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Foram encontradas 50 questões.

1673449 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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A família do educando confia à escola a tarefa de educar e muitas das vezes acaba se afastando do seu papel de educar, sendo a participação do núcleo familiar fator decisivo para a formação do sujeito e das implicações deste na sociedade.
Assinale a alternativa que está INCORRETA.
 

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1638064 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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A revista Época de 20/06/2009 trouxe em reportagem feita por FRANCINE LIMA, Steve Biddulph abordando o tema "Escola antes dos 3 anos é um erro".
Nos primeiros anos de vida, as crianças só precisam do amor dos pais, afirma o best-seller Steve Biddulph.
Um dos autores mais bem-sucedidos da psicologia infantil, o britânico Steve Biddulph, de 51 anos, não se envergonha de jogar um balde de água fria nas conquistas femininas dos últimos 40 anos.
Em vez de sair para trabalhar, ele diz que as mães - e os pais também - deveriam ficar em casa com seus filhos até eles completarem 3 anos. O motivo é a inadequação das creches modernas às necessidades das crianças dessa idade, que, segundo Biddulph, precisam muito mais de amor e carinho do que de brincadeiras com gente estranha.
Tendo como base a teoria de Piaget, qual questão abaixo pode ser utilizada para explicar a reportagem:
 

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1629334 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Entendemos educação como prática social humanizadora, intencional, cuja finalidade é transmitir a cultura construída historicamente pela humanidade.
O homem não nasce humanizado, mas torna-se humano por seu pertencimento ao mundo histórico-social e pela incorporação desse mundo em si mesmo, processo este para o qual concorre a educação. A historicidade e a sociabilidade são constitutivas do ser humano; a educação é, nesse processo, determinada e determinante.
Fonte: Psicol. Esc. Educ. vol.12 no.2 Campinas Dec. 2008 Mitsuko Aparecida Makino Antunes
Sobre o indivíduo e seu meio marque a resposta correta:
 

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1606455 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O Jornal Estadão em 14 Janeiro 2016 trouxe a seguinte matéria "Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes". Paulo Freire
Dentro do que nos diz Paulo Freire, os alunos do K5 da Escola Bilíngue SEE-SAW Panamby são constantemente estimulados a desenvolver novos saberes. Conhecimentos matemáticos são trabalhados com jogos, como: Batalha, Guerra de Dados, Cubra e Descubra, Jogo da Velha, Bingo e Jogo dos Passageiros. Essas atividades lúdicas auxiliam bastante na aquisição da sequência numérica, contagem dos números. Além disso, aproveitamos para ensinar aos alunos como é importante seguir as regras e os procedimentos adotados em cada jogo.
Outra situação de aprendizagem significativa para alunos dessa faixa etária, tem sido o projeto "Brincando com Rimas", pois brincando com as palavras as crianças estabelecem relações prazerosas entre a linguagem oral e escrita. Ajudá-los a entender o que é uma rima também é uma auxiliar poderoso no processo de alfabetização.
Segundo Paulo Freire, o problema da Educação esta inserido dentro dos mecanismos sociais. Não é a educação que forma a sociedade, mas a sociedade que estrutura a Educação em função dos interesses de quem tem o poder, encontra na educação um fator fundamental para a preservação desse poder.
Assinale a alternativa correta. Paulo Freire considerava a educação como sendo:
 

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1564801 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Trechos da reportagem, no site G1 - "Brasil é 1° no ranking da violência contra professores: entenda os dados e o que se sabe sobre o tema" de Luiza Tenente e Vanessa Fajardo em 22/08/2017
Caso de professora em Santa Catarina reabriu debate sobre agressões em sala de aula. Dados mais recentes da OCDE colocam Brasil com pior índice no mundo.
...
Uma pesquisa feita em 2015 pelo Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) apontou que 44% dos docentes que atuavam no estado disseram já ter sofrido algum tipo de agressão. Entre as agressões que 84% dos professores afirmam já ter presenciado, 74% falam em agressão verbal, 60% em bullying, 53% em vandalismo e 52% em agressão física.
Para a socióloga Miriam Abramovay, especialista em violências nas escolas e juventudes, é significativo a falta de dados sobre o tema. "Praticamente nunca foi feito nenhuma pesquisa específica só com os professores. Isso mostra que o tema não é prioritário, como se a violencia não tivesse impacto no ensino, no aprendizado e no cotidiano da escola", afirma.
...
Qual o papel do psicólogo na violência escolar:
 

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1543609 Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O trecho abaixo é de uma reportagem feita por Mauro Lopes publicada 13/07/2016 na revista Carta Capital traz o seguinte tema "Depois de quase um quarto de século, houve avanços, o ECA tornou-se uma referência, mas crianças e adolescentes ainda estão desprotegidos"
Ariel falou com exclusividade a CartaCapital na manhã de 13 de julho, quando o Estatuto completou 26 anos. Tempo de luzes e sombra: "o Brasil tem uma das legislações mais avançadas do mundo para proteger crianças e adolescentes de papel, mas é um dos piores do mundo na proteção de suas crianças e adolescentes de carne e osso."
Tendo como referência o Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei 8069/90, assinale a alternativa abaixo que endossa o pronunciamento de Ariel de Castro Alves : "o Brasil tem uma das legislações mais avançadas do mundo para proteger crianças e adolescentes de papel":
 

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1537136 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Em reportagem ao Jornal Estadão no dia internacional da síndrome de Down a psicóloga Melody Lynn Falco, integrante da Comissão de Psicologia Escolar e Educacional do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRPPR).
Comenta: "É a escola que precisa estar adaptada para receber o aluno e não o contrário. O princípio da inclusão se relaciona diretamente com a necessidade de adaptação do sistema educacional. Se este não mudar, não haverá lugar para a pessoa com deficiência, tal como não havia na história anterior às discussões acerca da inclusão. O que excluía a pessoa com deficiência era exatamente o fato de ela não 'se encaixar' no sistema educacional vigente, restringindo seu acesso às escolas regulares".
Luiz Alexandre Souza Ventura, O psicólogo escolar e a inclusão de estudantes com deficiência, Jornal Estadão, Paraná 21 Março 2016.
Com o texto acima como referência assinale a alternativa INCORRETA sobre o papel do psicólogo escolar na inclusão de alunos com necessidades especiais:
 

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1518673 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013.
"Pode-se pedir ÀS GERAÇÕES atuais que se rejam por tais valores". Assinale a opção que apresenta a explicação correta para o uso do acento indicador de crase na expressão destacada:
 

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1515376 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O Jornal O GLOBO de 29/05/2017 trouxe a seguinte reportagem "Educação básica é fundamental no desenvolvimento intelectual de crianças e jovens"
Os primeiros anos de escola impactam muito na vida acadêmica e profissional de um cidadão.
São nos primeiros anos de escola, na educação básica, que começam a ser formados os profissionais do amanhã. Esses cidadãos serão os responsáveis pelo desenvolvimento social e crescimento econômico do país no futuro. Já pensou na responsabilidade?
Como o próprio nome já diz, o ensino fundamental é a fase mais importante da vida da criança, na qual ela receberá todos os conceitos educacionais, os fundamentos. Nesse período, a criança é preparada para ser um cidadão ético e um profissional competente. Se ela tem isso desde a base, vai longe e será um grande profissional.
"O aprendizado é feito de forma espiral, a cada momento vai aprofundando um pouco mais. Se isso não é desenvolvido da maneira correta, criam-se lacunas que vão repercutir na adolescência e na vida adulta", diz Wagner Devasto, diretor e mantenedor do Colégio Sirius, de Sorocaba.
A educação pode ser comparada à construção de um prédio. É impossível levantar uma obra sem ter uma base sólida. Portanto, investir em educação é também contribuir ativamente para a construção de uma sociedade mais justa. "Para que alguém seja um bom profissional, é necessário construir um bom alicerce e isso se dá no ensino fundamental", afirma o pedagogo Carlos Antonio Gomes de Oliveira Freitas, professor do Colégio Anchieta, de Recife, em Pernambuco.
O conhecimento deve ser construído, não decorado. Na busca pelas respostas, nas pesquisas, o aluno vai fazendo as conexões e, dessa maneira, jamais esquece o que aprendeu. Decorar tabelas, regras e normas, por exemplo, só serve para alcançar uma boa nota nas provas. "Por isso é tão importante, desde o início, estimular o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes que contribuam para o seu crescimento", afirma o professor Freitas.
Com a mesma opinião, Wagner Devasto acredita que a escola deve preparar para a vida e não somente para o mercado de trabalho. Todas as ferramentas que instiguem a pesquisa e a curiosidade das crianças são bem-vindas. "Como escola, nosso interesse é despertar a vontade e o estímulo para estudar. Temos que instigar o aluno a aprender a aprender. A pensar e construir o seu conhecimento", complementa.
Assinale a alternativa que contém a teoria que endossa os trechos selecionados da matéria acima:
 

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1515150 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
"Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a OUTRA, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles":
Assinale a opção em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical do vocábulo destacado nos trechos abaixo:
 

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