Foram encontradas 65 questões.
É fora de dúvida que a aprendizagem do aluno é, também,
suscitada pelos seus interesses e necessidades. Entretanto, quando
ela se baseia apenas na experiência espontânea, os resultados são
casuais, dispersos, não sistematizados. A escola deve fazer muito
mais do que isso, pois sua função é introduzir os alunos no domínio
dos conhecimentos sistematizados, habilidades e hábitos para que,
por meio deles, desenvolvam suas capacidades mentais.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2017, p. 143.
A partir do trecho supracitado depreende-se a necessidade de que
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2017, p. 143.
A partir do trecho supracitado depreende-se a necessidade de que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
A inteligibilidade é a capacidade de ter consciência do que se sabe,
do que se conhece, assim como do que se faz. Por vezes, vemos
alguém consertar alguma coisa e, então, perguntamos: “Por que
você agiu assim?” Ao que o outro responde: “A razão pela qual isso
funciona desse modo eu não sei, mas sei que é assim.”
Mecanicamente, sabe fazer alguma coisa, mas não sabe a razão
pela qual é necessário agir dessa forma. Nesse caso, não há
inteligibilidade na conduta.
LUCKESI, Cipriano, Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2021, p. 110.
Nas situações da prática de ensino, há atividades escolares em que a noção de inteligibilidade, tal como definida pelo trecho acima, se aplica.
Assinale a opção que expressa corretamente uma dessas aplicações.
LUCKESI, Cipriano, Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2021, p. 110.
Nas situações da prática de ensino, há atividades escolares em que a noção de inteligibilidade, tal como definida pelo trecho acima, se aplica.
Assinale a opção que expressa corretamente uma dessas aplicações.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sua forma mais típica é a conversação didática. Às vezes,
denomina-se, também, aula dialogada, mas a conversação é algo
mais. Não consiste meramente em respostas dos alunos às
perguntas do professor, em uma conversa “fechada” em que os
alunos pensem e falem o que o professor já pensou e falou, como
uma aula de catecismo. A conversação didática é “aberta” e o
resultado que dela decorre supõe a contribuição conjunta do
professor e dos alunos.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2017, p. 233 (adaptado).
O método didático acima descrito consiste em
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2017, p. 233 (adaptado).
O método didático acima descrito consiste em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O direito à educação é contemplado pelo Estatuto da criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/ 1990), que, no capítulo IV prevê uma série de direitos relacionados ao tema.
No que diz respeito à educação da criança e do adolescente, constitui um dever do Estado assegurar:
I. Atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade.
II. Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
III. Ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.
Está correto o que se afirma em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma das formas do senso comum pedagógico é a de considerar
que o educando é um ser incapaz de criar. Ele tem que reter e
repetir os conhecimentos, e não inventá-los. Apesar das
reclamações constantes de que os alunos não são criativos, a ação
pedagógica, na maior parte das vezes, está pautada pela ideia de
que o aluno é incapaz de criar, é um inválido do ponto de vista
intelectual. Toda vez que o educando tenta sair do esquema linear
do dia a dia, é cercado de diversas maneiras. As estratégias para
delimitar seu campo de ação baseiam-se no lema “fazer as coisas
como o professor quer”.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2021, p. 124. (adaptada).
A concepção descrita no texto acima se alia à perspectiva pedagógica conhecida como
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2021, p. 124. (adaptada).
A concepção descrita no texto acima se alia à perspectiva pedagógica conhecida como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Antônio foi condenado, em sentença criminal transitada em
julgado, pela prática de determinada infração penal. Durante o
cumprimento da pena, que iria se extinguir em dois anos, decidiu
que iria iniciar a sua carreira política na eleição que seria realizada
em outubro do ano em que estava realizando suas reflexões. No
entanto, ao analisar a sistemática prevista em nossa ordem
constitucional, constatou que os seus direitos políticos estavam
suspensos.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,
À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Comportamento de Pessoas nas Organizações
- Qualidade de vida no trabalho
- Comportamento Organizacional em gestão de Pessoas
João, diretor de certa estrutura estatal de poder, recebeu um
processo administrativo para prolação de decisão. Em sua análise
preliminar, avaliou que o melhor a fazer seria realizar uma
abordagem de ordem ética que seria direcionada por determinado
viés utilitarista.
Assinale a opção que se mostra compatível com a diretriz argumentativa definida por João.
Assinale a opção que se mostra compatível com a diretriz argumentativa definida por João.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em sua evolução histórica, os direitos humanos passaram por
distintas fases de sedimentação do seu conteúdo e do correlato
reconhecimento da necessidade de serem observados nos
diversos quadrantes do mundo.
Em relação a esse processo de evolução, é correto afirmar que
Em relação a esse processo de evolução, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara
e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”
Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma
apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar
não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que
passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até
hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi
criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos
índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir
dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças
do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os
Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os
Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os
Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em
vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia,
seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser
Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do
Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito
a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização
indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de
militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro
constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de
doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira
Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista
realizada em 21/09/2022 às 14hs.
Nesse caso, o uso da história oral, permitiu
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara
e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”
Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma
apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar
não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que
passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até
hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi
criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos
índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir
dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças
do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os
Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os
Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os
Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em
vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia,
seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser
Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do
Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito
a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização
indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de
militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro
constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de
doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira
Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista
realizada em 21/09/2022 às 14hs.
Considerando o trecho de sua entrevista, sobre a identidade e a autoafirmação dos povos indígenas, depreende-se que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container