Foram encontradas 520 questões.
Paulo trabalha no almoxarifado da prefeitura e está organizando caixas idênticas de determinado material em um armário.
Sabe-se que cada caixa tem o formato de um cubo com 40 cm de aresta, e o armário tem o formato de um paralelepípedo
de 2 m de altura, 1,20 m de largura e 80 cm de profundidade. Paulo quer aproveitar ao máximo o espaço do armário, empilhando um grande número dessas caixas, sem deixar sobras. Considerando as dimensões do armário e das caixas, qual é o
maior número de caixas que Pedro consegue colocar dentro do armário?
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Certa escola está organizando um simulado de vestibular e, para isso, decidiu mesclar seus alunos do ensino médio em 8
salas com capacidade para 35 alunos. O número de alunos do ensino médio, das turmas de 1º, 2º e 3º anos, somados, totalizam 272 estudantes. Sabe-se que, para acompanhar a aplicação de prova, serão disponibilizados 2 professores por sala.
Além disso, a escola decidiu convidar 8 monitores externos, sendo 1 monitor para cada sala. Considerando a soma de alunos,
professores e monitores de todas as salas, qual será o número total de pessoas envolvidas nesse simulado?
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3890310
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Maria é diretora de uma escola e, no início do ano, organiza o calendário escolar. Para verificar quando as férias devem começar, ela decidiu que o retorno das aulas será no dia 1º de agosto, segunda-feira, e que os alunos terão exatos 15 dias úteis
(segunda a sexta-feira) para descansar no mês de julho. Em qual dia do mês de julho está marcado para as férias iniciarem?
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Marcos está construindo uma pequena piscina em sua casa. Ele pretende cobri-la e, para isso, mandou fabricar uma lona
com as medidas exatas da borda retangular – 3,2 metros de comprimento e 1,8 metro de largura. Para fixar a lona, Marcos
instalou ganchos a cada metro ao redor da borda da piscina, começando por um dos cantos, dando uma volta completa.
Sabendo disso, quantos ganchos Marcos precisou comprar para instalar na borda da piscina?
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A torcida organizada de determinado time pretende fazer uma excursão para assistir ao jogo da final do campeonato. Os
torcedores serão distribuídos, inicialmente, em 4 ônibus. A empresa contratada para fazer o transporte informou à organização que cada ônibus pode transportar, no máximo, 45 torcedores. Sabendo que 200 torcedores irão a essa excursão, quantos ônibus a mais serão necessários para acomodar todos os torcedores?
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3890307
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Pedro marcou um almoço de negócios com um cliente. Porém, antes de almoçar, ele irá em alguns locais resolver assuntos
pessoais. Para se organizar melhor, Pedro anotou em um papel, antes de sair de casa, cada um dos compromissos que deverá
realizar, em sequência, com algumas observações:
Considerando que não haverá nenhuma alteração no que Pedro escreveu e que os deslocamentos entre os locais duram exatamente 15 minutos cada, Pedro chegará ao restaurante com:
Considerando que não haverá nenhuma alteração no que Pedro escreveu e que os deslocamentos entre os locais duram exatamente 15 minutos cada, Pedro chegará ao restaurante com:
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3890306
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Durante uma aula de matemática, a professora separou seus alunos em grupos, os quais foram identificados por códigos
formados por uma letra seguida de um número. Os códigos foram distribuídos em uma sequência lógica, para indicar a ordem
em que os grupos deveriam fazer as apresentações. Observe a sequência distribuída pela professora:
A2, C4, F6, J8
Seguindo a sequência lógica, qual será o código de identificação para o próximo grupo?
A2, C4, F6, J8
Seguindo a sequência lógica, qual será o código de identificação para o próximo grupo?
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3890305
Ano: 2025
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Determinado artista plástico está criando vitrais para uma exposição de arte moderna. Para o primeiro vitral, ele criou uma
figura e a repetiu várias vezes ao lado da anterior, sem alterar sua orientação, formando uma linha contínua com o mesmo
desenho. Para o segundo vitral, o artista desenhou uma asa e fez uma cópia invertida, como se fosse vista em um espelho. Para
finalizar, o terceiro vitral foi feito em forma de uma coroa com seis pontas idênticas, igualmente espaçadas em torno de um
círculo, de modo que, ao girar a figura ao redor de um ponto central, ela continuava com a mesma aparência. Um crítico de
artes plásticas identificou um tipo de simetria em cada um dos vitrais. Quais foram as simetrias identificadas pelo crítico nos
primeiro, segundo e terceiro vitrais, respectivamente?
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Perder um animal de estimação é motivo de luto
Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima,
nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado
socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.
Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.
E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da
minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte
do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram
conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.
Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A
relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos
humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três
metros de distância, dependendo do humor.
Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer,
melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o
coração completamente capturado, sabe: a dor é real.
Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE
dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade
dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.
Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é
ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação.
Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço
arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
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Perder um animal de estimação é motivo de luto
Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima,
nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado
socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.
Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.
E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da
minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte
do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram
conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.
Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A
relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos
humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três
metros de distância, dependendo do humor.
Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer,
melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o
coração completamente capturado, sabe: a dor é real.
Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE
dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade
dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.
Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é
ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação.
Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço
arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
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