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No capítulo X do Planejamento Estratégico afirma-se que, do ponto de vista da Teoria Econômica, em contraponto à análise ético-administrativa, soa subjetiva por demais a idéia de ceder de volta à sociedade aquilo que ela dá às firmas. O mais correto seria admitir que o valor da responsabilidade social corporativa − corporate social responsability (CSR) − reside em facultar benefícios para as empresas, entre os quais NÃO se inclui
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Estratégico
No capítulo X do Planejamento Estratégico consta:
Grande parte das abordagens de responsabilidade social a definem como a integração voluntária, pelas empresas, das preocupações relacionadas ao meio ambiente (em sentido amplo) em suas operações comerciais e relações com interlocutores. Não é uma atitude, para alguns autores, imposta pelo mercado ou pela "moda" (Castro, 2002) e, inclusive, vai além do simples cumprimento de qualquer legislação social prevalecente, abarcando indistintamente todas as empresas, de qualquer porte. Rotineira no âmbito da Administração é a acepção de que aquilo que justifica as atitudes de responsabilidade social desenvolvidas no interior das empresas é o fato de que, "(...)se elas obtêm recursos da sociedade, devem restituílos de alguma forma, principalmente mediante ações sociais voltadas para a solução dos diversos problemas que atingem esta mesma sociedade – drawback principle" (Introduction to Social Responsability. 2002)
Esta responsabilidade social pode se dar em dois níveis:
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Para o organizador do documento Planejamento Estratégico, a inexistência de uma política nacional de desenvolvimento regional foi o caldo de cultura para o estabelecimento
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Responsável pela implantação de uma das primeiras experiências de montagem de um sistema de planejamento estadual, a Bahia destacou-se nacionalmente pelo pioneirismo na montagem de uma estrutura de planejamento inovadora. Brandão (2001) levanta três momentos bastantes nítidos da emergência do processo de planejamento na Bahia: o programa da lavoura cacaueira nos anos 30; entre 1943 e 1947, o Escritório do Plano de Urbanismo da Cidade do Salvador (EPUCS), que, diante do intenso crescimento orgânico e demográfico da capital baiana, estabeleceu diretrizes de planejamento urbano no intuito de ordenar seu crescimento; e a instituição da Comissão de Planejamento Econômico (CPE), criada por inspiração de Rômulo Almeida, e que, frente ao impasse do chamado "enigma baiano" – a queda da posição relativa da Bahia na economia nacional – dá início a um processo sistemático de estudo e avaliação da situação econômica do Estado, que vai resultar em uma série de planos e propostas visando estimular o crescimento econômico e a inserção da economia baiana no processo nacional de acumulação da capital.
Essas experiências, pioneiras no que se refere ao planejamento estadual no Brasil, possuíam algum grau de voluntarismo e resultaram da ação de uma elite intelectual e técnica. Essa elite tomou a si a função de propor alternativas de desenvolvimento para o estado da Bahia num período de escassez de capital e de aprofundamento dos desequilíbrios regionais, caracterizando o que Rômulo Almeida rotulou de conspiração dos
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O Plano Estratégico do Estado da Bahia propõe que, além dos setores industrial e do agronegócio, a complementaridade deve ser perseguida também no setor terciário. As atividades de serviços industriais contribuem para a elevação da produtividade e incremento da dinâmica econômica, posto que liberam as unidades produtivas da indústria para se especializarem nas suas atividades e para expandirem suas possibilidades de flexibilização dentro do seu processo produtivo. Na medida em que contam com reduzidas economias de escala, a concretização de uma estrutura sólida de serviços industriais (que lhes permita usufruir de uma oferta de serviços externos que viabilizem maior qualidade do produto) se aplica, em especial, às
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Uma estratégia que vise a intensificar a produção de bens finais no Estado de forma competitiva e integrada aos fluxos internacionais de comércio requer o fortalecimento das redes de cooperação e das empresas de menor porte nas áreas
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De modo a estimular a criação de um ambiente no qual as empresas possam construir vantagens competitivas dinâmicas, os planos do Governo do Estado da Bahia atribuem ao Estado um papel cada vez
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Entre os objetivos dos Planos do Governo do Estado da Bahia inclui-se o de promover o adensamento e a
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- Geografia do BrasilAgropecuária no BrasilAgricultura Brasileira
- Geografia do BrasilGeografia Econômica do Brasil
O Programa de Revitalização da Cultura do Fumo tem como metas elevar a produção baiana de fumo para
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Para o planejamento do Governo do Estado da Bahia, foram aproveitados estudos envolvendo, entre outras, as seguintes regiões/cadeias
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