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São métodos tradicionais de controle a deterioração microbiana e a segurança em alimentos, EXCETO:
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Sobre os Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microorganismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração do prazo de validade, com conteúdo inutilizado, vazios ou com restos do produto, agulhas, e seringas. É CORRETO afirmar-se que:
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Para reduzir ou eliminar o risco de contaminação, os (RSS) passam por tratamento, que consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos. Sobre o tratamento destes, é CORRETO afirmar-se que:
I. O tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento gerador ou em outro estabelecimento, não sendo necessárias, nestes casos, as condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do tratamento.
II. Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de saúde não necessitam de licenciamento ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA nº. 237/1997. Portanto não são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente.
III. O processo de autoclavação aplicado em laboratórios para redução de carga microbiana de culturas e estoques de microrganismos está dispensado de licenciamento ambiental, ficando sob a responsabilidade dos serviços que as possuírem.
IV. Os sistemas de tratamento térmico por incineração devem obedecer ao estabelecido na Resolução CONAMA nº. 316/2002.
Estão CORRETAS:
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Anti-ratização é o conjunto de medidas preventivas e corretivas adotadas no meio ambiente que visam impedir e/ou dificultar a implantação e expansão de novas colônias de roedores. Sobre estas medidas é INCORRETO afirmar que:
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Segundo a Lei nº 8.080 de 19 de Setembro de 1990. Art. 5º - Tem-se como objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS) à:
I. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
II. A formulação de política de saúde destinada a promover, os campos econômicos e sociais.
III. A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.
IV. A universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.
V. A administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em cada ano, à saúde.
Estão INCORRETAS:
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Ana fez uma saia e um vestido com 5,5 m de tecido. Para a saia ela usou 2,45 m de tecido e para o vestido usou 1,8 m. Quantos metros de tecido restaram?
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Somando-se o dobro de 25 com o triplo de 50, obteremos:
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A soma do antecessor de 57 com o sucessor de 101 é:
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Flávio comprou um aparelho de DVD por R$ 350,00. Pagou a metade à vista e o restante será pago em duas vezes, sem acréscimo. O valor da última parcela será:
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O poder do consumidor
1 Esta coluna vem com uma semana de atraso, mas a importância do tema escusa a impontualidade. Vou falar do consumidor, cujo dia foi celebrado na quinta-feira passada, e do marketing. Trago em meu auxílio a psicologia evolutiva, mais especificamente o livro "Darwin Vai às Compras", de Geof-frey Miller, que acaba de ganhar uma edição brasileira.
2 A tese central da obra é que o ser humano consome não apenas para satisfazer suas necessidades básicas, mas também para exibir suas qualidades para o grupo, em especial para possíveis parceiros sexuais. Se eu uso um Rolex estupidamente caro, é porque tenho dinheiro o bastante para desperdiçá-lo com supérfluos, donde se depreende que sou rico, um sinal de minhas aptidões físicas ou intelectuais.
3 Esse pendor humano pelo consumo conspícuo alimenta o marketing, que, de acordo com Miller, está promovendo uma das mais importantes revoluções na história. Até as primeiras décadas do século 20, empresas fabricavam seus produtos e procuravam vendê-los. Faziam uma propagandazinha, no máximo. Mas, desde que o marketing se tornou uma força, as firmas passaram a dedicar grande parte de suas energias a tentar descobrir quais são os desejos de seus clientes e satisfazê-los.
4 É claro que nem tudo são flores na vida do consumidor. O marketing também encerra perigos. Ele nos impinge ilusões e nos leva a tomar decisões que podem ir contra nossos interesses. É falsa, por exemplo, a ideia de que o Rolex sinaliza nossas qualidades de maneira mais eficiente do que alguns minutos de conversa.
5 Essa mudança de foco da produção para o marketing, sustenta Miller, deslocou de forma inédita o poder de instituições para indivíduos. O paralelo é com a democracia. Ela, sem dúvida, fortalece o cidadão. Isso não significa, como já apontava Platão, que ele fará as escolhas certas. O poder, de todo modo, é pulverizado.
Hélio Schwartsman
Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/324 54- o-poder-do-consumidor.shtml
Atente para o trecho “... o ser humano consome não apenas para satisfazer suas necessidades básicas, mas também para exibir suas qualidades para o grupo...” (2°parágrafo). O uso da vírgula no trecho supracitado justifica-se por:
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