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Foram encontradas 669 questões.

2447723 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Uma fonte de financiamento do déficit público é a emissão monetária, ou expansão base monetária, cujo monopólio é do governo. A receita que o governo obtém com o aumento da base monetária é definida como “senhoriagem”. O aumento da base monetária ocorre, em parte, para atender ao aumento dos encaixes reais, em função do crescimento e do aumento das transações econômicas, e em parte para atender as necessidades oriundas do aumento da inflação. Este último componente da senhoriagem pode ser interpretado como um imposto inflacionário que incide sobre a sociedade. No Brasil, no período da hiperinflação esse imposto chegou a 14% do PIB. Assim, a inflação poderia reduzir o déficit público desde que o governo antecipe (ou indexe) sua receita tributária e adie seus pagamentos, reduzindo o valor real dos gastos. Esse fenômeno, estudado na literatura de finanças públicas é conhecido como:

 

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2447722 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A principal forma de financiamento dos gastos públicos é a receita tributária. No Brasil a receita tributária dos três níveis de governo é estruturada no Sistema Tributário Nacional, o qual foi aprovado na Constituição Federal de 1988. Apesar de várias emendas ocorridas desde então, existe um consenso de que esse Sistema é ineficiente e impõe uma carga tributária excessiva aos contribuintes. Segundo os especialistas esse sistema requer uma profunda reforma, a qual vem sendo discutida há pelo menos 17 anos. Se essa reforma ocorrer, qual(is) é(são) o(s) parâmetro(s) essencial(is) que deve(m) nortear um novo Sistema?

 

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2447721 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Na ocorrência de déficit nominal nas contas públicas, indicando que o governo gastou mais (incluindo as despesas financeiras) do que as suas receitas totais, será necessário financiar esse déficit através da captação de recursos junto ao setor privado, ou a instituições multilaterais internacionais. Essas operações de captação, que podem ser através de empréstimos ou pela emissão de títulos vão aumentar o estoque da dívida pública. Dessa forma, uma questão crucial é avaliar se a dívida não está crescendo além da capacidade de pagamento do país, ou seja, avaliar se a dívida é sustentável ao longo do tempo. Usualmente, essa avaliação é feita calculando-se a relação entre o estoque da dívida e o PIB e acompanhando-se essa relação ao longo do tempo. Pode-se afirmar que a dívida pública é sustentável se

 

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2447720 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

O prolongado impasse sobre a crise financeira dos governos europeus ressalta a importância de se executar uma Política Fiscal equilibrada e responsável. Assim, é importante que a sociedade (cidadãos e investidores) possa acompanhar os resultados dessa política, através de indicadores adequados. No caso do Brasil, a Lei de Responsabilidade estabelece metas anuais para o déficit (ou superávit) primário, que é a diferença entre os Gastos não financeiros e as Receitas não financeiras. Uma medida mais rigorosa de equilíbrio fiscal é o déficit (ou Superávit) nominal, que resulta da soma do déficit primário com as despesas financeiras (pagamento de juros sobre a dívida e outros encargos) do Governo. Pode-se afirmar que, no Brasil, o setor público

 

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2447719 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

O orçamento público é o instrumento pelo qual o governo expressa e atende às demandas da sociedade por serviços públicos, tais como: educação, saúde, segurança, infraestrutura, redução da pobreza, dentre outras. Tendo em vista que essas demandas evoluem ao longo do tempo, seja pelas mudanças demográficas, seja pelo próprio desenvolvimento econômico, é desejável que o orçamento tenha um grau adequado de flexibilidade para se ajustar a essas mudanças. Existe consenso de que, no Brasil, o orçamento público padece de uma excessiva rigidez, o que dificulta essa adaptação e resulta numa alocação menos eficiente de recursos escassos. Para mitigar esse problema, o Governo Federal conseguiu renovar recentemente a vigência de uma Emenda Constitucional que permite mais autonomia para gastar uma parte dos recursos orçamentários. Essa emenda se refere ao(à)

 

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2447718 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A crise financeira internacional atingiu o Brasil de forma aguda no último trimestre de 2008, provocando uma forte queda do Produto Interno Bruto. O Governo Federal decidiu, então, utilizar a Política Fiscal como forma de mitigar os efeitos da crise, estabelecendo o corte temporário de alguns tributos e a redução da meta de superávit primário. Essas medidas podem ser definidas como:

 

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2447717 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A Política Fiscal é o instrumento central que o governo utiliza para alcançar os objetivos das políticas governamentais, através de uma intervenção direta na economia. Pode-se afirmar que a Política Fiscal compreende

 

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2447716 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

O papel anticíclico dos gastos públicos e da política fiscal, identificado por Keynes, além da sua função redistributiva de renda, inspirou as políticas governamentais de países desenvolvidos e em desenvolvimento por mais de 30 anos, a partir da segunda guerra mundial. No início da década de 1970, entretanto, a combinação de déficits públicos elevados, estagnação econômica e inflação elevada, levaram ao questionamento das políticas keynesianas e do Estado de Bem Estar, observando-se o surgimento de novas teorias que questionavam de forma radical a intervenção do estado na economia. Dentre essas teorias, uma delas sustentava que, ao tentar corrigir falhas de mercado o estado incorria em falhas ainda mais graves trazendo ineficiência para o sistema econômico, na forma de déficits, inflação e baixo crescimento. Para essa teoria a solução seria a redução gradual do tamanho do estado até alcançar-se um “Estado Mínimo”. Essa teoria é conhecida como:

 

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2447715 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A crise econômico-financeira internacional, deflagrada em 2008, deixou claro a importância do governo para promover o funcionamento eficiente das economias de mercado. Para cumprir esse papel, a Teoria das Finanças Públicas advoga a seguinte função para o governo:

 

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2447714 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Nas últimas décadas intensificou-se o debate sobre o papel do Estado na Economia, prevalecendo ao final a corrente que defendia a redução desse papel e a retirada do Estado, especialmente das atividades produtivas. Esse debate fundamentou, por exemplo, as decisões sobre a privatização de empresas estatais no Brasil e em outros países. Independentemente desse debate há consenso, entretanto, sobre a necessidade de algum grau de intervenção do Estado para corrigir o que se denomina de falhas de mercado. Dentre essas falhas, a mais comumente identificada é a existência dos denominados bens públicos, os quais, pelas suas características, não poderiam ser distribuídas de forma eficiente através dos mecanismos de mercado. O que caracteriza esses bens públicos é

 

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