Foram encontradas 80 questões.
2810732
Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Provas:
- Lei 9.784/1999: Processo AdministrativoDisposições Gerais, Direitos e Deveres (art. 1º ao art. 4º)
- Lei 9.784/1999: Processo AdministrativoCompetência (arts. 11 ao 17)
- Lei 9.784/1999: Processo AdministrativoRecurso Administrativo e Revisão (arts. 56 ao 65)
É correto afirmar que no processo administrativo disciplinar
instaurado contra servidor público civil da União:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2810731
Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Provas:
No que concerne à contratação de parceiras público-privada, considere os itens a seguir.
I. Não há limite mínimo para o valor do contrato de parceria público-privada.
II. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo valor do contrato seja inferior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).
III. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo período de prestação do serviço seja inferior a cinco anos.
Estão corretos os itens:
I. Não há limite mínimo para o valor do contrato de parceria público-privada.
II. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo valor do contrato seja inferior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).
III. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo período de prestação do serviço seja inferior a cinco anos.
Estão corretos os itens:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2810730
Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Provas:
Constitui ato de improbidade administrativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2810729
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Provas:
Nos exatos termos da Lei Orgânica do Município de São
Carlos/SP, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Função da linguagem em que o emissor se preocupa de
que maneira a mensagem será transmitida, por meio da
escolha das palavras, das expressões e das figuras de
linguagem. Por isso, o principal elemento comunicativo é a
mensagem. Sua linguagem apresenta aspecto simbólico e
subjetivo. O intuito principal dessa função é transmitir uma
mensagem e utilizar o trabalho com a língua como
ferramenta estilística e estética, para garantir maior
impacto e força no conteúdo. Trata-se da seguinte função
da linguagem:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
São características do texto injuntivo, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na frase “No curso de cinema, tivemos que assistir muito
Steven Spielberg” ocorre a seguinte figura de linguagem:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sozinhos
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo
depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava
mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui,
e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir.
Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez,
posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto.
Mas não posso garantir nada. É assim:
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um
com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga.
Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o
almoço, deixa o jantar e sai cedo.
Ficam os dois sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer –
diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer!
Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os
seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer.
Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não
podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a
vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado
com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro
comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare.
Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este
ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me
acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das
maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os
escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão
malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior
do que eu, leitor. Você tinha escolha.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a
cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em
poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado,
gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita.
Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida.
Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por
causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos
poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de
Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
“Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada.”
É correto afirmar que o verbo em destaque está conjugado no
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sozinhos
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo
depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava
mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui,
e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir.
Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez,
posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto.
Mas não posso garantir nada. É assim:
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um
com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga.
Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o
almoço, deixa o jantar e sai cedo.
Ficam os dois sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer –
diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer!
Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os
seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer.
Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não
podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a
vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado
com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro
comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare.
Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este
ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me
acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das
maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os
escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão
malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior
do que eu, leitor. Você tinha escolha.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a
cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em
poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado,
gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita.
Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida.
Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por
causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos
poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de
Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sozinhos
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo
depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava
mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui,
e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir.
Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez,
posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto.
Mas não posso garantir nada. É assim:
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram
os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um
com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga.
Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como
se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente
visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o
almoço, deixa o jantar e sai cedo.
Ficam os dois sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer –
diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer!
Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os
seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer.
Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não
podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a
vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado
com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro
comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare.
Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este
ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me
acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das
maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os
escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão
malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior
do que eu, leitor. Você tinha escolha.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a
cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em
poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado,
gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita.
Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha
também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se
um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida.
Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por
causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos
poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de
Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container