Foram encontradas 720 questões.
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Medo e cautela nas escolas
O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa
Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros
oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados
do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em
2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros
membros da comunidade escolar; em 2023, esse número
subiu para 13,1 mil.
Números como esses ajudam a modular a sensação de
medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância
e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o
caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor
qualificação na identificação de comportamentos e sinais
que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido
de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a
violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um
público já em sobressalto – o que explica a impressionante
repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha
os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde
mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre
temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos
radicais em adolescentes.
Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas
onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números
servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos
– o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem
prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não
de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é
de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são
chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos
como ameaça à ordem social.
Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas
drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os
estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer
diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como
os problemas têm natureza múltipla, as respostas também
implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais
que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem
excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode
ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.
(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
As relações entre a informação explícita no texto e a informação inferível estabelecem-se por meio de estratégias de “sinalização textual”. Por intermédio delas, o locutor, ao processar o texto, procura levar o interlocutor a recorrer aos seus conhecimentos (textuais, situacionais, culturais e enciclopédicos) e, desse modo, ativar, por meio de inferências, os conhecimentos necessários à construção de sentido.
(Ingedore Koch e Vanda Maria Elias, Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011. Adaptado)
Com base na explicação das autoras, conclui-se corretamente que, na passagem
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Medo e cautela nas escolas
O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa
Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros
oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados
do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em
2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros
membros da comunidade escolar; em 2023, esse número
subiu para 13,1 mil.
Números como esses ajudam a modular a sensação de
medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância
e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o
caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor
qualificação na identificação de comportamentos e sinais
que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido
de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a
violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um
público já em sobressalto – o que explica a impressionante
repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha
os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde
mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre
temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos
radicais em adolescentes.
Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas
onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números
servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos
– o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem
prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não
de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é
de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são
chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos
como ameaça à ordem social.
Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas
drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os
estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer
diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como
os problemas têm natureza múltipla, as respostas também
implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais
que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem
excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode
ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.
(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
Com base nessas informações, uma atividade desenvolvida em sala de aula que pode garantir o desenvolvimento de habilidades e o interesse dos alunos pode ocorrer a partir
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Medo e cautela nas escolas
O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa
Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros
oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados
do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em
2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros
membros da comunidade escolar; em 2023, esse número
subiu para 13,1 mil.
Números como esses ajudam a modular a sensação de
medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância
e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o
caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor
qualificação na identificação de comportamentos e sinais
que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido
de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a
violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um
público já em sobressalto – o que explica a impressionante
repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha
os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde
mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre
temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos
radicais em adolescentes.
Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas
onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números
servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos
– o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem
prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não
de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é
de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são
chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos
como ameaça à ordem social.
Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas
drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os
estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer
diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como
os problemas têm natureza múltipla, as respostas também
implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais
que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem
excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode
ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.
(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
(Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida,
Letramentos, mídias, linguagens, 2019. Adaptado)
Com base na discussão dos autores e no conhecimento sobre os gêneros textuais, conclui-se que os números 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, às informações
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O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa
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São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros
oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados
do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em
2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros
membros da comunidade escolar; em 2023, esse número
subiu para 13,1 mil.
Números como esses ajudam a modular a sensação de
medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância
e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o
caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor
qualificação na identificação de comportamentos e sinais
que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido
de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a
violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um
público já em sobressalto – o que explica a impressionante
repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha
os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde
mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre
temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos
radicais em adolescentes.
Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas
onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números
servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos
– o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem
prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não
de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é
de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são
chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos
como ameaça à ordem social.
Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas
drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os
estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer
diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como
os problemas têm natureza múltipla, as respostas também
implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais
que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem
excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode
ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.
(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
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Medo e cautela nas escolas
O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa
Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros
oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados
do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em
2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros
membros da comunidade escolar; em 2023, esse número
subiu para 13,1 mil.
Números como esses ajudam a modular a sensação de
medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância
e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o
caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor
qualificação na identificação de comportamentos e sinais
que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido
de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a
violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um
público já em sobressalto – o que explica a impressionante
repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha
os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde
mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre
temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos
radicais em adolescentes.
Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas
onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números
servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos
– o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem
prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não
de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é
de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são
chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos
como ameaça à ordem social.
Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas
drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os
estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer
diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como
os problemas têm natureza múltipla, as respostas também
implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais
que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem
excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode
ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.
(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa
para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de
um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de
uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a
mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe
esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las
ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em
longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre
Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam
Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a
modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse
mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o
diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do
nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua
simplicidade patética o selo do gênio.
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa
para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de
um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de
uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a
mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe
esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las
ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em
longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre
Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam
Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a
modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse
mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o
diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do
nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua
simplicidade patética o selo do gênio.
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
• Rubião, herdeiro improvisado de uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura.
• Em longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia.
De acordo com Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), as sequências textuais predominantes nos trechos transcritos são, correta e respectivamente,
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa
para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de
um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de
uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a
mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe
esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las
ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em
longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre
Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam
Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a
modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse
mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o
diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do
nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua
simplicidade patética o selo do gênio.
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
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Leia a descrição a seguir:
Qualquer ocasião em que um fragmento de escrita faz parte integral da natureza das interações dos participantes e de seus processos interpretativos.
(Heath, citado por Street, em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida, Letramentos, mídias, linguagens, 2019. Adaptado)
A descrição refere-se a
Qualquer ocasião em que um fragmento de escrita faz parte integral da natureza das interações dos participantes e de seus processos interpretativos.
(Heath, citado por Street, em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida, Letramentos, mídias, linguagens, 2019. Adaptado)
A descrição refere-se a
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Questão presente nas seguintes provas
Marcuschi (Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008), retomando Bakhtin/Volochinov, apresenta “a noção de dialogismo como princípio fundador da
linguagem: toda linguagem é dialógica”.
Isso significa dizer que a linguagem
Isso significa dizer que a linguagem
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