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Foram encontradas 60 questões.

535483 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
O professor alfabetizador dos anos iniciais do ensino fundamental utiliza abordagens metodológicas para o desenvolvimento dos conteúdos curriculares que levam em consideração a natureza do ________ e o desenvolvimento pessoal e sociocultural dos ___________. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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532402 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Ao estabelecer um clima positivo de respeito e colaboração, o professor prepara, organiza e monitora atividades individuais e de grupo que permitem a participação __________________ e _________________ de todos. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Observe as frases abaixo, retiradas do texto:
I. “a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade”. (3º§)
II. “Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.” (19º§) Como se percebe, ocorre um jogo de palavras através dos sentidos estabelecidos pelos vocábulos em destaque.
Assinale o comentário improcedente sobre as palavras destacadas.
 

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532290 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
O professor alfabetizador dos anos iniciais desenvolve a competência de utilizar corretamente os processos metodológicos e algumas habilidades para realização do seu trabalho. Com essa afirmação, dê valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas afirmativas abaixo:
( ) O professor diagnostica as dificuldades específicas dos alunos.
( ) O professor adapta sua metodologia à solução de problemas encontrados.
( ) O professor utiliza estratégias de ensino coerentes com as ideias de leituras.
( ) O professor interpreta os acertos para identificar as hipóteses construídas pelas crianças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
O conectivo que introduz o 28º parágrafo, onde se lê “No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz...”, apresenta em relação ao que foi dito anteriormente um sentido de:
 

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506363 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Sobre visualização e navegação em 3D. Podemos escolher o tipo de visualização que queremos em cada janela. Sobre essas relações, dê valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas afirmativas seguintes:
( ) Quanto mais qualidade tiver a imagem vista na janela, mais tempo irá demorar para ser redesenhada quando for feita alguma modificação na cena
( ) Em cenas complexas, o tempo de redesenho na janela de visualização pode se tornar um problema.
( ) Economia de tempo de processamento do computador
( ) Não podemos mudar o tipo de visualização
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
 

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491293 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
As novas tecnologias da informação e da comunicação transformam não só as maneiras de se comunicar, mas também de se trabalhar, de decidir, de pensar. Nessa perspectiva, utilizar os recursos da tecnologia da informação e comunicação na prática escolar corresponde as seguintes afirmações:
I. Orientar os alunos no sentido do uso ético, legal e seguro das tecnologias da informação e comunicação.
II. Os recursos da tecnologia podem ser aplicados para análise, avaliação e documentação do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos. III. A tecnologia da informação e comunicação é um referencial de formação contínua e está inserida no centro da evolução da prática do professor.
IV. Os alunos devem ser estimulados e orientados na utilização da tecnologia da informação como fonte de pesquisa e desenvolvimento do espírito investigativo.
Estão corretos apenas os itens:
 

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484419 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A multimídia faz a conexão entre a imaginação humana e o mundo real, permitindo a criação de ideias e sua comunicação em diferentes níveis: visual, interativo e auditivo. Pode ser aplicada em uma variedade de contextos, tais como:
I. Treinamento corporativo mediado por tecnologia.
II. Auxílio ao processo educativo.
III. Entretenimento
IV. Programas de softwares
V. Catálogo de produtos
VI. Sistema de informação
Estão corretos apenas os itens:
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Sobre o entendimento do sentido global do texto, é correto afirmar que:
 

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473892 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Os fundamentos teóricos e metodológicos do processo de alfabetização e letramento compreende ações para o desenvolvimento da aprendizagem. Nesse sentido, analise as afirmações a seguintes:
I. Dominar os conhecimentos específicos.
II. Distinguir pressuposto em relação a alfabetização.
III. Atualizar as ideias, pesquisas e discussões aos processos de alfabetização.
IV. Definir a dinâmica do trabalho singular e individual em sala de aula.
Estão corretos apenas os itens:
 

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