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1558710
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
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Sobre a temática concepções de linguagem, analise as afirmativas a seguir:
I. Concepção de linguagem relacionada às chamadas gramáticas normativo-prescritivas cujo conteúdo corresponde a um conjunto de regras que devem ser seguidas e, por isso, destinam-se a ensinar os sujeitos a falarem e a escreverem. A prática de leitura é usada para avaliar a capacidade de o indivíduo expressar-se corretamente pela oralidade.
II. A linguagem é concebida como uma ferramenta, empregada para transmitir uma mensagem, uma informação, utilizando a variedade padrão e desprezando-se as demais variedades linguísticas. A leitura é concebida como um processo de decodificação; e isso significa passar do código escrito para o código oral.
III. A língua é considerada como um processo ininterrupto, realizado por meio da interação verbal, social, entre interlocutores, não sendo um sistema estável de formas normativamente idênticas; os sujeitos são vistos como agentes sociais. Nessa concepção, o indivíduo emprega a linguagem, também, para agir e atuar sobre o outro e sobre o mundo.
Assinale a opção que corresponde, respectivamente, às reflexões relacionadas a cada uma das concepções de linguagens descritas nas afirmativas acima.
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Para responder a questão, leia os dois textos a seguir:
“Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”.
FONTE: CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
FONTE: ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.
Considerando a concepção sobre colocação pronominal exposta nos dois textos, é correto afirmar que
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O texto a seguir serve de base para responder a questão:
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski
Leia a frase a seguir:
“Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjugação.”
Marque a opção em que o emprego da vírgula se justifica pela mesma regra utilizada nessa frase.
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O texto a seguir servirá de base para responder a questão:
Simultaneidade
– Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo!
Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!(A) e (B)
Eu vou me matar!(C) Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta(D).
Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!(A) e (B)
Eu vou me matar!(C) Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta(D).
(Mário Quintana)
Marque a opção cujos termos em destaque exercem, nas duas frases, a mesma função sintática.
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Analise as características de gêneros textuais descritas nas afirmativas a seguir:
I. Tem como objetivo primordial transmitir a opinião de alguém sobre um assunto relevante. Determinados veículos de comunicação impressa reservam um espaço para este gênero.
II. O trabalho minucioso com a linguagem é a principal característica deste gênero, fazendo-o de maneira sintética e utilizando-se de figuras de linguagem e da estilística para construir resultados capazes de permitir a criação de imagens.
III. Tendo a brevidade como principal característica, este gênero também apresenta certa dose de lirismo, além de se configurar como uma narrativa informal ligada ao cotidiano.
IV. Narrativa que se desenvolve em torno de uma única ação, em um só espaço, com linguagem curta e linear. Trata-se de um gênero que apresenta poucas personagens, cujas ações dirigem-se para um desfecho.
As características apresentadas referem-se, respectivamente, aos seguintes gêneros:
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Obesidade atinge um em cada cinco adultos no país, diz
Ministério da Saúde
Ministério da Saúde
A epidemia de obesidade no Brasil começa a dar sinais de estagnação. Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostram que a explosão de casos assistida na última década perdeu ritmo nos dois últimos anos. "Os indicadores apontam para uma tendência de estabilização entre a população das capitais", afirma a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho de Souza.
Os números, no entanto, estão longe de ser tranquilizadores. "Os patamares ainda são muito elevados. Mais do que nunca é preciso reforçar a prevenção", constata. Entre as medidas consideradas cruciais, estão mudanças nas regras de rótulos de alimentos, para que a população possa fazer escolhas mais conscientes, e políticas que permitam maior acesso a frutas e hortaliças.
A pesquisa do Ministério da Saúde mostra que 18,9% da população acima de 18 anos das capitais brasileiras é obesa. O porcentual é 60,2% maior que o obtido na primeira vez que o trabalho foi realizado, em 2006. Naquele ano, 11,8% dos entrevistados estavam com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Embora bastante elevados, sobretudo quando comparados com outros países da América do Sul, os indicadores são os mesmos obtidos em 2015.
"Daí a indicação de que a velocidade da expansão começa a cair", afirma Maria de Fátima. O mesmo ocorre com o excesso de peso. Em 11 anos, a expansão da população com peso acima do considerado ideal foi de 26,8%. De 2015 para 2017, contudo, os indicadores permaneceram estáveis. Há três anos, 53,9% da população estava acima do peso. No dado mais recente, 54%. Uma nova pesquisa deverá ter início no fim do ano para comprovar esses dados. No novo estudo, voluntários terão seu peso medido pelos entrevistadores.
Os sinais de estabilização de sobrepeso e obesidade nos últimos dois anos vêm acompanhados de mudanças no comportamento do brasileiro. Ele hoje consome menos refrigerante e bebidas adoçadas que na última década e se exercita um pouco mais. Em 10 anos, a queda do consumo de bebidas foi de 52,8%. Em 2007, 30,9% dos moradores das capitais faziam uso regular desses produtos. Agora, o comportamento é citado por 14,6%.
"Houve uma queda importante, mas o consumo no País ainda é muito alto", afirma a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa. Sobretudo entre a população mais jovem. Na faixa entre 18 e 24 anos, 22,8% consomem refrigerantes e bebidas adoçadas regularmente. "Do ponto de vista nutricional, esses produtos não trazem nenhuma vantagem e têm grande concentração de açúcares. O ideal seria reduzir ao máximo o consumo", afirma Michele. A faixa etária mais jovem é a que mais ingere essas bebidas e, ao mesmo tempo, a que apresentou menor redução de consumo no período analisado: 43,17%
O raciocínio vale ainda para a melhora nos indicadores de consumo de frutas e hortaliças. Os números avançaram positivamente, mas ainda não alcançaram a meta ideal. Entre a população de 18 a 24 anos a ingestão recomendada de pelo menos cinco porções por semana desses alimentos subiu 25%. Mesmo assim, apenas 19,63% consomem esses alimentos nessa frequência. Os números vão melhorando com o passar dos anos de vida. Dos entrevistados com mais de 65 anos, 26,9% fazem o consumo desses alimentos na proporção recomendada.
Além da alimentação, os indicadores de atividade física também melhoraram. Houve um aumento de 24% de pessoas que afirmam se exercitar de forma leve ou moderada. "Todos esses indicadores precisam melhorar. O ideal é que toda população coma ao menos cinco porções de frutas e hortaliças por dia. E que se exercite de forma moderada, mas frequente", avalia Maria de Fátima.
A tarefa, no entanto, não é fácil. "Há dificuldades de acesso, sem falar em preços", diz. Batizada de Vigitel, a pesquisa do Ministério da Saúde é feita por telefone, com população acima de 18 anos residente nas capitais do País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em: 20 jun. 2018.
Considere o período:
| Os sinais de estabilização de sobrepeso e obesidade nos últimos dois anos vêm acompanhados de mudanças no comportamento do brasileiro. |
A grafia da palavra em destaque é justificada pela concordância com
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Analise os tipos de coerência textual descritos nas afirmativas a seguir:
I. Tipo de coerência que diz respeito à adequação entre os elementos que compõem a frase, como a ordem em que eles são dispostos, seleção lexical, coesão e regras de concordância e de regência.
II. Com exceção das inserções explicativas, como citações e paráfrases, todos os enunciados de um texto precisam ser coerentes e relevantes para o tema. Para esse tipo de coerência, frases que em nada contribuem para a sequência lógica dos argumentos devem ser evitadas.
III. Tipo de coerência que acontece quando as condições do contexto são favoráveis aos atos de fala dos interlocutores. Por exemplo, quando fazemos uma pergunta para um interlocutor, espera-se dele uma resposta, dando sequência então aos atos de fala e à comunicação.
IV. Coerência que é estabelecida entre os significados dos elementos do texto. Quando as frases em sequência aparecem desprovidas de sentido, dizemos que se trata de ideias contraditórias.
V. Tipo de coerência que exige a manutenção de um único tipo de linguagem ao longo de um texto. Se a linguagem formal for contemplada, ela deverá ser preservada até o final da composição, o que se aplica também à linguagem coloquial.
Marque a opção que indica a sequência correta da classificação dos tipos de coerência apresentados anteriormente.
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Obesidade atinge um em cada cinco adultos no país, diz
Ministério da Saúde
Ministério da Saúde
A epidemia de obesidade no Brasil começa a dar sinais de estagnação. Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostram que a explosão de casos assistida na última década perdeu ritmo nos dois últimos anos. "Os indicadores apontam para uma tendência de estabilização entre a população das capitais", afirma a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho de Souza.
Os números, no entanto, estão longe de ser tranquilizadores. "Os patamares ainda são muito elevados. Mais do que nunca é preciso reforçar a prevenção", constata. Entre as medidas consideradas cruciais, estão mudanças nas regras de rótulos de alimentos, para que a população possa fazer escolhas mais conscientes, e políticas que permitam maior acesso a frutas e hortaliças.
A pesquisa do Ministério da Saúde mostra que 18,9% da população acima de 18 anos das capitais brasileiras é obesa. O porcentual é 60,2% maior que o obtido na primeira vez que o trabalho foi realizado, em 2006. Naquele ano, 11,8% dos entrevistados estavam com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Embora bastante elevados, sobretudo quando comparados com outros países da América do Sul, os indicadores são os mesmos obtidos em 2015.
"Daí a indicação de que a velocidade da expansão começa a cair", afirma Maria de Fátima. O mesmo ocorre com o excesso de peso. Em 11 anos, a expansão da população com peso acima do considerado ideal foi de 26,8%. De 2015 para 2017, contudo, os indicadores permaneceram estáveis. Há três anos, 53,9% da população estava acima do peso. No dado mais recente, 54%. Uma nova pesquisa deverá ter início no fim do ano para comprovar esses dados. No novo estudo, voluntários terão seu peso medido pelos entrevistadores.
Os sinais de estabilização de sobrepeso e obesidade nos últimos dois anos vêm acompanhados de mudanças no comportamento do brasileiro. Ele hoje consome menos refrigerante e bebidas adoçadas que na última década e se exercita um pouco mais. Em 10 anos, a queda do consumo de bebidas foi de 52,8%. Em 2007, 30,9% dos moradores das capitais faziam uso regular desses produtos. Agora, o comportamento é citado por 14,6%.
"Houve uma queda importante, mas o consumo no País ainda é muito alto", afirma a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa. Sobretudo entre a população mais jovem. Na faixa entre 18 e 24 anos, 22,8% consomem refrigerantes e bebidas adoçadas regularmente. "Do ponto de vista nutricional, esses produtos não trazem nenhuma vantagem e têm grande concentração de açúcares. O ideal seria reduzir ao máximo o consumo", afirma Michele. A faixa etária mais jovem é a que mais ingere essas bebidas e, ao mesmo tempo, a que apresentou menor redução de consumo no período analisado: 43,17%
O raciocínio vale ainda para a melhora nos indicadores de consumo de frutas e hortaliças. Os números avançaram positivamente, mas ainda não alcançaram a meta ideal. Entre a população de 18 a 24 anos a ingestão recomendada de pelo menos cinco porções por semana desses alimentos subiu 25%. Mesmo assim, apenas 19,63% consomem esses alimentos nessa frequência. Os números vão melhorando com o passar dos anos de vida. Dos entrevistados com mais de 65 anos, 26,9% fazem o consumo desses alimentos na proporção recomendada.
Além da alimentação, os indicadores de atividade física também melhoraram. Houve um aumento de 24% de pessoas que afirmam se exercitar de forma leve ou moderada. "Todos esses indicadores precisam melhorar. O ideal é que toda população coma ao menos cinco porções de frutas e hortaliças por dia. E que se exercite de forma moderada, mas frequente", avalia Maria de Fátima.
A tarefa, no entanto, não é fácil. "Há dificuldades de acesso, sem falar em preços", diz. Batizada de Vigitel, a pesquisa do Ministério da Saúde é feita por telefone, com população acima de 18 anos residente nas capitais do País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em: 20 jun. 2018.
Considerando-se a progressão discursiva do texto, é correto afirmar que o parágrafo:
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O texto a seguir servirá de base para responder a questão:
Simultaneidade
– Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo!(A)
Eu creio em Deus!(C) Deus é um absurdo!
Eu vou me matar! Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta.
Eu creio em Deus!(C) Deus é um absurdo!
Eu vou me matar! Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta.
(Mário Quintana)
Marque a opção que apresenta a análise sintática adequada à norma padrão da Língua Portuguesa.
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566936
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
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Provas:
Sobre as concepções de linguagem, é correto afirmar:
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