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3890332 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Qual o aumentativo do vocábulo “tratamento” (3º§)?
 

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3890331 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
No que se refere à acentuação das palavras, elas podem ser classificadas em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
 

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3890330 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Considerando que as palavras são classificadas em substantivos feminino e masculino, assinale, a seguir, o substantivo masculino.
 

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3890329 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
No 1º§, a palavra “síndrome” aparece grafada com letra maiúscula e minúscula. Nesse sentido, assinale a afirmativa correta.
 

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3890328 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Ao afirmar “Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, ‘vacine-se’ todos os dias.” (5º§), o autor transmite a ideia de que:
 

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3890327 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Sabe-se que um texto é composto por introdução, desenvolvimento e conclusão. Para isso, no texto em análise, o autor aponta, de forma sequencial, alguns temas sobre a Síndrome Respiratória Aguda Grave; enumere-os de acordo com a ordem em que são apresentados.
( ) Motivos de contaminação.
( ) Apresentação da síndrome.
( ) Formas de tratamento e prevenção.
A sequência está correta em
 

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3890326 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Observe o trecho: “A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores.” (2º§). São considerados sinônimos de “incidência”, EXCETO:
 

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3890325 Ano: 2025
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave
        Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco.
        A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática.
        O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar.
        Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal.
        Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
O título “Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave” sugere que o texto abordará:
 

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3890324 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Para estar na política, mulheres indígenas enfrentam desafios como falta de apoio e preconceito
Nas últimas eleições, das 1.721 candidaturas autodeclaradas indígenas, somente 9% se elegeu; apenas 31 mulheres
Recentemente, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, em discurso durante o Acampamento Terra Livre, incentivou que mais mulheres indígenas se candidatassem nas próximas eleições municipais para aumentar a representatividade em diferentes esferas do poder nacional. Apesar do aumento das candidaturas indígenas de 2016 para 2020, ainda há uma sub-representação nas câmaras municipais. Pré-candidatas indígenas, no Paraná, destacam a falta de apoio e de estrutura, bem como a visão preconceituosa da sociedade. Apontam, também, os desafios para se manterem na política como mulheres indígenas.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)
A política é um espaço de disputas, que se fortalece democraticamente através da representatividade. Nesse sentido, a presença de mulheres indígenas nos diferentes espaços de representação política (municipal, estadual e nacional) significa:
 

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3890323 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Novas fontes renováveis, como eólica e solar, vão ser 51% da geração de energia em 2028
Plano quinquenal do ONS mostra que, pela primeira vez, hidrelétricas e térmicas devem constituir menos de metade da matriz brasileira
Pela primeira vez em décadas, mais de metade do parque gerador de energia elétrica no Brasil será de novas fontes renováveis: usinas eólicas, parques fotovoltaicos, painéis solares, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Em 2028, segundo projeções recém-divulgadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas fontes de energia vão representar 51% da capacidade instalada de geração no país. Usinas hidrelétricas e térmicas – que usam gás natural, carvão mineral ou óleo combustível – deverão corresponder a 49% da matriz.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/. Acesso em: maio de 2025.)
As energias renováveis têm crescido em abrangência no Brasil, o que impactará positivamente o ambiente, diante dos avanços da crise climática global. Nesse sentido, a mudança no cenário energético brasileiro demonstra:
 

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