Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
Em relação ao Plano Diretor de Santo André, Lei 8696 / 2004 em seu Capítulo III, do Saneamento Ambiental Integrado, os Artigos 15 e 16, versam: A política de saneamento ambiental integrado tem como objetivo manter o meio ambiente equilibrado, alcançando níveis crescentes de salubridade, por meio da gestão ambiental, do abastecimento de água potável, da coleta e tratamento do esgoto sanitário, da drenagem das águas pluviais, do manejo dos resíduos sólidos e do reuso das águas, promovendo a sustentabilidade ambiental do uso e da ocupação do solo. Em relação à política de saneamento ambiental integrado, que deverá respeitar as seguintes diretrizes, aponte a alternativa correta.
1- garantir serviços de saneamento ambiental a todo o território municipal e ampliar as medidas de saneamento básico para as áreas deficitárias, por meio da complementação e/ou ativação das redes coletoras de esgoto e de água.
2- investir prioritariamente no serviço de esgotamento sanitário que impeça qualquer contato direto no meio onde se permaneça ou se transita e complementar a rede coletora de águas pluviais e do sistema de drenagem nas áreas urbanizadas do território, de modo a minimizar a ocorrência de alagamentos.
3- quando da elaboração e implementação do sistema de gestão de resíduos sólidos, há que se contratar empresa especializada para garantir a gestão e ampliar a coleta seletiva de lixo e da reciclagem e assegurar à população do Consórcio do Grande ABC, oferta de água para consumo residencial, em quantidade suficiente para atender as necessidades básicas e de qualidade compatível com os padrões de potabilidade.
4- contratar consultoria especializada para desenvolver e gerenciar o sistema de drenagem pluvial, de modo a propiciar a recarga dos aquíferos, a segurança, buscando a articulação com as demais políticas setoriais.
5- promover a qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais, por meio do planejamento e do controle ambiental e garantir a preservação da Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais, dos remanescentes de Mata Atlântica e das unidades de conservação.
6- promover a recuperação ambiental, revertendo os processos de degradação das condições físicas, químicas e biológicas do ambiente e promover o manejo da vegetação urbana de forma a garantir a proteção das áreas de interesse ambiental e a diversidade biológica natural.
Atende corretamente ao enunciado somente os itens:
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Quanto à interpretação da Norma NBR 11.174 e Norma NBR 12.235, para armazenamento de resíduos, aponte a alternativa correta.
A - As áreas de armazenamento, principalmente as destinadas a acondicionar resíduos classe I, devem possuir um sistema de drenagem e captação de líquidos contaminados para que sejam posteriormente tratados.
B - Contêineres e/ou tambores devem ser devidamente rotulados de modo a possibilitar uma rápida identificação dos resíduos armazenados.
C - A disposição dos recipientes na área de armazenamento deve seguir as recomendações para a segregação de resíduos de forma a prevenir reações violentas por ocasião de vazamentos ou, ainda, que substâncias corrosivas possam atingir recipientes íntegros.
D - Contêineres e/ou tambores que contêm os resíduos sólidos classe II, não necessitam ser armazenados em áreas cobertas, mas que estejam em local ventilado e colocados sobre bases de concreto ou outro material.
E - Tanques podem ser utilizados para o armazenamento de resíduos líquidos, à espera do tratamento, da incineração ou da recuperação de determinados componentes do resíduo, o que muitas vezes ocorre em caráter temporário.
Atende corretamente ao enunciado somente os itens:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
Para realização da classificação de resíduos, mais especificamente os de Serviços de Saúde, quais as normas mais apropriadas, indique a alternativa correta.
A - ABNT NBR10004/2007 – Resíduos Sólidos.
B - ABNT NBR10005:2004 – Obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos.
C - ABNT NBR10006:2004 – Obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos.
D - ABNT NBR10007:2004 – Amostragem de resíduos sólidos.
E - ABNT NBR12808:1993 – Resíduos de Serviços de Saúde – Classificação.
Atende corretamente ao enunciado somente os itens:
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Nas frases:
I- “O acordo foi firmado entre países amigos.
II- Acordo sempre durante a noite, ao menor ruído.
Os termos grifados são considerados:
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O emprego da vírgula está correto em:
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As palavras relacionadas são compostas em:
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A regência verbal apresenta-se INCORRETA em:
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O emprego do acento grave indicativo de crase está correto em:
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 05.
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O problema não é só falta de chuva (texto adaptado)
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Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo o que foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reuso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reuso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas.
Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte, onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. Em países com redes efi cientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.
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Disponível em: http://www.revistaplaneta.com.br/o-problema-nao-e-so-falta-de-chuva/. Acesso em 21/04/2016.
No trecho “Há três campos de ação.”, o sujeito do verbo destacado é:
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 05.
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O problema não é só falta de chuva (texto adaptado)
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Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo o que foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reuso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reuso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas.
Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte, onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. Em países com redes efi cientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.
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Disponível em: http://www.revistaplaneta.com.br/o-problema-nao-e-so-falta-de-chuva/. Acesso em 21/04/2016.
A alternativa em que as palavras são acentuadas pelo mesmo motivo de “técnicos, prevê, possível”, respectivamente, é:
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