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Foram encontradas 58 questões.

4262897 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Analise as seguintes afirmações:

I) Entende-se por educação especial a etapa de educação escolar oferecida preferencialmente na rede especial de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

II) O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular.

III) O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.

IV) A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a quatro horas.

V) A exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola, sendo a sua exibição obrigatória por, no mínimo, 2 (duas) horas semanais.

Está(ão) correta(s):

Questão Anulada

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1462504 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Sabendo-se que solecismos são desvios indevidos de regência, concordância e colocação, indique a alternativa que não apresenta nenhum desses desvios, segundo a norma culta:

Questão Anulada

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1462503 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Analise as seguintes afirmações:

I) O ensino fundamental tem duração de 9 (nove) anos, com início a partir dos 6 (seis) anos de idade.
II) As escolas poderão optar ou não pela adesão ao ensino fundamental de nove anos de acordo com o contexto em que estejam inseridas.
III) É obrigatório aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.
IV) Os estabelecimentos de ensino deverão adotar o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
V) O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.
Está(ão) correta(s):

Questão Anulada

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1462502 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

“Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar”.

Assinale a alternativa que apresenta o mesmo tempo verbal do fragmento sublinhado acima.

Questão Anulada

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1462501 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Acerca das orações apresentadas pelo texto, analise as afirmativas que são feitas a seguir:

I) A primeira ocorrência de “que” (1º parágrafo) introduz uma oração adjetiva que explica a ideia apresentada na oração principal.
II) A primeira ocorrência de “que” (3º parágrafo) introduz uma oração adjetiva que restringe a ideia apresentada na oração anterior.
III) A palavra “que” (5º parágrafo), na segunda ocorrência, classifica-se como conjunção integrante.
IV) A palavra “se” (5º parágrafo, 2ª ocorrência) assinala uma oração que se encontra na voz passiva pronominal.
V) Após o verbo “Desconfio” (8º parágrafo), para fins de atender ao que preconiza a norma culta da língua, pode ser acrescentada a preposição “de”.
Está correto o que consta APENAS em

Questão Anulada

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1462500 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo INCORRETO em:

Questão Anulada

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Acerca das férias, assinale a opção correta.

Questão Anulada

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Sobre as vantagens pagas ao servidor, além do vencimento, previstas na Lei Municipal Nº. 923, de 19 de julho de 2007, assinale a assertiva correta.

Questão Anulada

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