Foram encontradas 40 questões.
Sobre a Internet, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No texto “Cientistas devem visitar escolas”, o autor
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Operacional
Planos são guias que indicam o que há a ser feito, especificando como os recursos devem ser alocados e quais atividades devem ser realizadas de forma a alcançar os objetivos. Assim, aqueles que têm orientação de curto prazo e são constantemente adaptados diante de novos desafios ou oportunidades, com foco em tarefas rotineiras, constituem que tipo de planos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Considere o seguinte trecho: São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens. Sobre o termo em destaque, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Retoma um termo expresso anteriormente.
( ) Antecipa um termo que aparecerá posteriormente.
( ) Refere-se diretamente a cientistas, engenheiros e matemáticos.
( ) É um pronome pessoal do caso oblíquo.
( ) É um pronome possessivo.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Sobre o método de arquivamento alfabético, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Revela-se o método mais simples quando o elemento principal a ser considerado é o nome.
( ) No arquivamento documental em que prevalece o nome de pessoa física, considera-se apenas o prenome.
( ) Nos documentos com sobrenomes iguais, o arquivamento pauta-se na ordem alfabética do prenome.
( ) No arquivamento de documentos com sobrenomes compostos de um substantivo e um adjetivo, o substantivo é separado do adjetivo.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os documentos que possuem valor histórico para a organização são armazenados no arquivo
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti – vetor do vírus da dengue, do chikungunya e do zika – é responsabilidade de todos, sendo prioritária a participação da população para não deixar água parada em pneus fora de uso, ou quaisquer materiais que possam acumular água, manter limpos locais nas residências que possam servir de ambiente para reprodução do mosquito (lajes, calhas, vasilhas que servem para animais, piscinas, caixas d’água, etc.), e sempre que for observada alguma situação que o cidadão não possa resolver, um agente público de saúde deve ser avisado imediatamente para que uma medida eficaz seja tomada.
Assim, ações de limpeza dos ambientes públicos, de conscientização e esclarecimento da população devem ser geridas pelo poder público, buscando a efetividade na prestação dos serviços públicos.
Neste sentido, o departamento de uma prefeitura em que um Assistente de Apoio à Gestão estava lotado, tinha como responsabilidade a condução das ações prioritárias de combate ao mosquito, interagindo com as demais unidades da prefeitura para a efetividade das ações.
Na situação hipotética, os servidores formaram equipes de trabalho, nas quais as diretrizes eram debatidas e decididas, estimuladas e assistidas pelos líderes. Essa situação corresponde a que estilo de liderança?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No trecho: Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência, a forma verbal gostaria marca fato
Provas
Questão presente nas seguintes provas
janeiro 27, 2016 – por Patrícia Cacheffo –
RONDONÓPOLIS
Regularização fundiária deve acontecer em 63 bairros
A Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo está realizando em bairros da cidade, o levantamento e cadastramento de lotes que não possuem títulos de posse. A equipe da pasta esteve ontem (26) no Bairro Padre Lothar para fazer o cadastramento dos moradores. O conjunto habitacional foi entregue no passado sem a devida regularização.
O secretário Municipal Roberto Carlos Carvalho explicou que, assim como o Padre Lothar, existem outros bairros que não estão regularizados, porque foram entregues erroneamente em outras gestões sem os documentos necessários ou ocupados anteriormente e até hoje aguardam a regularização. Somente nesta gestão, segundo ele, já foram regularizados mais de 3.600 títulos definitivos.
“Nós enviamos um ofício para a Casa Civil do Governo do Estado para que o Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso [Intermat], por meio de parceria, nos ajude a realizar a regularização fundiária de 63 bairros em Rondonópolis. Existem bairros em que apenas algumas casas não foram regularizadas, outros em que algumas ruas e outros casos em que o bairro todo não tem os títulos. Já passamos pela região do Grande Conquista e agora estamos no Padre Lothar”, disse o secretário[...]
(Disponível em http://www.atribunamt.com.br. Acesso em 05/02/2016.)
No desempenho do cargo de Assistente de Apoio à Gestão, caso a tarefa de redigir o ofício lhe fosse delegada, como esse documento, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, seria elaborado?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao assistir a chefia nos serviços administrativos, um Assistente de Apoio à Gestão estará atuando no processo de administração. Marque a alternativa que apresenta corretamente todas as funções do ciclo de processo administrativo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container