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Foram encontradas 50 questões.

2015853 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Assinale a alternativa correta segundo a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal.
 

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2015785 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Considerando as grandezas computacionais, assinale a alternativa que apresenta a quantidade de bytes equivalente a 1 Terabyte.

 

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2015777 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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A porcentagem, na forma decimal, que 99 representa em relação a 600 é igual a
 

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2015451 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Tendo em consideração a Lei de Organizações Criminosas (Lei nº 12.850/2013), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Considera-se organização criminosa a associação de quatro ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a quatro anos, ou que sejam de caráter transnacional.

II. As penas aumentam-se até a metade se na atuação da organização criminosa houver emprego de arma de fogo.

III. A condenação com trânsito em julgado acarretará ao funcionário público a perda do cargo, função, emprego ou mandato eletivo e a interdição para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento da pena.

IV. As empresas de transporte possibilitarão, pelo prazo de dez anos, acesso direto e permanente do juiz, do Ministério Público ou do delegado de polícia aos bancos de dados de reservas e registro de viagens.

 

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2015365 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Dois agentes, Bruno e Carlos, saem de um mesmo local do pátio do presídio e começam a caminhar em sentidos opostos, sempre em linha reta. A cada 10 segundos, Bruno caminha 6 metros e Carlos caminha 8 metros. Sendo assim, é correto afirmar que a distância entre Bruno e Carlos, após 1 minuto, será de

 

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2015362 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Sabe-se que, a cada dia, um em cada três servidores que frequentam o refeitório de um presídio consome salada durante o horário de almoço. Se em determinado dia 75 servidores frequentaram esse refeitório, então, nesse dia, mantendo a proporção de servidores que consomem salada nesse refeitório, o total de servidores que consumiu salada foi igual a
 

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2015347 Ano: 2020
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Jorge tem dezesseis anos de idade. Matheus tem treze anos de idade. Pedro tem onze anos de idade. José tem sessenta anos de idade. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
 

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2015276 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Em relação ao Código Penal, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2014343 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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Assinale a alternativa correta segundo o Código de Processo Penal.
 

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2014335 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: SEJUC-RR
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ENTÃO, ADEUS!
Lygia Fagundes Telles
Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro:
— Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurrou-me com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: – Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las?
Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos e nobres, de narizes já carcomidos… Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta.
— Volte sempre — pediu-me.
— Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia… — acrescentei sem nenhuma esperança.
— E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio.
Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?… “Então, adeus!”, ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!…
Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: “Jamais o verei.” Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.
— Até logo! – eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo.
Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. “Então, adeus!”, pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. “Adeus.”
Nesta mesma noite houve o clássico jantar de despedida em casa de um casal amigo. E, em meio de um grupo, eu já me encaminhava para a mesa, quando de repente alguém tocou o meu ombro, um toque muito leve, mais parecia o roçar de uma folha seca.
Voltei-me. Diante de mim, o padre velhinho sorria.
— Boa noite!
Fiquei muda. Ali estava aquele de quem horas antes eu me despedira para sempre.
— Que coincidência… — balbuciei afinal. Foi a única banalidade que me ocorreu dizer.— Eu não esperava vê-lo… tão cedo.
Ele sorria, sorria sempre. E desta vez achei que aquele sorriso era mais malicioso do que melancólico. Era como se ele tivesse adivinhado meu pensamento quando nos despedimos na igreja e agora então, de um certo modo desafiante, estivesse a divertir-se com a minha surpresa. “Eu não disse até logo?”, os olhinhos enevoados pareciam perguntar com ironia.
Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho…”
Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas:
— Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã?
Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa.
— Ah, não sei… Antes eu sabia, mas agora já não sei.
Disponível em:
<http://www.releituras.com.br/lftelles_entaoadeus_imp.asp.>
Acesso em: 06 jul. 2020.
Assinale a alternativa que analisa corretamente a função da oração em destaque no trecho “[…] arruinada igreja que encontrei por lá [...]”.
 

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