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Disciplina: Artes Plásticas
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Missões-RS
O azul ultramarino, extraído do lápis-lazúli, um calcário contendo o mineral lazurita, representou, durante séculos, o pigmento azul mais valorizado na pintura, chegando a custar mais que o ouro. Sua utilização era frequentemente especificada em contratos artísticos, e o processo de extração da cor exigia técnicas complexas e trabalho intensivo, o que contribuía para sua raridade. Assim, gradativamente, o pigmento experimentou declínio em seu uso artístico. Entre os fatores que contribuíram para esse declínio, está(ão):
I. O desenvolvimento do ultramarino sintético, que ofereceu qualidade cromática similar ao natural com custo significativamente menor.
II. A dificuldade para preservar a intensidade cromática quando utilizado em pintura a óleo.
III. O surgimento de pigmentos azuis alternativos, como o azul da Prússia.
Está(ão) CORRETA(S):
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Disciplina: Artes Plásticas
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
I - A obra utiliza o sarcasmo para deslocar o foco do objeto para o conceito, questionando o fetichismo da assinatura do artista e como o mercado atribui valor monetário a qualquer resíduo ligado ao gênio criador.
II - Os artistas conceituais queriam questionar o sistema das galerias e museus. Eles se perguntavam: Por que algo é considerado arte só porque está em um museu?
III - O artista conceitual não funciona como um arquiteto ou um estrategista; ele precisa fazer parte da execução da obra, não podendo ser substituído por outra pessoa ou, até mesmo, por máquinas.
IV - A arte deixa de ser algo para "contemplar com os olhos" e passa a ser algo para "decifrar com a mente".
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Disciplina: Artes Plásticas
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
I - Na Pré-história, destaca-se o naturalismo das pinturas rupestres e as vênus (esculturas de fertilidade); no Egito, a Lei da Frontalidade e a arte voltada à eternidade/religião; na Grécia, a busca pelo equilíbrio ideal e o humanismo; e em Roma, o realismo nos retratos e o uso funcional do arco na arquitetura.
II - Na Pré-história a arte não era decorativa, mas sim funcional e mágica, ligada à sobrevivência e aos ciclos da natureza, a arte egípcia era extremamente conservadora e padronizada, focada quase inteiramente na vida após a morte e na glorificação do Faraó.
III - Os gregos buscavam a "Beleza Ideal", criando esculturas com proporções matematicamente perfeitas que representavam o homem no auge de sua forma. Diferente da beleza idealizada dos gregos, os romanos faziam bustos que mostravam rugas, cicatrizes e imperfeições, valorizando a fidelidade à fisionomia real.
IV - Os Gregos foram mestres da engenharia, utilizando o arco e a cúpula para criar espaços internos amplos e funcionais (como o Panteão e o Coliseu). A arte romana servia para celebrar as vitórias militares e a grandeza de Roma, visível em colunas triunfais, arcos do triunfo e grandes aquedutos. Ao contrário da rigidez egípcia, os gregos desenvolveram técnicas como o contraposto (peso do corpo em uma só perna), dando naturalidade e dinamismo às estátuas.
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I. Elas facilitam o corte, o polimento e a modelagem de materiais mais duros.
II. O próprio Artesão pode criar ou adaptar suas ferramentas para melhorar o trabalho.
III. Seu uso anula completamente o valor cultural e a originalidade da peça feita à mão.
Está(ão) CORRETA(S):
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Acerca disso, pode se afirmar que:
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Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Com base nisso, pode-se afirmar que:
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