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Foram encontradas 50 questões.

Um capital de R$ 50.000,00 foi aplicado no sistema de juros compostos à taxa de 2% ao mês durante 3 meses. De quanto foi o Montante final dessa aplicação?
 

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2456131 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Na Secretaria de Administração da Prefeitura Municipal de Rio Bonito, prevalecem algumas características que são inerentes ao modelo estrutural orgânico, isto significa que nesta prefeitura adota-se, exceto:
 

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2454613 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
A opção "Abrir com", disponível ao clicar com o botão direito do mouse em um arquivo dentro do Explorador de Windows, permite:
 

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2453950 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Tatuagens

Manoel Carlos

Eu estava descendo a escada rolante do shopping e ela seguia dois degraus à minha frente. E nos seus ombros eu vi, tatuado, o sinal de aspas que se abria no ombro esquerdo e se fechava no direito. Entre um e outro, nenhuma mensagem ou palavra. Nada se via ou se lia naquele espaço. Eram, portanto, aspas que se abriam e se fechavam sobre coisa nenhuma.

Acabei de descer, perdi a jovem de vista, mas não conseguia esquecer aqueles dois sinais. Ocorreu-me que - para fazer graça, quem sabe? - estaria se colocando entre as aspas para ser vista como uma pessoa diferente. Ela própria uma citação de algo que ninguém deveria saber, a não ser ela mesma. Ou nem ela.

Segui meu caminho, comprei o que tinha de comprar e me instalei num café. Numa mesa mais adiante eu vi uma outra jovem, pendurada no celular, que exibia no tornozelo a tatuagem de uma pomba branca com um ramo de oliveira preso ao bico. Outros jovens passavam diante de mim. E muitos, alguns discretamente, outros nem tanto, deixavam à mostra uma tatuagem. Lembrei que, na minha adolescência, tatuagem era uma exclusividade de marinheiros e presidiários, além de muito frequente nas histórias em quadrinhos, como as do Popeye e sua âncora tatuada nos braços.

Uma vez participei de um grupo amador de teatro que promovia espetáculos em presídios. Numa das apresentações, um dia de muito calor, os presos estavam sem camisa, sentados no chão do pátio, e todos eles, sem exceção, exibiam tatuagens nos braços e no peito. Nos braços, a mais comum era um coração flechado, onde se podia ler um nome de mulher. Já no peito, a que se via em quase todos era um coração - sem a flecha - em que se lia "amor de mãe".

Àquela época a única pessoa tatuada que conhecíamos no bairro em que eu morava era um empregado de posto de gasolina, Genésio. Mas ele também, soubemos depois, era um ex-presidiário.

Estava eu voltado para essas longínquas e inocentes lembranças quando vi a jovem entre aspas se aproximar do café, acompanhada de uma outra, aparentemente da mesma idade. Conversavam animadamente e riam do que falavam. Ocuparam a mesinha ao lado da minha e, como o lugar era pequeno, quase nos esbarrávamos. Tanto olhei para elas e tanto elas surpreenderam meu olhar que achei melhor explicar a minha curiosidade.

- Desculpe - disse eu -, mas desci a escada do shopping alguns degraus atrás de você e vi suas aspas tatuadas nos ombros. Nunca tinha visto nada igual.

- Ah - sorriu ela -, todo mundo se interessa por elas e me pergunta a razão.

- E você pode dizer qual é?

- Bem, eu acho aspas um sinal muito bonito. Graficamente bonito, entende?

- Concordo, mas ...

- Mas o que eu quis mesmo, de verdade, foi fazer uma provocação. Que cada pessoa que olhasse imaginasse alguma frase, um conceito ou mesmo uma única palavra, para colocar entre as aspas.

- Foi o que eu imaginei - exclamei com aquele sorriso de quem acertou e por isso se acha o máximo!

- Que estou aberta a sugestões, entende?

E as duas, maliciosamente, riram ainda mais.

- Uma vez um rapaz me disse que colocaria entre as aspas dos meus ombros o verso do Vinicius: "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental".

- Você gostou?

- Se gostei? Gostei tanto que vivemos juntos dois anos. Só acabou porque um outro me disse que colocaria: "Viver bem é a maior vingança".

- Com esse você deve ter vivido mais tempo.

-Ah, por esse eu me apaixonei perdidamente, vivo com ele até hoje. Já dura cinco anos!

Pagaram a conta, deram tchau e se foram, sempre rindo, alegres, felizes, soltas como uma pipa ao vento.

Eu fiquei olhando as duas, sorrindo diante da velocidade com que pensavam e falavam, de como agiam e riam. E de como pareciam se livrar, sem dificuldade, do peso dos sentimentos. Quem sabe até do amor. Talvez estivesse ali, na juventude tatuada, abrir aspas: "a alegria de viver". Fechar aspas. Sem pensarem vingança.

Fonte: Disponível em: http://vejario.abril.com.br/blog. Acesso em: 18/06/2013.

Manuel Carlos acha "as aspas um sinal muito bonito" e estas, em um texto, só não servem para:

 

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2453810 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Ana Maria está tendo sérios problemas de comunicação com seus colegas de trabalho. Ela reconhece que tal fato ocorre, pois tem como hábito interpretar o que o outro fala com base nas próprias motivações, necessidades e experiências. Tal barreira, que impede a comunicação eficaz, é regularmente conhecida como:
 

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2453374 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Tatuagens

Manoel Carlos

Eu estava descendo a escada rolante do shopping e ela seguia dois degraus à minha frente. E nos seus ombros eu vi, tatuado, o sinal de aspas que se abria no ombro esquerdo e se fechava no direito. Entre um e outro, nenhuma mensagem ou palavra. Nada se via ou se lia naquele espaço. Eram, portanto, aspas que se abriam e se fechavam sobre coisa nenhuma.

Acabei de descer, perdi a jovem de vista, mas não conseguia esquecer aqueles dois sinais. Ocorreu-me que - para fazer graça, quem sabe? - estaria se colocando entre as aspas para ser vista como uma pessoa diferente. Ela própria uma citação de algo que ninguém deveria saber, a não ser ela mesma. Ou nem ela.

Segui meu caminho, comprei o que tinha de comprar e me instalei num café. Numa mesa mais adiante eu vi uma outra jovem, pendurada no celular, que exibia no tornozelo a tatuagem de uma pomba branca com um ramo de oliveira preso ao bico. Outros jovens passavam diante de mim. E muitos, alguns discretamente, outros nem tanto, deixavam à mostra uma tatuagem. Lembrei que, na minha adolescência, tatuagem era uma exclusividade de marinheiros e presidiários, além de muito frequente nas histórias em quadrinhos, como as do Popeye e sua âncora tatuada nos braços.

Uma vez participei de um grupo amador de teatro que promovia espetáculos em presídios. Numa das apresentações, um dia de muito calor, os presos estavam sem camisa, sentados no chão do pátio, e todos eles, sem exceção, exibiam tatuagens nos braços e no peito. Nos braços, a mais comum era um coração flechado, onde se podia ler um nome de mulher. Já no peito, a que se via em quase todos era um coração - sem a flecha - em que se lia "amor de mãe".

Àquela época a única pessoa tatuada que conhecíamos no bairro em que eu morava era um empregado de posto de gasolina, Genésio. Mas ele também, soubemos depois, era um ex-presidiário.

Estava eu voltado para essas longínquas e inocentes lembranças quando vi a jovem entre aspas se aproximar do café, acompanhada de uma outra, aparentemente da mesma idade. Conversavam animadamente e riam do que falavam. Ocuparam a mesinha ao lado da minha e, como o lugar era pequeno, quase nos esbarrávamos. Tanto olhei para elas e tanto elas surpreenderam meu olhar que achei melhor explicar a minha curiosidade.

- Desculpe - disse eu -, mas desci a escada do shopping alguns degraus atrás de você e vi suas aspas tatuadas nos ombros. Nunca tinha visto nada igual.

- Ah - sorriu ela -, todo mundo se interessa por elas e me pergunta a razão.

- E você pode dizer qual é?

- Bem, eu acho aspas um sinal muito bonito. Graficamente bonito, entende?

- Concordo, mas ...

- Mas o que eu quis mesmo, de verdade, foi fazer uma provocação. Que cada pessoa que olhasse imaginasse alguma frase, um conceito ou mesmo uma única palavra, para colocar entre as aspas.

- Foi o que eu imaginei - exclamei com aquele sorriso de quem acertou e por isso se acha o máximo!

- Que estou aberta a sugestões, entende?

E as duas, maliciosamente, riram ainda mais.

- Uma vez um rapaz me disse que colocaria entre as aspas dos meus ombros o verso do Vinicius: "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental".

- Você gostou?

- Se gostei? Gostei tanto que vivemos juntos dois anos. Só acabou porque um outro me disse que colocaria: "Viver bem é a maior vingança".

- Com esse você deve ter vivido mais tempo.

-Ah, por esse eu me apaixonei perdidamente, vivo com ele até hoje. Já dura cinco anos!

Pagaram a conta, deram tchau e se foram, sempre rindo, alegres, felizes, soltas como uma pipa ao vento.

Eu fiquei olhando as duas, sorrindo diante da velocidade com que pensavam e falavam, de como agiam e riam. E de como pareciam se livrar, sem dificuldade, do peso dos sentimentos. Quem sabe até do amor. Talvez estivesse ali, na juventude tatuada, abrir aspas: "a alegria de viver". Fechar aspas. Sem pensarem vingança.

Fonte: Disponível em: http://vejario.abril.com.br/blog. Acesso em: 18/06/2013.

Pelo fragmento "(...) como as do Popaye e sua âncora tatuada nos braços." pode-se afirmar que a profissão da personagem citada é:

 

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2453366 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Em um concurso, os 20 aprovados obtiveram em Matemática as seguintes notas representadas no Gráfico.

Enunciado 2766741-1

Qual a moda dessas notas?

 

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De acordo com o art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil, a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, , moralidade, publicidade e . Marque a alternativa que contenha os princípios que preencham corretamente as lacunas:

 

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2453111 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
No Microsoft Word 2007, pode-se adicionar notas de rodapé aos documentos. Esta opção pode ser acessada a partir de dois submenus do menu principal do Microsoft Word 2007, são eles:
 

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2452829 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Tatuagens

Manoel Carlos

Eu estava descendo a escada rolante do shopping e ela seguia dois degraus à minha frente. E nos seus ombros eu vi, tatuado, o sinal de aspas que se abria no ombro esquerdo e se fechava no direito. Entre um e outro, nenhuma mensagem ou palavra. Nada se via ou se lia naquele espaço. Eram, portanto, aspas que se abriam e se fechavam sobre coisa nenhuma.

Acabei de descer, perdi a jovem de vista, mas não conseguia esquecer aqueles dois sinais. Ocorreu-me que - para fazer graça, quem sabe? - estaria se colocando entre as aspas para ser vista como uma pessoa diferente. Ela própria uma citação de algo que ninguém deveria saber, a não ser ela mesma. Ou nem ela.

Segui meu caminho, comprei o que tinha de comprar e me instalei num café. Numa mesa mais adiante eu vi uma outra jovem, pendurada no celular, que exibia no tornozelo a tatuagem de uma pomba branca com um ramo de oliveira preso ao bico. Outros jovens passavam diante de mim. E muitos, alguns discretamente, outros nem tanto, deixavam à mostra uma tatuagem. Lembrei que, na minha adolescência, tatuagem era uma exclusividade de marinheiros e presidiários, além de muito frequente nas histórias em quadrinhos, como as do Popeye e sua âncora tatuada nos braços.

Uma vez participei de um grupo amador de teatro que promovia espetáculos em presídios. Numa das apresentações, um dia de muito calor, os presos estavam sem camisa, sentados no chão do pátio, e todos eles, sem exceção, exibiam tatuagens nos braços e no peito. Nos braços, a mais comum era um coração flechado, onde se podia ler um nome de mulher. Já no peito, a que se via em quase todos era um coração - sem a flecha - em que se lia "amor de mãe".

Àquela época a única pessoa tatuada que conhecíamos no bairro em que eu morava era um empregado de posto de gasolina, Genésio. Mas ele também, soubemos depois, era um ex-presidiário.

Estava eu voltado para essas longínquas e inocentes lembranças quando vi a jovem entre aspas se aproximar do café, acompanhada de uma outra, aparentemente da mesma idade. Conversavam animadamente e riam do que falavam. Ocuparam a mesinha ao lado da minha e, como o lugar era pequeno, quase nos esbarrávamos. Tanto olhei para elas e tanto elas surpreenderam meu olhar que achei melhor explicar a minha curiosidade.

- Desculpe - disse eu -, mas desci a escada do shopping alguns degraus atrás de você e vi suas aspas tatuadas nos ombros. Nunca tinha visto nada igual.

- Ah - sorriu ela -, todo mundo se interessa por elas e me pergunta a razão.

- E você pode dizer qual é?

- Bem, eu acho aspas um sinal muito bonito. Graficamente bonito, entende?

- Concordo, mas ...

- Mas o que eu quis mesmo, de verdade, foi fazer uma provocação. Que cada pessoa que olhasse imaginasse alguma frase, um conceito ou mesmo uma única palavra, para colocar entre as aspas.

- Foi o que eu imaginei - exclamei com aquele sorriso de quem acertou e por isso se acha o máximo!

- Que estou aberta a sugestões, entende?

E as duas, maliciosamente, riram ainda mais.

- Uma vez um rapaz me disse que colocaria entre as aspas dos meus ombros o verso do Vinicius: "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental".

- Você gostou?

- Se gostei? Gostei tanto que vivemos juntos dois anos. Só acabou porque um outro me disse que colocaria: "Viver bem é a maior vingança".

- Com esse você deve ter vivido mais tempo.

-Ah, por esse eu me apaixonei perdidamente, vivo com ele até hoje. Já dura cinco anos!

Pagaram a conta, deram tchau e se foram, sempre rindo, alegres, felizes, soltas como uma pipa ao vento.

Eu fiquei olhando as duas, sorrindo diante da velocidade com que pensavam e falavam, de como agiam e riam. E de como pareciam se livrar, sem dificuldade, do peso dos sentimentos. Quem sabe até do amor. Talvez estivesse ali, na juventude tatuada, abrir aspas: "a alegria de viver". Fechar aspas. Sem pensarem vingança.

Fonte: Disponível em: http://vejario.abril.com.br/blog. Acesso em: 18/06/2013.

As vírgulas no fragmento: "Eram, portanto, aspas que se abriam (...)" são justificadas:

 

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