Foram encontradas 720 questões.
De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (em
Schneuwly e Dolz, Gêneros orais e escritos na escola,
2004), no desenvolvimento de uma sequência didática,
os módulos têm por objetivo
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Em relação à ideia de que “é preciso saber gramática
para falar e escrever bem”, Marcos Bagno (Preconceito
linguístico, 2015) afirma: “É difícil encontrar alguém que
não concorde com a declaração. Ela vive na ponta da
língua da grande maioria dos professores de português e
está formulada em muitos compêndios gramaticais”.
Sobre essa ideia, o autor pondera que se trata de
Sobre essa ideia, o autor pondera que se trata de
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é
uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de
uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou
como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo
exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do
imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio
e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar,
até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas
leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de
uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal
de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de
que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o
prazer.
(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Dessa forma, com a leitura da frase final do texto – “Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.” –, atentos ao sentido estabelecido pela preposição destacada, os alunos deverão entender que a fruição do texto acontece
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é
uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de
uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou
como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo
exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do
imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio
e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar,
até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas
leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de
uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal
de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de
que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o
prazer.
(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Entende-se aqui leitor literário como aquele capaz de fruir um texto, reconhecer suas camadas valorativas, colocar-se em relação a ele, considerar sua recepção no contexto histórico original de produção e atualizar sentidos, observando as permanências e impermanências; é o leitor que constrói um repertório que lhe permite também observar que as produções literárias integram uma cadeia discursiva, pertencendo a uma dada tradição que constrói seus próprios modos de fabulação e expressão.
(Currículo Paulista: Ensino Fundamental, 2019)
Em relação ao posicionamento de Lionel Bellenger, as informações do Currículo Paulista
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é
uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de
uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou
como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo
exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do
imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio
e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar,
até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas
leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de
uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal
de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de
que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o
prazer.
(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é
uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de
uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou
como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo
exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do
imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio
e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar,
até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas
leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de
uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal
de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de
que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o
prazer.
(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Angela Kleiman cita Lionel Bellenger ao discutir a leitura.
De acordo com ela, essa prática na escola caracteriza-se como uma atividade
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Leia os versos a seguir para responder a questão:
Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
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Leia os versos a seguir para responder a questão:
Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
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Leia os versos a seguir para responder a questão:
Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
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Leia a seguir um post publicado em uma rede social:

(Fernando Gonzales, “Níquel Náusea”. Disponível em: https://www.instagram.com/niquel.nausea/)
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