Valorizar-se demais e contar vantagem é uma defesa às próprias fraquezas. “Um arrogante, em geral, não tem conteúdo para justificar a imagem que vende de si”, diz Werner. Poucas pessoas são capazes de admitir esse defeito, mas, se lá no fundo você sabe que sofre desse mal, cuide do ego e avalie suas deficiências. De-pois, observe as habilidades das pessoas ao seu redor, valorizando o que cada uma tem para colaborar no seu desenvolvimento.
5. Excesso de dependência de um único talento. “Em tempos de mudança não basta ser bom em uma coisa só”, diz Márcia, da Korn / Ferry. Essa anticompetência está muito relacionada ao sistema de ensino, que induz o profissional a desde cedo focar nas habilidades natas. Os efeitos podem ser desastrosos. Se o profissional for colocado em um cargo para o qual não está pre-parado, suas deficiências estarão mais expostas e sua imagem pode ser prejudicada.
(Avediani, Renata. Você S/A .abril de 2008, p.70-71)
A palavra / expressão de valor coesivo que anuncia nova parte do texto é
 

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1634737 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
O esquema abaixo representa o ciclo da água na natureza. Observe se nele ocorre um fenômeno idêntico a um dos processos de separação de mistura.
Enunciado 1634737-1
Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que corresponde a esse processo.
 

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1629867 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Qual dos termos abaixo se refere ao esquema de armazenamento de dados, que utiliza múltiplos discos rígidos com o intuito de compartilhar ou replicar dados?
 

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1629796 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
Sobre as regências nominal e verbal, são feitas as seguintes afirmações:
I - os usos de “a”, antes de “a um experimento”, no 1º parágrafo, e antes de “ampla”, no 4º parágrafo, constituem casos de regência verbal e nominal, respectivamente.
II - os usos de “a”, em “ao aparecimento” e em “a um experimento”, no 1º parágrafo, constituem casos de regência nominal.
III – os de “à”, antes de universalização, no último parágrafo, e de “a”, antes de “reforma educacional”, no 1º parágrafo, constituem casos de regência nominal.
Está(ão) corretas:
 

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1629781 Ano: 2008
Disciplina: Nutrição
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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São considerados indicadores diretos do estado nutricional da população:
 

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1629678 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Calcule a contribuição máxima estimada em litros por segundo, com base em parâmetros convencionais, de uma comunidade fictícia, a partir das informações apresentadas a seguir,
- população atual : 8.640 hab,
- consumo per capita: 200 l/hab.dia,
- coeficiente de reforço: K1.K2 = 2,0,
- relação esgoto/água: 0,80,
- taxa de infiltração: 0,0005 l/s.m,
- extensão da rede (etapa única): 16 km,
- contribuição industrial atual: 259\( m^3 \)/dia (descarga regularizada ao longo do dia).
A alternativa correta é:
 

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1629606 Ano: 2008
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Dois itens são importantes antes de proceder o embalsamamento:
 

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1629438 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
As superfícies fixas (pisos, paredes, tetos, portas, mobiliários e demais instalações) não representam risco significativo de transmissão de infecções na área hospitalar. É desnecessária a desinfecção rotineira de superfícies, a menos que haja depósito ou respingo de matéria orgânica. Os locais que contêm matéria orgânica podem causar riscos a pacientes e profissionais de saúde. Assim, necessitam de descontaminação, antes ou juntamente com a limpeza, procedimento no qual há necessidade de se usar EPI (luvas de borracha e botas de polietileno). Representa o fluxo de procedimentos de desinfecção e descontaminação de superfícies com presença de matéria orgânica, EXCETO:
 

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1629352 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Dentre os grandes responsáveis pela degradação mental, podem ser destacados:
 

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1629308 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Qual a massa de carbonato de sódio (substância primária) necessária para preparar 5 litros (5 L) de uma solução 0,1 molar (0,1 M) de carbonato de sódio \( (Na_2CO_3) \) ?
Dado: Massa Molar \( (Na_2CO_3) \) = 106 \( g.mol^{-1} \)
 

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