Magna Concursos

Foram encontradas 58 questões.

312872 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Sobre os elementos de coesão apresentados pelo texto, analise as afirmações que são feitas a seguir:

I) O pronome “isso” (3º parágrafo) funciona como elemento de coesão anafórica.
II) “la” (2º parágrafo) exerce a função de complemento do verbo “manter” e refere-se a “alguma gracinha” (2º parágrafo).
III) O uso da primeira pessoa do plural em várias passagens do texto tem por objetivo a aproximação entre autora e leitores.
IV) A expressão “é que” (7º parágrafo) funciona como expressão expletiva ou de realce, sendo seu uso dispensado.
V) “las” (8º parágrafo) refere-se a “algumas franjas”.
Está(ão) correta(s)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312871 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Caso a palavra “um” (3º parágrafo, 1ª ocorrência) seja substituída por “pessoas”, quantas outras alterações deverão ocorrer no parágrafo para fins de concordância?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312870 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Analise as afirmações que são feitas a respeito do texto:

I) Predomina a norma culta da língua, embora se possam verificar algumas marcas da linguagem coloquial.
II) Na frase “... até chegar a uma estrutura medular ...” (1º parágrafo), a autora emprega o sentido denotativo.
III) Na frase “É preciso severidade consigo próprio ...” (3º parágrafo), verifica-se um exemplo de pleonasmo.
IV) O texto em questão apresenta apenas discurso indireto.
V) A partir das ideias da autora, pode-se concluir que o hábito de “aparar as franjas” é mais fácil para os mais velhos.
Está(ão) correta(s)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312869 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

A palavra “abarrotado” é formada pelo processo de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312868 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

São acentuadas pelo mesmo motivo as palavras:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312659 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Marque a opção que apresenta um ou mais afastamentos que não é considerado como de efetivo exercício.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312658 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Acerca do regime de trabalho, analise as assertivas a seguir e assinale a opção incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312657 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Sobre vacância de cargo público, marque a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312656 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Acerca das penalidades e das ações disciplinares previstas na Lei Municipal Nº. 923, de 19 de julho de 2007, identifique a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
312655 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Acerca das proibições ao servidor público, julgue as assertivas abaixo com V para verdadeiro e F para Falso.

( ) É proibido ao servidor retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento da repartição; mas, é legítimo cometer a outro servidor atribuições estranhas às do cargo que ocupa em situações de emergência e transitórias.
( ) É proibido ao servidor assentir fé a documentos públicos.
( ) Pode o servidor atuar como intermediário junto a repartições públicas quando se tratar de benefícios assistências de parentes até o segundo grau.
( ) É defeso ao servidor praticar usura sob qualquer de suas formas, assim como integrar conselho de empresa prestadora de serviços ou que realize qualquer modalidade de contrato com o Município.
( ) Pode o servidor proceder de forma desidiosa no desempenho das funções quando há justificada motivação.
Assinale a opção correta, que preenche as lacuna de cima para baixo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas