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Os novos códigos
Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque(a) ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas(b) estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito(c), vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes. Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada e de caráter fonético usada em mensagens de computador, como(d) nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé, empunham a vassoura da faxina crítica. O receio é que os jovens e usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam de desaprender, ou(e) nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina, ou damas enfiadas no espartilho do preconceito: sem ginga, sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso(a) mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo, segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura. Nem tudo o que é novo é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas, no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Luft, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
Em relação aos processos de coordenação e subordinação empregados nas estruturas oracionais do texto, é correto afirmar - desconsiderando o uso de letras maiúsculas ou minúsculas - que:
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Os novos códigos
Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito, vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes. Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada(c) e de caráter fonético usada em mensagens de computador, como nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé, empunham a vassoura da faxina crítica. O receio é que os jovens(e), usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam(e) de desaprender, ou nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade(c) e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina, ou damas enfiadas no espartilho do preconceito: sem ginga, sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo(b), segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura. Nem tudo o que é novo(a) é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas, no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Luft, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
O emprego de alguns recursos sintáticos pelo autor do texto não permite concluir corretamente que:
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Os novos códigos
Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito, vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes (I). Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas(II) que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada e de caráter fonético usada em mensagens de computador, como nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé(II), empunham a vassoura da faxina crítica(III). O receio é que os jovens, usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam de desaprender, ou nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade(IV) e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina(III), ou damas enfiadas no espartilho do preconceito(V): sem ginga(II), sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo, segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura(V). Nem tudo o que é novo é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas(IV), no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Luft, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
Instrução: Para responder à questão, observe se as expressões a seguir foram usadas em sentido literal ou em sentido figurado no texto.
I. "palavras evocam cenas hilariantes ou tristes" e "linguagem das siglas"
II. "de cabelo em pé" e "sem ginga"
III. "vassoura da faxina crítica" e "senhores com odor de naftalina"
IV. "transitar entre elas com habilidade" e "esfregando pedrinhas"
V. "espartilho do preconceito" e "o chicote da censura"
São exemplos apenas de uso figurado da linguagem:
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Os novos códigos
Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética(II) que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito, vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias(III) - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes. Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada e de caráter fonético(IV) usada em mensagens de computador, como nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé, empunham a vassoura da faxina crítica. O receio é que os jovens, usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam de desaprender, ou nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina, ou damas enfiadas no espartilho do preconceito: sem ginga, sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo, segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura. Nem tudo o que é novo é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas, no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Lull, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
Instrução: Para responder à questão, considere as afirmativas do ponto de visla semântico.
I. Linguagens são instrumentos para a comunicação.
II. Há equivalência de significado entre códigos de ética e códigos de comunicação.
III. Existe relação de coordenação entre os termos "Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias.
IV. A expressão "caráter fonético" refere-se a características da linguagem oral.
Quais estão corretas?
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Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito, vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes. Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada e de caráter fonético usada em mensagens de computador, como nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé, empunham a vassoura da faxina crítica. O receio é que os jovens, usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam de desaprender, ou nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina, ou damas enfiadas no espartilho do preconceito: sem ginga, sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo, segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura. Nem tudo o que é novo é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas, no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Lull, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
De acordo com as ideias contidas no texto, não se pode concluir que
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Os novos códigos
Linguagens são códigos, e com eles nos comunicamos. Vivemos segundo alguns, também, na vida diária. Vivemos segundo códigos de ética que no momento são objeto de verdadeira guerra entre nós. Se de um lado andamos de cabeça mais erguida nestes dias, porque ao menos um passo foi dado e temos quatro dezenas de réus em falcatruas variadas e graves, paira ainda certo receio de que tudo seja turvado por interesses políticos ( ... ) Mas estamos mais esperançosos de que a verdade e a Justiça culpem os culpados e absolvam os inocentes.
Isso dito, vamos ao código que aqui me interessa, o da linguagem, o da comunicação, que na verdade é múltiplo ( ... ). Linguagem de cegos, linguagem de surdos, linguagem de namorados, as linguagens das famílias - em que determinadas palavras evocam cenas hilariantes ou tristes. Linguagens técnicas, linguagens profissionais, o jargão dos médicos, dos advogados, que precisa eventualmente ser traduzido para o comum mortal. Sem falar na linguagem das siglas que dominam o mundo, para as quais até dicionários já existem. E a linguagem técnica ligada às mais variadas ciências e meandros do universo tecnológico, no vasto e interessantíssimo leque das nossas capacidades e curiosidades.
Agora, surge uma preocupação com a linguagem abreviada e de caráter fonético usada em mensagens de computador, como nos chats. Os catastrofistas, de cabelo em pé, empunham a vassoura da faxina crítica. O receio é que os jovens, usando esse recurso que tem a ver com velocidade e economia, haveriam de desaprender, ou nunca aprender direito, o código do próprio idioma escrito. Receio infundado: somos capazes de dominar, na fala e na escrita, várias linguagens ao mesmo tempo e transitar entre elas com habilidade e até elegância em certos casos. ( ... ) Acredito - e os linguistas talvez confirmem - que, de quanto mais recursos dispomos, melhor os usamos em cada ocasião.
É preciso dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar de saída ou prevenir-se contra, como se tudo o que é· novo fosse primariamente mau. É como se fora da língua culta, a língua-padrão que é e deve ser usada em momentos mais sérios, todas as demais formas de comunicação fossem espúrias. Não sejamos chatíssimos senhores com odor de naftalina, ou damas enfiadas no espartilho do preconceito: sem ginga, sem alegria, sem abertura para o novo e o bom, por isso mesmo sem discernimento para o verdadeiramente mau.
Além de tudo, a língua, como os costumes, a vida, a sociedade e as culturas, no bom e no negativo, segue uma evolução que independe de nós, dos moralistas, dos puristas, dos gramáticos, dos donos da verdade, dos que seguram o facho da razão numa das mãos e na outra o chicote da censura. Nem tudo o que é novo é positivo, mas nem tudo o que é tradicional é melhor. Ou ainda acenderíamos fogo esfregando pedrinhas, no fundo obscuro de alguma caverna.
(Adaptação de artigo da escritora Lya Lull, publicado na Revista Veja, em 12/9/2007)
Segundo a autora, o domínio de várias linguagens
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A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)
Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje???
Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.(a)
Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.(b)
Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.(c)
Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta(d), seja ela qual for, para qualquer situação.
"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo(e) e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".
(Revista Exame, 28-04-2007)
Nas orações abaixo, a palavra "que" substitui o termo anterior, exceto em
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A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)
Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando(a) pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover(b) hoje???
Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se responder(c) "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe(e) chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender(d) na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".
(Revista Exame, 28-04-2007)
Preservando a correção gramatical e a coerência do texto, não é possível substituir _____ por _____.
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A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)
Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje???
Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".
(Revista Exame, 28-04-2007)
Instrução: Para responder à questão, observe as reformulações propostas para a frase "Se a sua resposta for "depende" ... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em. que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos."
I. Você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos, se a sua resposta for "depende" .
II. "Se a sua resposta for "depende" ... você nasceu para Recursos Humanos, uma área que qualquer fato sempre dependerá de outros fatos .
III. Se a sua resposta for "depende" ... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato dependerá sempre de outros fatos.
IV. Você nasceu para Recursos Humanos, se a sua resposta for "depende", uma área que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
As opções que mantêm o sentido e a correção da frase das linhas 10 e 11 estão reunidas em:
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A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)
Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje???
Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.(a) O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.(b)
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.(d) As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos(e) a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis(c) de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".
(Revista Exame, 28-04-2007)
A relação de sentido que se estabelece entre as orações abaixo, indicada na expressão grifada, está incorreta em
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