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Segundo os cientistas, as mudanças climáticas que são observadas no mundo inteiro são os maiores exemplos do que o homem tem feito de negativo em relação ao meio ambiente. A preservação ambiental pode começar em casa, com pequenas atitudes que se tornam hábitos favoráveis a essa preservação. Assinale a opção que corresponde a uma ação DESFAVORÁVEL à preservação ambiental.
 

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Conceitualmente, paradas de manutenção são eventos cíclicos em que as fábricas param sua produção total ou parcial para realizar atividades de manutenção. A principal finalidade destas paradas é fazer com que os equipamentos retornem a sua condição nominal de trabalho. Relacione, corretamente, as paradas de manutenção com suas finalidades, numerando os parênteses abaixo, de acordo com a seguinte indicação:
1. Manutenção corretiva
2. Manutenção preventiva
3. Manutenção preditiva
4. Manutenção detectiva
( ) É a atuação efetuada em sistemas de proteção buscando descobrir falhas, ocultas ou não, perceptíveis ao pessoal de operação e manutenção.
( ) Trata-se de um método no qual a vida útil de peças importantes é prevista com base em inspeção ou diagnóstico, a fim de usar as peças até o limite de sua vida útil.
( ) Melhora equipamentos e seus componentes, para que a manutenção possa ser executada de forma confiável.
( ) É a atuação realizada de forma a reduzir ou evitar a falha ou quebra no desempenho, obedecendo a um plano elaborado.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer.!$ ^{(A)} !$ Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender !$ ^{(B)} !$“suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais!$ ^{(C)} !$ – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas!$ ^{(D)} !$ – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação à colocação pronominal padrão, é correto afirmar que há um(a)
 

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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Nos relatórios de fiscalização direta, observou-se que são abarcados principalmente aspectos estruturais. Em sistemas de abastecimento de água são inspecionadas captações, adutoras, reservatórios, elevatórias, estações de tratamento e redes de distribuição. Já nos sistemas de esgotamento sanitário, são verificadas estações de tratamento de esgoto, elevatórias de esgoto, redes coletoras e corpo receptor. De forma geral, os processos de inspeção visam verificar a vulnerabilidade, estrutura, conservação e operação dos sistemas. Dentre os documentos solicitados previamente aos prestadores para apresentação na fiscalização direta, foi constatado que há informações que poderiam ser verificadas remotamente, sem a necessidade de inspeção in loco. Há constatações apresentadas nos relatórios advindos da fiscalização em campo (fiscalização direta) que poderiam ser elaboradas com base em informações monitoradas, já de posse da agência, a saber: a) População atendida e percentuais de atendimento com serviços de abastecimento de água e com esgotamento sanitário; b) Volumes produzidos, distribuídos e consumidos de água; c) Capacidade total de reservação; d) Capacidade nominal das unidades de tratamento de água; e) Volumes de coleta e tratamento de esgoto; f) Indicadores de perdas de água na distribuição; g) Atendimento aos padrões de potabilidade e plano de amostragem requeridos pelo Ministério da Saúde; h) Cumprimento a prazos de vistoria e de ligação de água e de esgoto, reparo de vazamentos de água e reparo de extravasamento de esgoto.
HAMDAN, O. H. C; OLIVEIRA, M. D; FONSECA, G. A. B; SOUZA, S. L. Fiscalização dos Serviços de Saneamento: alternativas para melhoria da abrangência. 4EXPO/ABAR, 27 a 29 de set. 2017. Florianópolis-SC, 2017.
De acordo com o texto, soluções alternativas de abastecimento de água foram agrupadas em unidades produtoras, quais sejam:
 

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Com relação ao sistema de gestão da qualidade em uma empresa de saneamento básico, é correto afirmar que
 

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Assinale a opção que completa correta e respectivamente o seguinte texto:
“Para a Organização das Nações Unidas (ONU), o meio ambiente é o conjunto de elementos físicos, químicos, biológicos e _____________1 que podem causar efeitos diretos ou indiretos sobre os seres vivos e as atividades humanas. O meio ambiente é o conjunto de unidades _____________2 que funcionam como um sistema natural. Assim, o meio ambiente é composto por toda a vegetação, animais, _____________3, solo, rochas, atmosfera. Também fazem parte do meio ambiente os recursos naturais, como a água, o ar, e os fenômenos físicos do clima, como energia, radiação, descarga elétrica e _____________4”.
 

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A fim de facilitar a avaliação das redes de monitoramento de qualidade da água, conta-se com o apoio dos seguintes elementos:
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
No que concerne às regras do uso ou não do hífen, assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
 

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1001615 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE

Topografia é a base de qualquer projeto e qualquer obra realizada por engenheiros ou arquitetos. Considerando as contribuições da topografia na engenharia sanitária e urbanismo, analise os itens listados a seguir:

I. levantamentos para execução de redes de água e esgotos;

II. drenagem e retificações de cursos d’água;

III. levantamento de uma área para urbanização;

IV. instalações dos equipamentos das casas de força;

V. controle de execução e medições para escavações de túneis.

Corresponde a contribuições da topografia na engenharia sanitária e urbanismo somente o que consta em

 

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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Nos relatórios de fiscalização direta, observou-se que são abarcados principalmente aspectos estruturais. Em sistemas de abastecimento de água são inspecionadas captações, adutoras, reservatórios, elevatórias, estações de tratamento e redes de distribuição. Já nos sistemas de esgotamento sanitário, são verificadas estações de tratamento de esgoto, elevatórias de esgoto, redes coletoras e corpo receptor. De forma geral, os processos de inspeção visam verificar a vulnerabilidade, estrutura, conservação e operação dos sistemas. Dentre os documentos solicitados previamente aos prestadores para apresentação na fiscalização direta, foi constatado que há informações que poderiam ser verificadas remotamente, sem a necessidade de inspeção in loco. Há constatações apresentadas nos relatórios advindos da fiscalização em campo (fiscalização direta) que poderiam ser elaboradas com base em informações monitoradas, já de posse da agência, a saber: a) População atendida e percentuais de atendimento com serviços de abastecimento de água e com esgotamento sanitário; b) Volumes produzidos, distribuídos e consumidos de água; c) Capacidade total de reservação; d) Capacidade nominal das unidades de tratamento de água; e) Volumes de coleta e tratamento de esgoto; f) Indicadores de perdas de água na distribuição; g) Atendimento aos padrões de potabilidade e plano de amostragem requeridos pelo Ministério da Saúde; h) Cumprimento a prazos de vistoria e de ligação de água e de esgoto, reparo de vazamentos de água e reparo de extravasamento de esgoto.
HAMDAN, O. H. C; OLIVEIRA, M. D; FONSECA, G. A. B; SOUZA, S. L. Fiscalização dos Serviços de Saneamento: alternativas para melhoria da abrangência. 4EXPO/ABAR, 27 a 29 de set. 2017. Florianópolis-SC, 2017.
Considerando o trecho “Há constatações apresentadas nos relatórios advindos da fiscalização em campo (fiscalização direta) que poderiam ser elaboradas com base em informações monitoradas”, assinale a afirmação verdadeira.
 

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