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Foram encontradas 48 questões.

239022 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Contratos de terceirização de mão de obra que se refira a substituição de servidores e empregados públicos deverá ser registrado como uma variação patrimonial:
 

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239021 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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A receita orçamentária que tem por objetivo diferencias a receita em ordinária ou vinculada possui a classificação por:
 

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239018 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Acerca do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), é incorreto afirmar que:
 

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239016 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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O sistema de informação contábil que registra, processa e evidencia os fatos financeiros e na financeiros relacionados com as variações patrimoniais é o:
 

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239014 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Durante um curso de formação, o instrutor emitiu a seguinte proposição:


“As guias são todas timbradas ou o relatório não é válido.”


Entre as afirmações abaixo, qual é logicamente equivalente?

 

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239013 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Observe a sequência de imagens abaixo e responda.

enunciado 239013-1

Qual figura ocupa a posição 5 desta sequência?

 

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239008 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Em relação ao Plano Plurianual (PPA), à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à Lei Orçamentária Anual (LOA), assinale a alternativa correta:
 

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239007 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Sobre os créditos adicionais, analise os itens a seguir:


I- Os créditos suplementares e especiais são os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.

II- A anulação total ou parcial de dotações é fonte para abertura de créditos suplementares.

III- Os créditos especiais e extraordinários podem ter vigência além do exercício em que forem autorizados, desde que a autorização seja promulgada nos últimos quatro meses daquele exercício.


Dos itens acima:

 

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239006 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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No quadro de funcionários de uma empresa, consta que 11 deles são solteiros e, entre estes, apenas 3 possuem filhos. Outros 18 funcionários são casados e, entre eles, 12 possuem filhos. Segundo a política de benefícios da empresa, apenas cônjuges e filhos têm direito a usufruir, como dependentes, do plano de saúde coletivo. Quantos funcionários dessa empresa podem usufruir da extensão do benefício-saúde a seus dependentes?
 

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238998 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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CARRO: O CIGARRO DO SÉCULO 21?

Por Reinaldo Canto


Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.

Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual ao mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?

No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período, o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!

Para as novas gerações, fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje, todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!

A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.

Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.

Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.

Em relação aos carros, algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente, a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados, entre outras razões, pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor, como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.

Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.

Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público, como ônibus e metrô, e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?

FONTE: https://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo21-4760.html

Na passagem “A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas”, o termo em destaque poderia ser substituído, mantendo-se o sentido original e fazendo-se as adaptações necessárias, por:
 

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