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Foram encontradas 50 questões.

1815331 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Por que uma boa relação entre professor e aluno pode fazer a diferença na Educação?
O professor precisa de condições adequadas para exercer sua função. Além de uma infraestrutura básica, ele deve combinar sua metodologia ao perfil da turma e, consequentemente, dos alunos, atendendo às suas necessidades específicas. Entretanto, nem sempre o magnetismo do professor e o interesse de seus estudantes estão alinhados.
Um grande exemplo dessa desarmonia é que o docente brasileiro é um dos que mais tempo de aula utiliza para sanar problemas relacionados à convivência em classe, amargando, assim, difíceis relações interpessoais com os estudantes. Tal diagnóstico aparece em estudos como a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (TALIS), da Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), e da Conselho de Classe, da Fundação Lemann, datados de 2013 e 2015, respectivamente.
Segundo as pesquisas, os conflitos não apenas são um fator deteriorante para a saúde do docente, mas também impedem a escola de cumprir sua missão: que todos os alunos aprendam. Situações desse tipo significam, para os professores experientes, repetir a frustração de ter de lidar com uma aparentemente insolúvel indisciplina. Já para os professores iniciantes, trazem o medo de não se fazer ouvir e a ansiedade de não ter sido preparado para a realidade da escola.
As duas pesquisas revelam, além da sobrecarga dos docentes, uma provável omissão das instituições na criação de um planejamento transversal que trabalhe as relações interpessoais - o que pode ocorrer, por exemplo, por meio de campanhas de boa convivência e valorização das diferenças no ambiente escolar.
Ainda que um trabalho institucional seja feito, os professores invariavelmente terão de lidar com alguns problemas de convivência em classe. Porém, tais circunstâncias não precisam tomar a dimensão de conflitos crônicos que impeçam ou impactem negativamente a aprendizagem da turma.
...
RICARDO FALZETTA, Por que uma boa relação entre professor e aluno pode fazer a diferença na Educação?, Jornal OGlobo 7 fevereiro 2017.
Assinale a alternativa que endossa a ideia transmitida pela reportagem:
 

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1812937 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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"A família passou a ter um papel mais afetivo na formação da criança, enfatizando também a educação como fator importante nas relações estabelecidas. A partir do momento que a infância era reduzida, a criança se via atrelada ao universo adulto, no qual aprendiam as tarefas cotidianas por pessoas mais velhas na condição de aprendizes.
Nesse período não havia escolas, as crianças recebiam o conhecimento de forma direta e informal, por meio dos familiares. Dessa forma, a família se torna a primeira instituição responsável pela formação do indivíduo (ARIÈS, 1981).
A educação fornecida pelos familiares era uma educação informal, fundamentada na prática das tarefas cotidianas, e não em um sistema de ensino. Ariès (1981, p. 156) acrescenta que "a criança aprendia pela prática, [...] toda educação se fazia através da aprendizagem, e dava-se a essa noção um sentido muito mais amplo do que o que ela adquiriu mais tarde". Assim, o conhecimento adquirido no seio da sociedade se tornava uma aprendizagem fundamental para o individuo se situar dentro das relações estabelecidas no contexto em que vivia.
Nessa nova visão educacional, enfatiza-se o surgimento da escola como fonte de uma educação sistemática, diferente dos saberes aprendido em casa."
SANTOS, Luana Rocha dos; TONIOSSO, José Pedro. A importância da relação escolafamília. Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, v. 1, n. 1, p. 122-134, Bebedouro-SP, 2014.
Tendo em vista o papel da família e da escola na educação assinale a alternativa mais adequada:
 

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1751937 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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"Crianças sem autoestima também crescem e se tornam adultos. Adultos que muitas vezes consideram perder um emprego como perder um amigo ou um parente. Elas sentem que perderam parte de si mesmas, entram em depressão, perdem o prazer de viver e muitas vezes adoecem. O exemplo pode ser associado às frustrações em geral.
Você conhece alguém assim? Pois é, infelizmente eu também conheço. Agora adicione dinheiro, contas, investimentos e consumo a esse caldeirão de emoções, sentimentos represados, pressão cotidiana e baixa autoestima. A receita tem enormes chances de desandar.
Gente sem amor próprio e motivação tende a ver o dinheiro como problema. Não raro, muitas consultorias e trabalhos de planejamento terminam por identificar uma falha maior no aspecto emocional. A falta de planejamento surge muito mais como consequência. Então pergunto: o que você faz? Você naturalmente irá começar a falar de trabalho, sua profissão, empresa em que atua etc. Que falta de imaginação. Experimente falar de você, do que gosta, porque decidiu-se por sua profissão e o que o diferencia das pessoas. O ouvinte vai interessar-se muito mais em você, que é o que realmente importa.
Sobre autoestima e seu efeito no cotidiano, tenho algumas considerações: Um bom começo é pensar se um determinado aspecto pessoal representa um obstáculo ou uma possibilidade. Há algo que você não gosta em você? Certo, mas também há algo que você faz melhor que ninguém. Pense nisso. Explore sua beleza física. De todas as competências que alimentam a autoestima, o aspecto físico é o mais imediato, aquele que menos depende do contexto. Elogios são sempre bem-vindos, mas depender deles para manter a sua autoestima elevada é um erro.
Não podemos depender exclusivamente de algo que está fora de nosso controle. Aceite que nem todos irão reparar na sua transformação e viva com isso. Evite a rotina. Ela impede você de diferenciar-se e valorizar-se. Você não é Einstein e não conhece matemática como ele, mas isso não é motivo para se autodepreciar ou ficar deprimido. Saiba o suficiente e explore sua vocação.
Para imediatamente de se criticar. Relaxe. Aceite-se como você é e viva SUA vida. Quando você culpa a si mesmo exageradamente, tende a assumir grande parte da responsabilidade de todos os eventos ruins que ocorrem ao seu redor.
O próximo passo pode ser a depressão. É possível tornar nossa vida mais leve se diminuirmos o nosso senso crítico e dirigirmos o foco das nossas ações para a diversão; não para a perfeição. Não somos obrigados a aceitar o que o destino nos reserva. Polêmica, ou não, minha visão é de que podemos e devemos decidir.
Àqueles que "tem tanta coisa para fazer", que provavelmente dirão que este texto não passa de uma utopia, insisto: para vencer e manter sua autoestima, não adianta sonhar fora do escritório, ser feliz só depois do expediente. Valorize suas crenças, princípios e revolucione. A paz com seu bolso será uma das muitas consequências. Maravilhosas consequências."
Por Emanuel Steffen, Autoestima e sucesso financeiro, Jornal Campo Grande News Campo Grande 14 Maio 2018 Disponível em : < https://www.campograndenews.com.br/colunistas/financas-e-investimentos-semcomplicacao/autoestima-e-sucesso-financeiro > Acesso em 21 mai.2018.
Com base no texto e levando em consideração a teoria psicossocial de Erick Erikson assinale a alternativa correta.
 

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1726427 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Os PCNs - Parâmetros Curriculares Nacionais são diretrizes elaboradas para orientar os educadores por meio da normatização de alguns aspectos fundamentais concernentes a cada disciplina.
No Brasil, os PCNs são diretrizes elaboradas pelo Governo Federal com o objetivo principal de orientar os educadores por meio da normatização de alguns fatores fundamentais concernentes a cada disciplina. Esses parâmetros abrangem tanto a rede pública, como a rede privada de ensino, conforme o nível de escolaridade dos alunos. Sua meta é garantir aos educandos o direito de usufruir dos conhecimentos necessários para o exercício da cidadania.
Embora não sejam obrigatórios, os PCNs servem como norteadores para professores, coordenadores e diretores, que podem adaptá-los às peculiaridades locais. Os PCNs nada mais são do que uma referência para a transformação de objetivos, conteúdos e didática do ensino.
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais, PCN's leva-se em consideração os temas transversais assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1710195 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Partindo do pressuposto de que a realidade social é produzida historicamente e, como tal, traz no seu interior contradições as quais ora acenam para a mudança ora para a reprodução das relações sociais, qualquer análise que se pretenda fazer em relação à educação, portanto, é imprescindível levar em consideração o contexto histórico-socialpolítico-cultural em que está inserida.
Ao se falar em fracasso escolar no interior da escola pública, entendemos que é preciso contextualizá-lo e historicizá-lo. As altas taxas de evasão e repetência não são recentes, mas um fenômeno presente há, pelos menos, seis décadas, e pouco se conseguiu fazer para alterá-las.
...
O fracasso escolar surgiu, quando a maioria da população, formado por membros das classes trabalhadoras urbanas e rurais, teve acesso à escola pública e gratuita. Situação esta que julgamos excessivamente injusta e inaceitável e sua superação requer aprofundamento e análise da questão.
Forgiarini, S. A. B. e Silva, J. C. da. (2008). Fracasso escolar no contexto da escola pública: entre mitos e realidades.
Sobre a história do fracasso escolar, assinale a alternativa correta:
 

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1709633 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013.
"A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas".
A partir do trecho destacado, infere-se que:
 

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1697225 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
"É fundamental a consciência da INTERDEPENDÊNCIA entre todos. "
Assinale a opção em que há um vocábulo que tenha sido formado pelo mesmo processo que a palavra em destaque:
 

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1683665 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
Os conectivos, além de ligar palavras ou partes da frase, podem apresentar sentido específico.
Assinale a opção cujo conectivo destacado contém traço de sentido conclusivo:
 

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1674595 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Trechos da reportagem "Número de alunos com necessidades especiais em escolas regulares aumentou 229% desde 1998, segundo censo do MEC" de CLÁUDIA COLLUCCI da Folha de São Paulo, São Paulo, domingo, 22 de fevereiro de 2004, vem mostrando como cresce a inclusão escolar de deficientes nas escolas. Segue a reportagem:
Jabes, 10, tem deficiência física e mental. Bruna, 14, paralisia cerebral. Juliana e Rafael, 8, são paraplégicos. Vinícius, 13, cego. Além de serem crianças com necessidades especiais, elas também têm em comum o fato de freqüentarem escolas regulares e estarem na mesma classe de alunos não-deficientes.
A inclusão de crianças deficientes em escolas regulares vem crescendo no país. O número de matriculados cresceu 229% nos últimos cinco anos, segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação. Passou de 43.923 alunos em 1998, quando o censo analisou pela primeira vez a situação dos alunos especiais, para 144.583 estudantes no ano passado.
No país, há 503.570 alunos matriculados com necessidades especiais-deficiências visual, auditiva, física e mental. Do total, cerca de 30% frequentam escolas que oferecem o ensino regular em 98, eram 13%. O restante está em escolas ou salas especiais.
A recomendação para que pessoas com deficiências sejam educadas na rede regular de ensino está na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). O Brasil é também signatário de uma declaração internacional que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010.
...
Assinale a alternativa que melhor relata as principais dificuldades no campo da inclusão de alunos com necessidades especiais nas escolas brasileiras:
 

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1674403 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Analise a charge abaixo para responder à questão:

Enunciado 1674403-1

Sobre o tema Direitos sociais, assinale a opção correta:

 

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