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Foram encontradas 50 questões.

2404592 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender uma lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Caso não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.
(VERÍSSIMO, Érico. Solo de Clarineta. Porto Alegre: Globo, 1978).
Valendo-se de uma relação de similaridade indireta, o autor constrói uma justificativa plausível para o seu ofício de escritor. Como isso é visto no texto?
 

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No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei [...]. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos [...]. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
(Bertrand Russell)
Qual a função sintática das expressões de grau , os meninos e da educação, respectivamente?
 

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2399154 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Tradicionalmente, a aprendizagem de informações e conceitos era tarefa exclusiva da escola. Os conhecimentos teóricos eram apresentados gradativamente às crianças após o ingresso nas instituições formais de ensino. Eles eram finitos e determinados. Ao final de um determinado grau de escolarização a pessoa podia considerar-se formada, ou seja, já possuía conhecimentos e informações suficientes para se iniciar em alguma profissão.
O espaço e o tempo de ensinar eram determinados. Ir à escola representava um movimento, um deslocamento até a instituição designada para a tarefa de ensinar e aprender. O tempo da escola, também determinado, era considerado como o tempo diário que, tradicionalmente, o homem dedicava à sua aprendizagem sistematizada. Correspondia, também, na sua história de vida à época que o homem dedicava à formação escolar.
As velozes transformações tecnológicas impõem novos ritmos e dimensões à tarefa de ensinar e aprender. É preciso estar em permanente estado de aprendizagem e de adaptação ao novo. Não existe mais a possibilidade de considerar a pessoa totalmente formada, independentemente do grau de escolarização alcançado. Além disso, múltiplas são as agências que apresentam informações e conhecimentos a que se pode ter acesso, sem a obrigatoriedade de deslocamentos físicos até as instituições tradicionais de ensino para aprender (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 30).
Para a nova forma de ensinar, institui-se o seguinte paradigma:
 

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2398829 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender uma lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Caso não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.
(VERÍSSIMO, Érico. Solo de Clarineta. Porto Alegre: Globo, 1978).
No último período do texto, o autor cria enunciados a partir de
 

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“Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem; lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize”. (Boaventura de Souza Santos) Refletindo sobre a expressão de Boaventura e acompanhando as bases legais da educação brasileira, pode-se considerar que... Assinale a opção que completa corretamente o período acima.
 

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No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei [...]. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos [...]. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
(Bertrand Russell)
O texto pode ser entendido como
 

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2397096 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Marque a opção que apresenta pontuação correta.
 

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2396873 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Assinale a opção que preenche adequadamente as lacunas do texto.
A vida entre livros Ele atendia à imprensa em seu escritório, em São Paulo, mas, nos últimos tempos, José Mindlin mal dava entrevistas. Fora, , solícito por anos com jornalistas. Até pelo menos uma década atrás, as festas culturais, aceso para o diálogo. E assim agira porque leitores o elegeram como lendário. Desde os 13 anos, o empresário de autopeças livros antigos, a ponto de atingir algo em torno de 100 mil títulos. Principalmente, contara sobre eles os casos inacreditáveis. [...] O bibliófilo não se via escritor, alguns livros de sua autoria tenham relatado a paixão por colecionar.
(Rosane Pavam. Revista Carta Capital, 10/3/2010)
 

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2396082 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Dadas as proposições,
I. As palavras “bibliofilia” e “biblioteconomia” significam “a arte de colecionar livros”.
II. A palavra bibliófilo é formada pelo processo de hibridismo, assim como bibliotecário, biblioteca.
III. O termo bibliófilo tanto serve para retomar o referente “José Midlin” como para categorizá-lo, fornecendo, assim, mais informações para o leitor.
IV. As palavras “bibliófilo” e bibliográfico” são sinônimas.
é correto afirmar que
 

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2396035 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Rio Largo-AL
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Tradicionalmente, a aprendizagem de informações e conceitos era tarefa exclusiva da escola. Os conhecimentos teóricos eram apresentados gradativamente às crianças após o ingresso nas instituições formais de ensino. Eles eram finitos e determinados. Ao final de um determinado grau de escolarização a pessoa podia considerar-se formada, ou seja, já possuía conhecimentos e informações suficientes para se iniciar em alguma profissão.
O espaço e o tempo de ensinar eram determinados. Ir à escola representava um movimento, um deslocamento até a instituição designada para a tarefa de ensinar e aprender. O tempo da escola, também determinado, era considerado como o tempo diário que, tradicionalmente, o homem dedicava à sua aprendizagem sistematizada. Correspondia, também, na sua história de vida à época que o homem dedicava à formação escolar.
As velozes transformações tecnológicas impõem novos ritmos e dimensões à tarefa de ensinar e aprender. É preciso estar em permanente estado de aprendizagem e de adaptação ao novo. Não existe mais a possibilidade de considerar a pessoa totalmente formada, independentemente do grau de escolarização alcançado. Além disso, múltiplas são as agências que apresentam informações e conhecimentos a que se pode ter acesso, sem a obrigatoriedade de deslocamentos físicos até as instituições tradicionais de ensino para aprender (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 30).
O seguinte enunciado no 2º parágrafo: “O espaço e o tempo de ensinar eram determinados”. Isso pode ser traduzido como
 

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