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Foram encontradas 50 questões.

Samuel está construindo uma sequência de quadrados com palitos de fósforos conforme figura abaixo.
Enunciado 495004-1
Quantos palitos de fósforos são necessários para Samuel construir 133 quadrados?
 

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Suponha que a, b, c, d, e, f, g e h denotem, nesta ordem, 8 crianças que brincam em uma roda. A brincadeira consiste em cantarolar sequencialmente a contagem de 1 a 14, eliminando da brincadeira a criança que cantarolar o número 14. Sabendo que a contagem é feita sempre no sentido horário e que a criança eliminada na primeira rodada foi a criança b, podemos afirmar que o início da contagem começou pela
 

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Sejam A e B pontos de um plano cuja distância entre eles é 400 m. Um robô irá fazer o percurso em linha reta entre os referidos pontos, conforme a seguinte regra: de dia ele percorrerá a distância de 40 m no sentido de A para B e a noite ele percorrerá a distância de 30 m no sentido de B para A. Nessas condições, em quantos dias o robô chegará ao ponto B?
 

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Quatro amigos apostaram uma corrida de bicicleta. Manoel disse: Pedro ganhou e Fábio chegou em segundo lugar. Fábio disse: Pedro chegou em segundo lugar e Antônio em terceiro lugar. Pedro disse: Antônio foi o último e Manoel o segundo. Sabendo-se que cada um dos rapazes disse uma verdade e uma mentira, podemos afirmar que
 

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494998 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
Provas:
Considerando os aspectos relacionados à auditoria independente, analise as seguintes afirmativas.
I. A auditoria externa tem a responsabilidade de verificar os demonstrativos financeiros contábeis a fim de detectar se as informações que são apresentadas estão de acordo com a realidade da empresa, gerando uma relação de confiabilidade entre gestores e investidores.
II. A Lei das S.As (Lei n.º 6.404/76, art. 177) determina que as demonstrações financeiras ou contábeis das companhias abertas serão obrigatoriamente auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários.
III. A Lei n.º 11.638/2007 ampliou a obrigatoriedade de contratação de auditores independentes às sociedades de grande porte, que tenham, no exercício anterior, ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações.
IV. Os auditores independentes utilizam de procedimentos técnicos, de acordo com as normas estabelecidas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade, para fornecer sua opinião sobre as demonstrações financeiras, assegurando a transparência e confiabilidade das informações divulgadas pelas organizações.
V. A Lei n.º 11.638 estabelece que as demonstrações contábeis das sociedades de grande porte devem observar as disposições da Lei n.º 6.404, inclusive menciona a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários.
Verifica-se que
 

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Observe o sólido vazado abaixo.
Enunciado 494987-1
Então, em relação ao número de faces deste sólido, podemos dizer que ele é
 

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O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações de acordo com sua imagem de continuidade e progressão (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).
O parecer sobre a temporalidade está centrado numa contradição, num paradoxo. Essa assertiva pode ser vista em:
 

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“Quis arrancá-lo dali, mas não pude; ele estava arraigado ao chão, e só continuou a andar quando a briga cessou inteiramente, e um dos cães, mordido e vencido, foi levar a sua fome a outra parte. Notei que ficara sinceramente alegre, posto contivesse a alegria, segundo convinha a um grande filósofo. Fez-me observar a beleza do espetáculo, relembrou o objeto da luta, concluiu que os cães tinham fome; mas a privação do alimento era nada para os efeitos gerais da filosofia. Nem deixou de recordar que em algumas partes do globo o espetáculo é mais grandioso: as criaturas humanas é que disputam aos cães os ossos e outros manjares menos apetecíveis; a luta que se complica muito, porque entra em ação a inteligência do homem, com todo o acúmulo de sagacidade que lhe deram os séculos” (Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas).
A briga de cães, como pretexto, passa a ser um argumento secundário,
 

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O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações de acordo com sua imagem de continuidade e progressão (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).
Para a autora, a percepção mecânica do tempo
 

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Como seriam as coisas e as pessoas antes que lhes tivéssemos dado o sentido de nossa esperança e visão humanas? Devia ser terrível. Chovia, as coisas se ensopavam sozinhas e secavam, e depois ardiam ao sol e se crestavam em poeira. Sem dar ao mundo o nosso sentido humano, como me assusto. Tenho medo da chuva, quando a separo da cidade e dos guarda-chuvas abertos, e dos campos se embebendo de água (Clarice Lispector).
O excerto “Chovia, as coisas se ensopavam sozinhas e secavam, e depois ardiam ao sol e se crestavam em poeira” pode ser reescrito sem desvio de sentido nem subversão da norma culta na opção:
 

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