Foram encontradas 585 questões.
1303834
Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre os conceitos de Contabilidade, Contabilidade Pública e campo de atuação da Contabilidade Pública, analise as afirmativas listadas abaixo e em seguida, assinale a alternativa CORRETA:
I – A Contabilidade Pública tem por objetivo captar, registrar, acumular, resumir e interpretar os fenômenos que afetam somente as situações orçamentárias das entidades de direito privado.
II – As contas da Contabilidade Pública são escrituradas conforme as normas específicas que constituem o Sistema Contábil Público.
III – A Contabilidade Pública estuda, controla, orienta e demonstra a organização e execução da Fazenda Pública; o patrimônio público e as suas respectivas variações.
IV – As partidas dobradas é o método contábil pelo qual é escriturado as operações financeiras e patrimoniais.
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Possuímos duas dentições durante a vida, a dentição decídua e a dentição permanente. Aproximadamente aos 6 anos de idade começamos a troca de dentição decídua para a dentição permanente, seguindo uma cronologia. De acordo com essa troca, assinale a alternativa CORRETA sobre a substituição do decíduo pelo permanente segundo as notações dentárias:
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Durante a ausculta pulmonar podemos auscultar em condições anormais os sons adventícios que podem ter sua origem na árvore brônquica, vias aéreas distais ou no espaço pleural. Podendo ser divididos em estertores secos e úmidos. São considerados estertores secos:
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A escola surgiu a partir de uma necessidade social. Sobre a história e os fundamentos da educação, observe as afirmativas a seguir:
I – Educação Primitiva: A educação estava exclusivamente nas mãos da Igreja Católica. A educação era uma serva da igreja, sua meta principal era inspirar os alunos, de maneira que estes aprendessem a levar uma vida moral e obedecessem ao que pregavam os líderes religiosos. Era uma educação autoritária, tudo em nome de Deus.
II – Educação Medieval: Neste período da história humana, o novo método da ciência buscava confirmação nos fatos da natureza, não havia mais ilusão ou alegoria, e sim a experiência. Enfatizavam-se os aspectos particulares em lugar das generalidades. Encontra-se aqui o começo do método hipotético da ciência moderna.
III - Educação Romana: Nessa época a educação era dividida em três campos. Em primeiro lugar vinha a Dialética (as leis do raciocínio), em segundo, a Ética (as leis da justiça) e em terceiro a Física. IV – Educação Oriental: Nesse período surgiu à escrita com o domínio da linguagem na literatura, surgiram também cidades, estado e organização política. Na região comumente chamada de Oriente, a educação se iniciava em casa com os entes mais velhos. O conhecimento, as ideias e principalmente os conceitos que eram a base destas sociedades eram transmitidos oralmente.
As afirmativas CORRETAS são:
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TEXTO 1
Lua Cheia
Ninguém vai chegar do mar
Nem vai me levar daqui
Nem vai calar minha viola
Que desconsola, chora notas
Pra ninguém ouvir.
Minha voz ficou na espreita, na espera
Quem dera abrir meu peito
Cantar feliz
Preparei para você uma lua cheia
E você não veio
E você não quis.
Meu violão ficou tão triste, pudera
Quisera abrir janelas
Fazer serão
Mas você me navegou
Mares tão diversos
E eu fiquei sem versos
E eu fiquei em vão.
BUARQUE, Chico; TOQUINHO. Lua Cheia. 1965. Disponível em: <http://www.chicobuarque.com.br/letras/luacheia_65.htm>.
Leia o seguinte trecho do texto:
Ninguém vai chegar do mar
Nem vai me levar daqui
Nem vai calar minha viola
Sobre o uso do vocábulo “nem”, assinale a alternativa CORRETA:
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1303127
Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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O número de Reynolds é utilizado para estimar se as forças viscosas são ou não desprezíveis em um fluido. Em relação ao número de Reynolds, assinale a alternativa CORRETA:
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Os núcleos de apoio à saúde da família (NASF) configuram-se como equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (eSF), as equipes de atenção básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais) e com o Programa Academia da Saúde. Sobre os profissionais que poderão compor os NASF, assinale a alternativa INCORRETA:
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O conceito de paisagem urbana de Gordon Cullen, por sua simplicidade e objetividade, é uma das propostas mais difundidas como instrumento de avaliação dos espaços urbanos e talvez seja uma das formas de compreender e analisar o espaço, intuitivamente ou não, mais usadas vulgarmente ou por especialistas. De acordo com esse conceito, marque a alternativa INCORRETA:
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1302818
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Criada para educar empresas e cidadãos a investirem em cultura, que permite que estas apliquem parte de seu Imposto de Renda em ações culturais. Estamos falando da Lei de Incentivo a Cultura, mais conhecida como:
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‘Sem festa’, por Caetano Veloso
Parece que há quem queira festejar. Eu, neste primeiro momento do governo Michel Temer, só tenho mesmo é uma grande queixa a fazer: a extinção do MinC é ato retrógrado. Depois de já haver, oportunisticamente, desistido de diminuir o número de ministérios, Temer, premido pela má repercussão da notícia, voltou a fazer o que a maioria dos brasileiros, acertadamente, quer: enxugar a máquina administrativa, na crença de que, assim, faz economia e livra-se do toma-lá-dá-cá. Na verdade, o peso econômico é pífio e as escolhas dos novos ministros não apontam para um critério técnico e meritocrático. Seria uma beleza se um presidente peemedebista nos livrasse do vício da distribuição “política” de cargos. Mas nossa oficialidade não vive de belezas. No entanto, reduzir o número de ministérios é bom de qualquer jeito. É bom simbolicamente, formalmente. Mas o desfazimento do MinC é negativo. Só Collor o tinha tentado antes, com tétricos resultados.
O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “thinktank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece. Sei que os maluquinhos habituais vão repetir que os artistas famosos brasileiros vivem do dinheiro do Estado, que querem mais, que são dependentes do governo. Repetirão todas as bobagens que têm dito sobre a Lei Rouanet e demonstrarão todo o ressentimento pelo que filmes, peças, canções, escritos, desenhos, edifícios, estátuas, performances, instalações, criações artísticas em geral representam quando atingem multidões ou íntimas sensibilidades. Não. Eu digo NÃO. Os artistas que se sentem atraídos pelo histórico do PT, o mais duradouro e estruturado partido de esquerda do mundo contemporâneo, não são dependentes de governo. Eu não sou dependente de governo. Tenho minhas opiniões próprias e exibo as contradições de minhas buscas. Só retirarei a afirmação de que baixar o MinC a uma secretaria dentro do Ministério da Educação (que tem tarefa gigante pela frente) ou a uma Secretaria Nacional de Cultura ligada à Presidência da República, como se cogita agora, é retroagir se, uma vez em ação, o novo governo prove que é capaz de dar à produção cultural a atenção que ela requer. Se os trabalhos da DDI tiverem continuidade, se os ajustes que se mostrem necessários no uso da Lei Rouanet servirem para que ela seja mais eficaz no estímulo à inventividade, se outras áreas da criação forem levadas à condição de superavitárias, se o Estado exibir que sabe o quanto o apoio à cultura pode resultar em crescimento econômico, direto e indireto, local ou como estímulo ao turismo internacional. Sem isso, não quero nem saber de festa.
VELOSO, Caetano. Sem festa, por Caetano Veloso. O Globo, Rio de Janeiro. 15 mai. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/cultura/artigo-sem-festa-por-caetano-veloso-19308827#ixzz48psqYC5d>.
Os gêneros textuais caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Eles são fenômenos históricos que surgem frente a necessidades e atividades socioculturais. De acordo com a estrutura, o conteúdo e os objetivos comunicacionais do texto Sem festa, por Caetano Veloso, considera-se que ele corresponde ao gênero textual:
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