Foram encontradas 220 questões.
Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o
cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por
autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é
o tipo que não sabe o jargão, mas inventa.
— Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais...
— Nem tanto, nem tanto...
— Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação?
— Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do
ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós
chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse,
e não sobre o release, entende?
— Francamente, não.
Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como
quem diz “É difícil conversar com leigos...”.
Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre
parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre
política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto
silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito
antes de decidir responder:
— Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa...
Ou então, e esta é mortal:
— Não é tão simples assim...
Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas
o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está
protegendo as suas fontes em Brasília.
E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve
ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que
só ele está sacando.
— O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção
direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do
Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer.
E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele
vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante
significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar
os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os
grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de
Lutero.
Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações)
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto
apresentado, julgue o item que se segue.
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Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o
cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por
autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é
o tipo que não sabe o jargão, mas inventa.
— Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais...
— Nem tanto, nem tanto...
— Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação?
— Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do
ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós
chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse,
e não sobre o release, entende?
— Francamente, não.
Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como
quem diz “É difícil conversar com leigos...”.
Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre
parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre
política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto
silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito
antes de decidir responder:
— Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa...
Ou então, e esta é mortal:
— Não é tão simples assim...
Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas
o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está
protegendo as suas fontes em Brasília.
E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve
ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que
só ele está sacando.
— O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção
direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do
Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer.
E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele
vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante
significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar
os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os
grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de
Lutero.
Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações)
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto
apresentado, julgue o item que se segue.
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Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o
cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por
autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é
o tipo que não sabe o jargão, mas inventa.
— Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais...
— Nem tanto, nem tanto...
— Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação?
— Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do
ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós
chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse,
e não sobre o release, entende?
— Francamente, não.
Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como
quem diz “É difícil conversar com leigos...”.
Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre
parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre
política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto
silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito
antes de decidir responder:
— Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa...
Ou então, e esta é mortal:
— Não é tão simples assim...
Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas
o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está
protegendo as suas fontes em Brasília.
E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve
ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que
só ele está sacando.
— O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção
direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do
Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer.
E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele
vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante
significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar
os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os
grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de
Lutero.
Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações)
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto
apresentado, julgue o item que se segue.
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- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaBiometria
- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaSenhas e Políticas de Senha
Quanto à segurança da informação, julgue o item subsecutivo.
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2086187
Ano: 2021
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
A um auditor da SEFAZ foi solicitada avaliação acerca da
necessidade de gerenciar componentes que interagissem entre si,
de maneira que isso resultasse em um sistema holístico de
governança para informação e tecnologia. Ainda, foi requerido
que esse auditor avaliasse áreas de foco que pudessem ser
tratadas por objetivos de governança e gerenciamento e seus
componentes. Por fim, solicitaram-lhe planejar ações com fulcro
de garantir que os serviços entregassem os níveis de
disponibilidade acordados para atender às necessidades dos
usuários.
Considerando a situação hipotética apresentada, julgue o item que se segue, à luz do COBIT 2019 e da ITIL 4.
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2086186
Ano: 2021
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
A um auditor da SEFAZ foi solicitada avaliação acerca da
necessidade de gerenciar componentes que interagissem entre si,
de maneira que isso resultasse em um sistema holístico de
governança para informação e tecnologia. Ainda, foi requerido
que esse auditor avaliasse áreas de foco que pudessem ser
tratadas por objetivos de governança e gerenciamento e seus
componentes. Por fim, solicitaram-lhe planejar ações com fulcro
de garantir que os serviços entregassem os níveis de
disponibilidade acordados para atender às necessidades dos
usuários.
Considerando a situação hipotética apresentada, julgue o item que se segue, à luz do COBIT 2019 e da ITIL 4.
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2086185
Ano: 2021
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
A respeito de MPS/BR, OWASP e criptografia, julgue o próximo item.
Por objetivos de conformidade com padrões internacionais, o
modelo de referência MPS para software do programa
MPS.BR propõe cinco níveis de maturidade representados
pelas letras de A a E que, sequencialmente, correspondem
aos cinco números, de 1 a 5, usados no modelo CMMI.Provas
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- Banco de Dados RelacionalFundamentos de Banco de Dados Relacionais
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Estrangeira
Acerca da análise de dados, julgue o item a seguir.
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Acerca da análise de dados, julgue o item a seguir.
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2083969
Ano: 2021
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AL
Considerando as disposições da Lei n.º 6.404/1976, julgue o item a seguir, a respeito de sociedade anônima.
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