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Foram encontradas 40 questões.

Na década de 1970, o Governo Federal implantou uma política de ocupação e povoamento da região Centro- Oeste. Um dos eixos centrais dessa política era a abertura de estradas como a BR163 e a BR364. A construção dessas rodovias no Estado de Mato Grosso teve quais consequências?

 

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A respeito do desenvolvimento do trabalho em equipe, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O empowerment consiste em proporcionar maior grau de liberdade e autonomia para os integrantes da organização e equipes de trabalho.
( ) O desenvolvimento do trabalho em equipe requer senso de propósito, com objetivos claros, indefinidos, desconsiderando os interesses da organização.
( ) A divisão equitativa de tarefas, responsabilidades e informações é fundamental para o sucesso da equipe.
( ) A ausência de sinergia entre os membros da equipe contribui para que os integrantes da organização tenham, como foco principal, o desenvolvimento da instituição.
Assinale a sequência correta.
 

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Visando à melhoria da prestação dos serviços públicos e em cumprimento aos dispositivos legais, em uma determinada prefeitura verificou-se que eram seguidos os princípios da Teoria da Burocracia. Marque a opção que NÃO apresenta característica dessa teoria.
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
O termo destacado em Se cinco se interessarem, está ótimo, pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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janeiro 27, 2016 – por Patrícia Cacheffo –
RONDONÓPOLIS
Regularização fundiária deve acontecer em 63 bairros
A Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo está realizando em bairros da cidade, o levantamento e cadastramento de lotes que não possuem títulos de posse. A equipe da pasta esteve ontem (26) no Bairro Padre Lothar para fazer o cadastramento dos moradores. O conjunto habitacional foi entregue no passado sem a devida regularização.
O secretário Municipal Roberto Carlos Carvalho explicou que, assim como o Padre Lothar, existem outros bairros que não estão regularizados, porque foram entregues erroneamente em outras gestões sem os documentos necessários ou ocupados anteriormente e até hoje aguardam a regularização. Somente nesta gestão, segundo ele, já foram regularizados mais de 3.600 títulos definitivos.
“Nós enviamos um ofício para a Casa Civil do Governo do Estado para que o Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso [Intermat], por meio de parceria, nos ajude a realizar a regularização fundiária de 63 bairros em Rondonópolis. Existem bairros em que apenas algumas casas não foram regularizadas, outros em que algumas ruas e outros casos em que o bairro todo não tem os títulos. Já passamos pela região do Grande Conquista e agora estamos no Padre Lothar”, disse o secretário[...]
(Disponível em http://www.atribunamt.com.br. Acesso em 05/02/2016.)
Em relação à finalidade, forma e estrutura do documento ofício, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O local e a data em que foi assinado são registrados por extenso, com alinhamento à direita.
( ) O tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede, são alinhados à esquerda da página.
( ) O nome, cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação e o seu endereço devem ser registrados no rodapé, com alinhamento centralizado na página.
( ) O fecho da comunicação para autoridade hierarquicamente superior deve ser Atenciosamente e com alinhamento à direita da página.
Assinale a sequência correta.
 

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janeiro 27, 2016 – por Patrícia Cacheffo –
RONDONÓPOLIS
Regularização fundiária deve acontecer em 63 bairros
A Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo está realizando em bairros da cidade, o levantamento e cadastramento de lotes que não possuem títulos de posse. A equipe da pasta esteve ontem (26) no Bairro Padre Lothar para fazer o cadastramento dos moradores. O conjunto habitacional foi entregue no passado sem a devida regularização.
O secretário Municipal Roberto Carlos Carvalho explicou que, assim como o Padre Lothar, existem outros bairros que não estão regularizados, porque foram entregues erroneamente em outras gestões sem os documentos necessários ou ocupados anteriormente e até hoje aguardam a regularização. Somente nesta gestão, segundo ele, já foram regularizados mais de 3.600 títulos definitivos.
“Nós enviamos um ofício para a Casa Civil do Governo do Estado para que o Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso [Intermat], por meio de parceria, nos ajude a realizar a regularização fundiária de 63 bairros em Rondonópolis. Existem bairros em que apenas algumas casas não foram regularizadas, outros em que algumas ruas e outros casos em que o bairro todo não tem os títulos. Já passamos pela região do Grande Conquista e agora estamos no Padre Lothar”, disse o secretário[...]
(Disponível em http://www.atribunamt.com.br. Acesso em 05/02/2016.)
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, qual o vocativo e a forma de tratamento que devem ser usados no ofício encaminhado à autoridade máxima da Casa Civil do Governo do Estado?
 

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Observe o trecho de uma planilha abaixo do LibreOffice Calc, versão 4.4.5.2, cuja coluna A foi selecionada.
Enunciado 873429-1
Depois de selecionar a coluna A, o usuário clicou no botão Enunciado 873429-2 do LibreOffice Calc. Assinale a alternativa que mostra a alteração ocorrida na planilha, após o usuário clicar nesse botão.
 

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O território que hoje representa o Estado de Mato Grosso tinha, em 1960, apenas 34 municípios e uma população de 889.539 habitantes. Com a divisão do estado de Mato Grosso e criação de Mato Grosso do Sul, em 1977, MT ficou com 38 municípios. Entretanto, em 2000, Mato Grosso já contava com 140 municípios e uma população de 2.504.353 habitantes. Esse elevado crescimento populacional está relacionado

 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Assinale a alternativa em que o termo marcado NÃO se classifica morfologicamente da mesma forma que aliás.
 

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Combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti – vetor do vírus da dengue, do chikungunya e do zika – é responsabilidade de todos, sendo prioritária a participação da população para não deixar água parada em pneus fora de uso, ou quaisquer materiais que possam acumular água, manter limpos locais nas residências que possam servir de ambiente para reprodução do mosquito (lajes, calhas, vasilhas que servem para animais, piscinas, caixas d’água, etc.), e sempre que for observada alguma situação que o cidadão não possa resolver, um agente público de saúde deve ser avisado imediatamente para que uma medida eficaz seja tomada.
Assim, ações de limpeza dos ambientes públicos, de conscientização e esclarecimento da população devem ser geridas pelo poder público, buscando a efetividade na prestação dos serviços públicos.
Neste sentido, o departamento de uma prefeitura em que um Assistente de Apoio à Gestão estava lotado, tinha como responsabilidade a condução das ações prioritárias de combate ao mosquito, interagindo com as demais unidades da prefeitura para a efetividade das ações.
Na situação, um Assistente de Apoio à Gestão que atua em um processo licitatório para contratação de serviços de impressão de panfletos explicativos do combate ao mosquito, referente às campanhas do executivo municipal, com execução dos serviços de acordo com a demanda de cada campanha ao longo de um ano, está executando que conjunto de procedimentos?
 

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