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Foram encontradas 30 questões.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda às questões a que a ele se referem.

Texto 04

Lembrança do mundo antigo

Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes,

outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,

o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,

a menina pisou a relva para pegar um pássaro,

o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era

tranquilo em redor de Clara.

As crianças olhavam para o céu: não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.

Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava

no jardim, pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 04.

I - A simplicidade da linguagem do poema reforça a ideia da vida simples do passado que é retratada.

II - A afirmação de que as “cartas custavam a chegar” expressa uma crítica dessa forma de comunicação comparada à rapidez das formas existentes hoje.

III - Os medos e os perigos, “no mundo antigo”, não eram significativos, em comparação ao mundo moderno.

IV - A passagem “nem sempre podia usar vestido novo” revela uma nítida valorização dos bens materiais.

V - A vida em contato e em harmonia com a natureza ficou no passado, e hoje se encontram guardadas na

memória.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda às questões a que a ele se refere.

Texto 03

Enunciado 4681004-1

Disponível em: https://www.estadao.com.br/emais/. Acesso em: 27 jul. 2023.

Analise as afirmativas, tendo em vista o texto 03.

I - Os personagens Armandinho e Pedro usam o verbo “plantar” com o mesmo valor semântico.

II - O verbo “plantar”, na fala do último quadro, encontra-se subentendido e no sentido denotativo.

III - O verbo “plantar”, na fala do segundo quadro, compõe uma expressão com sentido conotativo.

IV - As personagens não expressam sentimento diante do fato de um deles ter de trocar a brincadeira pelo trabalho.

V - Os personagens Pedro e Armandinho, conforme se verifica, vivem numa mesma condição social.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões a que a ele se referem.

Texto 02

Enunciado 4681003-1

Disponível em: https://www.desenhoonline.com/site/os-desenhistas-e-a-tecnologia. Acesso em: 27 jul. 2023.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 02.

I - Na primeira fala, foi usada a interjeição “uau”, que exprime ideia de admiração.

II - Na segunda fala, a expressão “em breve” expressa uma ideia de tempo futuro.

III - Na segunda fala, o tempo do verbo “poderão” está ligado ao uso de “em breve”.

IV - Na tira, há uma fala com indicações de que ela foi proferida em tom mais alto.

V - Na tira, a linguagem não verbal acrescenta ideias que ajudam a compor o texto.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões a que a ele se referem.

Texto 02

Enunciado 4681002-1

Disponível em: https://www.desenhoonline.com/site/os-desenhistas-e-a-tecnologia. Acesso em: 27 jul. 2023.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 02.

I - Observa-se que, ao longo dos séculos, mudanças tecnológicas interferiram na atuação dos desenhistas profissionais.

II - Verifica-se que o desenvolvimento tecnológico não é capaz de superar a capacidade laboral dos desenhistas profissionais.

III - Percebe-se que a evolução tecnológica ocorreu, com o passar do tempo, inclusive, nos eletrodomésticos.

IV - Infere-se que os avanços tecnológicos podem provocar a desvalorização da profissão de desenhista.

V - Percebe-se que novas tecnologias permitirão a substituição de vários instrumentos usados pelos desenhistas profissionais.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões a que a ele se referem.

Texto 01

Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?

1 “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País

das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum

vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas

que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos

5 indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.

São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as

perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT,

aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros

– e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos

10 reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender

como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as

turbinas com o avião voando. [...]

Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda,

pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento,

15 burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são

muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas.

Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos

entender para qual porto queremos ir.

Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível

20 cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive

com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não

está entre as mais recomendáveis. [...]

Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 01.

I - A presença das aspas, no primeiro parágrafo, indica o uso de citações diretas.

II - O itálico assinala o uso de estrangeirismos, os quais ocorrem ao longo do texto.

III - A linguagem conotativa é empregada de forma reiterada no decorrer do texto.

IV - O uso de verbos na primeira pessoa marca a presença de subjetividade no texto.

V - O texto, por suas características, apresenta-se como dissertativo-argumentativo.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões a que a ele se referem.

Texto 01

Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?

1 “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País

das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum

vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas

que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos

5 indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.

São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as

perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT,

aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros

– e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos

10 reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender

como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as

turbinas com o avião voando. [...]

Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda,

pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento,

15 burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são

muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas.

Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos

entender para qual porto queremos ir.

Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível

20 cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive

com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não

está entre as mais recomendáveis. [...]

Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.

Analise as afirmativas tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 01.

I - Na contemporaneidade, as mudanças são muito rápidas e repentinas.

II - Na realidade atual, é necessário ter grande capacidade de adaptação.

III - Diante de uma realidade de incertezas, a melhor opção é aquietar-se.

IV - Nesses tempos, os desafios a serem enfrentados são de vários tipos.

V - Hoje, a realidade exige do mundo corporativo profissionais experientes.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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Texto 01

Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?

1 “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País

das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum

vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas

que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos

5 indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.

São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as

perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT,

aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros

– e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos

10 reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender

como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as

turbinas com o avião voando. [...]

Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda,

pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento,

15 burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são

muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas.

Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos

entender para qual porto queremos ir.

Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível

20 cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive

com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não

está entre as mais recomendáveis. [...]

Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.

Considere o trecho “São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho [...]” (Linhas 6-7)

O termo “disrupções”, no contexto em que foi empregado, significa

 

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Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?

1 “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País

das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum

vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas

que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos

5 indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.

São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as

perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT,

aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros

– e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos

10 reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender

como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as

turbinas com o avião voando. [...]

Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda,

pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento,

15 burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são

muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas.

Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos

entender para qual porto queremos ir.

Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível

20 cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive

com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não

está entre as mais recomendáveis. [...]

Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.

A ideia a que o texto se refere ao afirmar que “Há muitas versões para essa ideia tão simples [...]” é

 

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Um programa, em que se utiliza o Microsoft Windows, apresenta problemas e é preciso encerrá-lo à força. Qual software a seguir permite encerrar um programa que não está respondendo?

Questão Anulada

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4254826 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Analise a situação hipotética a seguir para responder à questão 10.

Um paciente pediátrico, 5 anos de idade, 20 kg, foi ao médico acompanhado dos pais. A queixa era febre alta, dor no corpo, mal-estar geral e dor de garganta. A suspeita clínica era uma infecção de garganta e foi prescrito os seguintes medicamentos:

Medicamento 1: ibuprofeno gotas suspensão oral 100 mg/ml (cada 1 ml = 20 gotas)Posologia: 200 mg de dipirona de 6 em 6 horas, por 5 dias. Medicamento 2: amoxicilina solução oral 500 mg /5 mlPosologia: 250 mg, 3 vezes ao dia, por 10 dias.

Fonte: O autor, 2023.

A partir dos dados contidos na prescrição, observe as afirmativas a seguir sobre a maneira CORRETA de administrar esses medicamentos ao paciente, considerando as posologias prescritas.

I - Para a correta administração do medicamento 1, deve-se administrar 40 gotas de suspensão oral de ibuprofeno por dose.

II - Para a correta administração do medicamento 1, deve-se administrar 20 gotas de suspensão oral de ibuprofeno por dose.

III - Para a correta administração do medicamento 2, deve-se administrar 2,5 ml de solução oral de amoxicilina por dose.

IV - Para a correta administração do medicamento 2, deve-se administrar 5 ml de solução oral de amoxicilina por dose.

Estão CORRETAS apenas as recomendações posológicas descritas em

Questão Desatualizada

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