Foram encontradas 100 questões.
Um quadro tem a forma retangular de 1,2 m de largura por 2,0 m de comprimento. Um outro quadro retangular tem 0,75 m de largura e a mesma razão entre a largura e o comprimento do primeiro quadro. Assim, o perímetro do segundo quadro é igual a
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As afirmações a seguir referem-se à conversão entre unidades de medida de comprimento, área, capacidade, massa e tempo.
I. 65 m = 0,65 km
II. 78,2 m2 = 78 m2 e 20 dm2
III. 0,08 m3 = 8 litros
IV. 758 mg = 75,8 g
V. 2,36h = 2h 36 min
A única afirmação correta é
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Pedro e Paulo gostam muito de ler. Pedro tem, hoje, 45 livros, e Paulo tem 18 livros. Se todos os meses Pedro comprar 4 livros e Paulo comprar 10, e se não se desfizerem de nenhum, é correto concluir que Paulo terá uma quantidade de livros igual ao dobro da quantidade de Pedro após
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Um recipiente tem a capacidade de 24 000 litros e tem água correspondente a \( \dfrac{5}{8} \) dessa capacidade. Será lançado um produto químico em pó que deve ser diluído à razão de 3 pacotes para cada 500 litros de água. Desse modo, o número de pacotes necessários para a água existente no recipiente é igual a
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Tereza fez um exame para verificar o nível de triglicérides em seu sangue e constatou que estava muito alto: 300 mg/dL. Após fazer um tratamento médico, fez um segundo exame e verificou que esse número havia diminuído em 20%. Meses depois, em um terceiro exame, verificou que o valor havia diminuído 25% em relação ao segundo exame. O valor indicado no terceiro exame, em mg/dL por litro, foi de
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Leia o Poema de Paulo Leminski para responder à questão abaixo.
A lua no cinema
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava para ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
– Amanheça, por favor!
Para responder à questão abaixo, observe a figura, reprodução de cena antológica do filme de Spielberg, na qual o menino Elliot e seus amigos ajudam o ET a escapar dos agentes governamentais fugindo em bicicletas voadoras.
Uma imensa lua cheia e azulada figura como pano de fundo da cena.

(cinepipocacult.com.br. acesso em 23.12.2019)
Considerando que a lua está presente tanto no poema, como na cena, é correto afirmar que
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Leia o Poema de Paulo Leminski para responder à questão abaixo.
A lua no cinema
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava para ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
– Amanheça, por favor!
Observa-se entre os versos destacados na última estrofe uma relação de sentido de
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Leia o Poema de Paulo Leminski para responder à questão abaixo.
A lua no cinema
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava para ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
– Amanheça, por favor!
Assinale a alternativa em que a frase, elaborada a partir do poema, apresenta pontuação correta, de acordo com a norma-padrão.
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Leia o texto para responder à questão abaixo.
Vá ao cinema para entender economia
Ainda é controversa a tese de que o cinema seria capaz de antecipar tendências ou organizar psicologia coletiva em histórias de ficção bem amarradas. Mas, se considerarmos que ao menos existem pistas nos filmes, os que ganharam o coração do público e o respeito da crítica em 2019 indicam que as discussões sobre a economia tendem a ir muito além de dados oficiais como PIB, IPCA e índices de bolsas.
Ninguém nega que lateja uma insatisfação, já que reações pipocam pelo mundo, cada qual com seu estopim. Chilenos, equatorianos e franceses vão às ruas por discordarem de medidas adotadas pelos governos. A safra de filmes mais comentados no ano sugere que haveria um elo entre tantos atos dispersos. Coringa (EUA), Bacurau (Brasil), Parasita (Coreia do Sul) retratam um crescente e tenso distanciamento entre a imensa parcela da população e as instituições que deveriam representá-la. De fato, o Estado, os partidos, os empresários bem-sucedidos e até a mídia habitam uma bolha.
O grupo de esquecidos fica à margem, em resignado silêncio, submetido a provações financeiras. Coringa é o perturbado palhaço com boas intenções na recessão de Gotham City. Em Bacurau, um caminhão leva água ao cangaço de uma Bacurau empobrecida. Em Parasita, os desempregados na deslumbrante Coreia do Sul forjam currículos em busca de trabalho que lhes dê um lugar ao sol nas engrenagens do capitalismo. Tudo seguiria seu curso não fosse uma inesperada fagulha que os obrigasse a reagir – não raro com extrema violência. O recado que o cinema está dando é que o mundo continuará concentrando renda e criando conglomerados privados, em um ambiente de baixo crescimento, redução de oferta de vagas e restrição de amparo estatal. Quem cuida do dinheiro destinado à política pública precisa entender que há um limite para o sacrifício das classes médias – e que podemos estar muito perto desse limite.
(Revista da Folha, 15.12.2019. Adaptado)
De acordo com o contexto do parágrafo, é correto afirmar que a palavra
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Leia o texto para responder à questão abaixo.
Vá ao cinema para entender economia
Ainda é controversa a tese de que o cinema seria capaz de antecipar tendências ou organizar psicologia coletiva em histórias de ficção bem amarradas. Mas, se considerarmos que ao menos existem pistas nos filmes, os que ganharam o coração do público e o respeito da crítica em 2019 indicam que as discussões sobre a economia tendem a ir muito além de dados oficiais como PIB, IPCA e índices de bolsas.
Ninguém nega que lateja uma insatisfação, já que reações pipocam pelo mundo, cada qual com seu estopim. Chilenos, equatorianos e franceses vão às ruas por discordarem de medidas adotadas pelos governos. A safra de filmes mais comentados no ano sugere que haveria um elo entre tantos atos dispersos. Coringa (EUA), Bacurau (Brasil), Parasita (Coreia do Sul) retratam um crescente e tenso distanciamento entre a imensa parcela da população e as instituições que deveriam representá-la. De fato, o Estado, os partidos, os empresários bem-sucedidos e até a mídia habitam uma bolha.
O grupo de esquecidos fica à margem, em resignado silêncio, submetido a provações financeiras. Coringa é o perturbado palhaço com boas intenções na recessão de Gotham City. Em Bacurau, um caminhão leva água ao cangaço de uma Bacurau empobrecida. Em Parasita, os desempregados na deslumbrante Coreia do Sul forjam currículos em busca de trabalho que lhes dê um lugar ao sol nas engrenagens do capitalismo. Tudo seguiria seu curso não fosse uma inesperada fagulha que os obrigasse a reagir – não raro com extrema violência. O recado que o cinema está dando é que o mundo continuará concentrando renda e criando conglomerados privados, em um ambiente de baixo crescimento, redução de oferta de vagas e restrição de amparo estatal. Quem cuida do dinheiro destinado à política pública precisa entender que há um limite para o sacrifício das classes médias – e que podemos estar muito perto desse limite.
(Revista da Folha, 15.12.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, corretamente, de acordo com a conjugação verbal, a frase:
Tudo seguiria seu curso ...
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