Foram encontradas 59 questões.
- Psicologia Jurídica e ForensePsicologia Criminal e Carcerária
- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
O primeiro exame padronizado exclusivo para o uso
no sistema penal do Brasil, que pretende avaliar a
personalidade do preso e prever a reincidência
criminal, buscando separar os bandidos comuns dos
psicopatas é o (a):
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- Psicologia Jurídica e ForensePsicologia Criminal e Carcerária
- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
Os instrumentos projetivos ou testes projetivos são
amplamente usados por psicólogos que conduzem
avaliações a pedido dos integrantes do Sistema de
Justiça Criminal. Sobre a técnica de Rorschach é
correto afirmar:
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- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicologia Jurídica e ForensePerícia Psicológica
- Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica
No processo de avaliação ou de perícia na área
forense ou criminal a escolha das estratégias e dos
instrumentos a serem empregados na avaliação
psicológica é prerrogativa do psicólogo e deve
atentar aos objetivos traçados pela necessidade da
investigação. Constituem técnicas de avaliação
psicológica:
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- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica
- Teorias e Técnicas PsicoterápicasGrupos Terapêuticos
- Psicologia
De acordo com o Conselho Federal de Psicologia, é
possível fazer referência a uma concepção de clínica
tradicional ou clássica contrapondo-se a uma outra
forma de se pensar a Psicologia Clínica, que surge
sob a denominação utilizada por esses autores como
tendências emergentes. São consideradas as
principais características da Psicologia Clínica
tradicional:
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Texto para responder às questões.
TE
De todas as coisas pequenas, estava ali a
menor de todas que eu já tinha visto. Não porque ela
sofresse dessas severas desnutrições africanas -
embora passasse fome mas pelo que eu saberia
dela depois.
Teria uns 4 anos de idade, estava inteiramente
nua e suja, o nariz catarrento, o cabelo desgrenhado
numa massa disforme, liso e sujo. Chorava alto,
sentada no chão da sala escura. A casa de taipa tinha
três cômodos pequenos. Isso que chamei de sala não
passava de um espaço de 2 m por 2 m, sem janelas.
Apenas a porta, aberta na parte de cima, jogava
alguma luz no ambiente de teto baixo e chão batido.
Isso aconteceu na semana passada, num
distrito de Sertânia, cidade a 350 km de Recife, no
sertão de Pernambuco. A mãe e os outros seis filhos
ficaram na porta a nos espreitar, os visitantes
estranhos. O marido, carregador de estrume,
ganhava R$ 20 por semana, o que somava R$ 80 por
mês. Essa a renda do casal analfabeto. Nenhum dos
sete filhos frequentava a escola. Não havia água
encanada. Compravam a R$ 4 o tambor de 24 litros.
O choro da menina seguia atrapalhando a conversa.
- Ei, por que você está chorando? perguntei,
enfiando a cabeça no vão da porta. A menina não
ouviu, largada no chão.
- Ei! Vem cá, eu vou te dar um presente -
repeti. Ela olhou para mim pela primeira vez. Mas não
se mexeu, ainda chorando.
- Como é o nome dela? - perguntei à mulher.
- A gente chama ela de Te -disse, banguela.
-Te? Mas qual o nome dela?-insisti.
- A gente chama ela de Te, que ela ainda não
foi batizada não.
- Como assim? Ela não tem nome? Não foi
registrada no cartório?
- Não, porque eu ainda não fui atrás de fazer.
Te. Olhei de novo para a menina. Era a menor
coisa do mundo, uma pessoa sem nome. Um nada.
“Te” era antes da sílaba - era apenas um fonema, um
murmúrio, um gemido. Entendi o choro, o soluço, o
grito ininterrupto no meio da sala. A falta de nome
impressionava mais do que a falta de todo o resto.
Te chorava de uma dor, de uma falta
avassaladora. Só podia ser. Chorava de solidão,
dessa solidão dos abandonados, dos que não
contam para nada, dos que mal existem. Ela era o
resultado concreto das políticas civilizadas (as
econômicas, as sociais) e de todo o nosso
comportamento animal: o de ir fazendo sexo e filhos
como os bichos egoístas que somos, enfim.
Era como se aquele agrupamento humano
(uma família?) vivesse num estágio qualquer pré-
linguagem, em que nomear as coisas e as pessoas
pouco importava. Rousseau diz que o homem
pré-histórico não precisava falar para se alimentar.
Não foi por causa da comida que surgiu a linguagem.
"O fruto não desaparece de nossas mãos”, explica.
Por isso não era necessário denominá-lo.
As primeiras palavras foram pronunciadas
para exprimir o que não vemos, os sentimentos, as
paixões, o amor, o ódio, a raiva, a comiseração.
“Só chamamos as coisas por seus verdadeiros
nomes quando as vemos em suas formas
verdadeiras.” Só quando Te viu a coisa na minha mão
se calou.
- Ei, Te, olha o que eu tenho para te dar!
Ela virou-se na minha direção. Fez-se um
silêncio na sala. Era uma bala enrolada num papel
verde, com letras vermelhas. Então ela se levantou,
veio até a porta e pegou o doce, voltou para o mesmo
lugar e recomeçou seu lamento.
Nem a bala serviu de consolo. Era tudo
amargura. Só restava chorar, chorar e chorar por
essa morte em vida, por essa falta de nome, essa
desolação.
FELINTO, Marilene. Te. Folha de S. Paulo, São Paulo, 30 jan.
2001. Brasil, Cotidiano, p. C2.
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- Direitos Humanos no Ordenamento NacionalIncorporação de tratados internacionais de direitos humanos no direito brasileiro (EC n.º 45)
Sobre o procedimento de internalização dos tratados
internacionais de direitos humanos no ordenamento
jurídico brasileiro, assinale a afirmativa correta.
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- Sistema Interamericano de Direitos HumanosSistema Interamericano de Direitos Humanos: NormativosConvenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de San José)
Considerando a Convenção Americana sobre
Direitos Humanos, é correto afirmar que:
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos,
é correto afirmar que:
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O flagrante impróprio ou quase flagrante, nos termos
do Código de Processo Penal, ocorre quando o
indivíduo:
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Sobre o crime de tortura, leia as afirmativas.
I. Configura crime de tortura constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental. II. Configura crime de tortura submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. III. Incorre na mesma pena do crime de tortura quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança, a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal. IV. Aquele que se omite em face de uma conduta que configura tortura, quando tinha o dever de evitá- las ou apurá-las, incorre na pena do crime de tortura.
Está correto apenas o que se afirma em:
I. Configura crime de tortura constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental. II. Configura crime de tortura submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. III. Incorre na mesma pena do crime de tortura quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança, a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal. IV. Aquele que se omite em face de uma conduta que configura tortura, quando tinha o dever de evitá- las ou apurá-las, incorre na pena do crime de tortura.
Está correto apenas o que se afirma em:
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