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Cipriano Luckesi, em “Avaliação da Aprendizagem”, afirma que, na escola brasileira nos últimos 40 anos, passou-se a utilizar o termo avaliação; contudo, as práticas escolares permaneceram predominantemente marcadas pelo ato de examinar. Para o autor, o ato de avaliar envolve necessariamente a adoção de uma dimensão:

 

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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.

A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.

Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.

Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.

Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.

Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.

Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.

A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.

Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.

A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.

Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)

Em “Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado”, observa-se a repetição de uma estrutura semelhante, com a substituição de uma palavra por outra. Essa substituição ressalta a seguinte ideia do parágrafo:

 

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Nos termos da Lei Orgânica Municipal, são símbolos do município de Saquarema:

 

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2240682 Ano: 2015
Disciplina: Música
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

“Estava à toa na vida / O meu amor me chamou / Pra ver a Banda passar / Cantando coisas de amor...”

(O Livro de Ouro – Ricardo Cravo Albin)

Para Ricardo Cravo Albim, em “O Livro de Ouro”, “Chico Buarque é, sem dúvida, uma Paixão Nacional”. Suas composições trouxeram qualidade lírica para a música brasileira e uma das grandes inovações de sua obra foi:

 

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2240665 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

As primeiras manifestações cênicas no Brasil, obra dos jesuítas, caracterizavam-se como instrumento de catequese. A forma teatral que melhor se ajustava aos objetivos dessas manifestações era o Auto, inspirada na seguinte herança histórica do teatro europeu:

 

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2240661 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Os PCN – Arte definem critérios de avaliação para o ensino do Teatro

1- Compreender e estar habilitado para se expressar na linguagem dramática

2- Compreender o teatro como ação coletiva

3- Compreender e apreciar as diversas formas de teatro produzidas nas culturas Relacione cada um desses critérios às capacidades correspondentes:

( ) capacidade de observar e apreciar as diversas formas de teatro em espaços cênicos distintos

( ) identifica as informações recebidas, assimilando-as como fonte de conhecimento e cultura

( ) capacidade de atenção, concentração, observação e se enfrenta as situações que emergem nos jogos dramatizados.

( ) empenha-se na construção grupal do espaço cênico em todos os seus aspectos

A sequência correta é:

 

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2240642 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

“Não é o ângulo reto que me atrai.

Nem a linha reta, dura inflexível, criada pelo homem.

O que me atrai é a curva livre e sensual”.

(Oscar Niemeyer)

As linhas arquitetônicas que caracterizam a obra de Oscar Niemeyer podem ser observadas na seguinte obra do artista:

 

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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.

A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.

Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.

Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.

Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.

Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.

Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.

A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.

Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.

A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.

Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)

Em “Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro”, o emprego de “ainda” explicita o seguinte pressuposto:

 

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2240582 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

“No anfiteatro das montanhas / Os profetas de Aleijadinho / Monumentalizam a paisagem / As cúpulas brancas dos Passos / E os cocares revirados das palmeiras / São degraus da arte do meu país / Onde ninguém subiu jamais / Bíblia de pedra-sabão / Banhada no ouro de Minas”

(Oswald de Andrade)

O poema exalta o conjunto de esculturas barrocas de Antonio Francisco Lisboa, localizado na cidade mineira denominada:

 

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2240544 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Ana Mae Barbosa propõe, como uma perspectiva contemporânea do ensino da Arte, a necessidade de o professor deslocar seus estudos e práticas pedagógicas junto aos alunos sobre o “que é Arte para quando algo, um objeto, uma ideia ou uma atitude é Arte”. A autora compreende, portanto, como componente definidor da experiência artística e estética:

 

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