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71485 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira(a) vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje???

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a sua resposta for "depende"... você nasceu(b) para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe(c) os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples(d), entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender(e) na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Revista Exame, 28-04-2007)

Tendo em vista a estrutura das palavras, o elemento sublinhado está incorretamente indicado em:

 

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71484 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje???

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto(b) a transformar o universo em números.

Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso(a) e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta(c), seja ela qual for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza(d) o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos(e) antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis
de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Revista Exame, 28-04-2007)

Analisando o significado das expressões no texto, é incorreto afirmar que ____ equivale a ____.

 

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71483 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e(I) pergunta:

-Será que vai chover hoje???

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que(II) qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que(II) nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas(III) por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e(I) acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando(IV) não sabe. As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de(IV) tomar uma decisão. Parece simples, entretanto(III) "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Revista Exame, 28-04-2007)

Quais articuladores estabelecem a mesma relação sintática no texto?

I. "e" (linha 3, na segunda ocorrência) e "e" (linha 16).

II. "mais... do que" e "em que".

III. "mas" e "entretanto".

IV. "quando" e "antes de".

Qual a alternativa correta?

 

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71482 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

-Será que vai chover hoje???

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo(d).

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Revista Exame, 28-04-2007)

Considerando a estruturação do texto, apenas uma afirmativa esta incorreta:

 

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71481 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

A Importância do "Não Sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também(b) não tem nada para fazer e pergunta:

-Será que vai chover hoje???

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas. O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, agora estou pensando em outra coisa", então sua área é de Marketing. O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia. O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a sua resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos, uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade. O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. As outras 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, entretanto "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Revista Exame, 28-04-2007)

A partir da leitura do texto, não é possível inferir que

 

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71480 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Texto - Socorro!

O maior número de mortes (46%) de adolescentes no Brasil é por homicídio! Bem mais do que por causas naturais (25%) e por acidentes (23%). E dois a cada mil brasileiros deverão morrer antes dos 19 anos!

É tão assustador, que nos faz automaticamente(I) refletir: por que a gente gasta tanto papel, tanta tinta, tanto espaço e tantos neurônios para escrever sobre a avalanche de desmandos do Senado, dos Sarney, dos Jader, dos Renan, dos ACM, dos mensaleiros, dos aloprados, em vez de escrever sobre a barbaridade dos assassinatos dos nossos jovens?.

A resposta é simples: porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas, entre corrupção e violência na sociedade. Qualquer estudo mostra(IV) isso: quanto mais transparente e honesto o país, melhor distribuição de renda e menor violência; quanto mais corrupto, pior distribuição de renda e maior violência. Ainda mais num país onde as armas de fogo(III) circulam como balinhas de hortelã por toda a parte.

Descrever as minúcias do empreguismo, dos salários desproporcionais, dos atos secretos, dos desvios dos três Poderes e dos nossos governantes cumpre, assim, vários papéis que, somados, desaguam(IV) num só: a tentativa de construir um país mais transparente(I) e honesto, mais justo e com maior segurança.

Primeiro, as pessoas(II) se informam e se indignam. Depois, a tendência(II) é que todos ponham as barbas de molho e velhas práticas sejam trocadas por novas e limpas. E, enfim, com menos dinheiro público desviado para poucos, sobra mais para a maioria, além de aumentar a confiança internacional e, com ela, os investimentos. Isso é desenvolvimento. Desenvolvimento também pode ser sinônimo de paz.

PS - O estudo sobre a mortalidade dos jovens(III) é do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef (braço da ONU para a infância).

(Adaptação de artigo da jornalista Eliane Cantanhéde, publicado na Folha de São Paulo, em 22/07/2009).

Instrução: Responda à questão com base nas afirmativas a seguir, sobre expressões do texto.

I. As palavras "automaticamente" e "transparente" pertencem à mesma classe gramatical.

II. As expressões "as pessoas" e "a tendência" desempenham idêntica função sintática.

III. As expressões "de fogo" e "dos jovens" caracterizam nomes.

IV. Os verbos "mostra" e "desaguam" têm a mesma transitividade.

Pela análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas apenas

 

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71479 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Texto - Socorro!

O maior número de mortes (46%) de adolescentes no Brasil é por homicídio! Bem mais do que por causas naturais (25%) e por acidentes (23%). E dois a cada mil brasileiros deverão morrer antes dos 19 anos!

É tão assustador, que nos faz automaticamente refletir: por que a gente gasta tanto papel, tanta tinta, tanto espaço e tantos neurônios para escrever sobre a avalanche de desmandos do Senado, dos Sarney, dos Jader, dos Renan, dos ACM, dos mensaleiros, dos aloprados, em vez de escrever sobre a barbaridade dos assassinatos dos nossos jovens?.

A resposta é simples: porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas, entre corrupção e violência na sociedade. Qualquer estudo mostra isso: quanto mais transparente e honesto o país, melhor distribuição de renda e menor violência; quanto mais corrupto, pior distribuição de renda e maior violência. Ainda mais num país onde as armas de fogo circulam como balinhas de hortelã por toda a parte.

Descrever as minúcias do empreguismo, dos salários desproporcionais, dos atos secretos, dos desvios dos três Poderes e dos nossos governantes cumpre, assim, vários papéis que, somados, desaguam num só: a tentativa de construir um país mais transparente e honesto, mais justo e com maior segurança.

Primeiro, as pessoas se informam e se indignam. Depois, a tendência é que todos ponham as barbas de molho e velhas práticas sejam trocadas por novas e limpas. E, enfim, com menos dinheiro público desviado para poucos, sobra mais para a maioria, além de aumentar a confiança internacional e, com ela, os investimentos. Isso é desenvolvimento. Desenvolvimento também pode ser sinônimo de paz.

PS - O estudo sobre a mortalidade dos jovens é do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef (braço da ONU para a infância).

(Adaptação de artigo da jornalista Eliane Cantanhéde, publicado na Folha de São Paulo, em 22/07/2009).

Passando para o plural a expressão "relação profunda" e retirando o artigo que a precede na oração "porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas..", qual a alternativa correta?

 

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71478 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Texto - Socorro!

O maior número de mortes (46%) de adolescentes no Brasil é por homicídio! Bem mais do que por causas naturais (25%) e por acidentes (23%). E dois a cada mil brasileiros deverão morrer antes dos 19 anos!

É tão assustador, que nos faz automaticamente refletir: por que a gente gasta tanto papel, tanta tinta, tanto espaço e tantos neurônios para escrever sobre a avalanche de desmandos do Senado, dos Sarney, dos Jader, dos Renan, dos ACM, dos mensaleiros, dos aloprados, em vez de escrever sobre a barbaridade dos assassinatos dos nossos jovens?.

A resposta é simples: porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas, entre corrupção e violência na sociedade. Qualquer estudo mostra isso: quanto mais transparente e honesto o país, melhor distribuição de renda e menor violência; quanto mais corrupto, pior distribuição de renda e maior violência. Ainda mais num país onde as armas de fogo circulam como balinhas de hortelã por toda a parte.

Descrever as minúcias do empreguismo, dos salários desproporcionais, dos atos secretos, dos desvios dos três Poderes e dos nossos governantes cumpre, assim, vários papéis que, somados, desaguam num só: a tentativa de construir um país mais transparente e honesto, mais justo e com maior segurança.

Primeiro, as pessoas se informam e se indignam. Depois, a tendência é que todos ponham as barbas de molho e velhas práticas sejam trocadas por novas e limpas. E, enfim, com menos dinheiro público desviado para poucos, sobra mais para a maioria, além de aumentar a confiança internacional e, com ela, os investimentos. Isso é desenvolvimento. Desenvolvimento também pode ser sinônimo de paz.

PS - O estudo sobre a mortalidade dos jovens é do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef (braço da ONU para a infância).

(Adaptação de artigo da jornalista Eliane Cantanhéde, publicado na Folha de São Paulo, em 22/07/2009).

Marque a alternativa em que todas as palavras são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação:

 

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71477 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Texto - Socorro!

O maior número de mortes (46%) de adolescentes no Brasil é por homicídio! Bem mais do que por causas naturais (25%) e por acidentes (23%). E dois a cada mil brasileiros deverão morrer antes dos 19 anos!

É tão assustador, que nos faz automaticamente refletir: por que a gente gasta tanto papel, tanta tinta, tanto espaço e tantos neurônios para escrever sobre a avalanche de desmandos do Senado, dos Sarney, dos Jader, dos Renan, dos ACM, dos mensaleiros, dos aloprados(a), em vez de escrever sobre a barbaridade dos assassinatos dos nossos jovens?.

A resposta é simples: porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas, entre corrupção e violência na sociedade.(b) Qualquer estudo mostra isso: quanto mais transparente e honesto o país, melhor distribuição de renda e menor violência; quanto mais corrupto, pior distribuição de renda e maior violência. Ainda mais num país onde as armas de fogo circulam como balinhas de hortelã por toda a parte.

Descrever as minúcias do empreguismo, dos salários desproporcionais, dos atos secretos, dos desvios dos três Poderes e dos nossos governantes(c) cumpre, assim, vários papéis que, somados, desaguam num só: a tentativa de construir um país mais transparente e honesto, mais justo e com maior segurança.

Primeiro, as pessoas se informam e se indignam(d). Depois, a tendência é que todos ponham as barbas de molho e velhas práticas sejam trocadas por novas e limpas. E, enfim, com menos dinheiro público desviado para poucos, sobra mais para a maioria, além de aumentar a confiança internacional e(e), com ela, os investimentos. Isso é desenvolvimento. Desenvolvimento também pode ser sinônimo de paz.

PS - O estudo sobre a mortalidade dos jovens é do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef (braço da ONU para a infância).

(Adaptação de artigo da jornalista Eliane Cantanhéde, publicado na Folha de São Paulo, em 22/07/2009).

Preservando o sentido e a correção do texto, qual a possibilidade de alteração na sua pontuação?

 

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71476 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Texto - Socorro!

O maior número de mortes (46%) de adolescentes no Brasil é por homicídio! Bem mais do que por causas naturais (25%) e por acidentes (23%). E dois a cada mil brasileiros deverão morrer antes dos 19 anos!

É tão assustador, que nos faz automaticamente refletir: por que a gente gasta tanto papel, tanta tinta, tanto espaço e tantos neurônios para escrever sobre a avalanche de desmandos(c) do Senado, dos Sarney, dos Jader, dos Renan, dos ACM, dos mensaleiros, dos aloprados, em vez de escrever sobre a barbaridade(b) dos assassinatos dos nossos jovens?.

A resposta é simples: porque há uma relação profunda de causa e efeito entre as duas coisas, entre corrupção e violência na sociedade. Qualquer estudo mostra isso: quanto mais transparente e honesto o país, melhor distribuição de renda e menor violência; quanto mais corrupto, pior distribuição de renda e maior violência. Ainda mais num país onde as armas de fogo circulam como balinhas de hortelã por toda a parte.

Descrever as minúcias(a) do empreguismo, dos salários desproporcionais, dos atos secretos, dos desvios dos três Poderes e dos nossos governantes cumpre, assim, vários papéis que, somados, desaguam num só: a tentativa de construir um país mais transparente e honesto, mais justo e com maior segurança.

Primeiro, as pessoas se informam e se indignam. Depois, a tendência(d) é que todos ponham as barbas de molho e velhas práticas sejam trocadas por novas e limpas. E, enfim, com menos dinheiro público desviado para poucos, sobra mais para a maioria, além de aumentar a confiança internacional e, com ela, os investimentos. Isso é desenvolvimento. Desenvolvimento também pode ser sinônimo de paz.

PS - O estudo sobre a mortalidade dos jovens é do Laboratório de Análise da Violência da UERJ, com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef (braço da ONU para a infância).

(Adaptação de artigo da jornalista Eliane Cantanhéde, publicado na Folha de São Paulo, em 22/07/2009).

Sem alterar o sentido do texto, e fazendo-se as concordãncias necessárias, pode-se substituir

 

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