Foram encontradas 245 questões.
914932
Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
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Qual é o tipo de usuário da informação contábil que os bancos representam para as empresas?
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No LibreOffice Writer 5.0, caso queira contar palavras de uma seleção de texto ou de todo o documento, podemos acessar esse recurso através de qual opção no menu?
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Assinale a alternativa que NÃO faz parte dos Princípios e conceitos do Programa Saúde da Família.
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A medida de dobra cutânea é um método considerado simples, não invasivo e de baixo custo para se caracterizar a distribuição de tecido adiposo subcutâneo. Considerando o tema, assinale a alternativa correta sobre esse tipo de avaliação.
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A figura a seguir extraída da NBR 9050/2015 (Acessibilidade), ilustra uma escada com corrimão, em que esse último deve ter sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille), identificando o pavimento. Essa sinalização deve ser instalada na geratriz superior do prolongamento horizontal do corrimão. Assinale a alternativa que corresponda à medida correta do prolongamento desse corrimão, indicada pela letra “x” da imagem.

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Códigos maliciosos (malware) são programas especificamente desenvolvidos para executar ações danosas e atividades maliciosas em um computador. Em relação ao assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Vírus: é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
II. Bot: é um programa que dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor que permitem que ele seja controlado remotamente.
III. Spyware: é um programa projetado para monitorar as atividade de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros.
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O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem dispõe sobre os direitos, responsabilidades e proibições aos profissionais de enfermagem. Assim, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente penalidades às quais esses profissionais estão expostos, ao cometer infrações éticas e disciplinares.
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910555
Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
O art. 15 do Estatuto da Criança e do Adolescente define que a criança tem direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Considerando o ECA, o direito à liberdade, compreende os seguintes aspectos, EXCETO
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O PAPA FRANCISCO E O FALSO NATAL
Imagino quanto os políticos brasileiros teriam a aprender com o papa em humildade e dignidade
RUTH DE AQUINO
23/12/2015 - 21h15 - Atualizado 23/12/2015 21h15
Num ano em que o Brasil fez mal ao fígado e o mundo foi atacado com crueldade pelo terror islâmico, um hermano argentino de quase 80 anos nos encheu de esperança na humanidade. O papa Francisco pode até dizer, a cardeais e bispos, que continuará a “reforma da Igreja”. Modéstia. Francisco é um revolucionário. E por isso elegeu a corrupção como um dos maiores males a combater. Não só a corrupção alheia. Ele substituiu o conselho do Banco do Vaticano. Enquanto viver, não quer mais testemunhar desvios do dinheiro destinado à caridade.
Francisco sabe o que diz. Sabe como dizer. Sem papas na língua, amedronta os “duros” no Vaticano. Aqueles que se agarram a uma “autoridade divina” para manter regalias e continuar acima do bem e do mal. Nosso papa sabe como conquistar católicos e não católicos para sua cruzada utópica. Porque sua palavra é a palavra da paz, da tolerância, do diálogo entre opostos, mas também do combate às guerras. E, por tudo isso, é reeleito Personagem Mundial e Líder do Mundo por diferentes organizações em diversos países.
O papa Francisco jogou por terra a imagem dúbia e conservadora que o Vaticano muitas vezes projetou sobre o mundo, ao cobrar a punição de todos os religiosos que cometeram pedofilia. O papa é pop e tem um sorriso contagiante. Sua falta de medo deriva de sua bondade e de sua confiança no outro. E também de uma profunda perspicácia da diplomacia internacional e dos grandes temas que nos afligem, dentro e fora de nossas casas.
Escreveu uma encíclica sobre o meio ambiente, algo que jamais moveu os sumos pontífices anteriores a um mero pronunciamento. Sua palavra de amor e compreensão a todos que não se encaixam nas regras, sejam homossexuais, transexuais ou mulheres que se submeteram a um aborto, causou ondas de espanto no Vaticano e no mundo. Aí está, pensamos nós, um ser extraordinário.
“Temos de derrubar muros e construir pontes.” Essa é uma frase favorita do papa Francisco – o primeiro na História a convidar um imã (líder
religioso muçulmano) a subir com ele em seu papamóvel.
Seu nome de batismo é Jorge Bergoglio. Imagino quanto os políticos brasileiros, que gostam de ser fotografados nas missas e nos cultos, teriam a aprender com este papa! Em humildade e em dignidade. Ele rezou uma missa nas Filipinas no meio de um tufão – protegia-se com uma capa amarela, como se fosse mais um na multidão de fiéis. Quando foi aos Estados Unidos, andou num carro Fiat 500. Sempre, nos lugares mais perigosos ou em momentos conturbados, aproveitou para se misturar aos pobres, carentes e desassistidos. Aos deficientes físicos, às crianças, aos velhos.
O papa não para. Suas viagens em 2015 o levaram a 11 países de quatro continentes. Países em conflito ou simplesmente países esquecidos. “Por favor, não temos direito a permitir mais outro fracasso neste caminho de paz e reconciliação”, disse ele, sobre as negociações para um acordo de paz na Colômbia, entre as Farc (Forças Armadas Revolucionárias) e o governo. Seu voo histórico entre Santiago de Cuba e Washington mostrou sua fibra, a fibra de um homem comum – em toda a santidade embutida nesta expressão: “Um homem comum”.
No dia de seu aniversário de 79 anos, 17 de dezembro, o papa decidiu canonizar madre Teresa de Calcutá, a quem se atribui a cura milagrosa de um engenheiro brasileiro que sofria de um câncer terminal no cérebro e hoje vive com saúde, aos 42 anos. Madre Teresa é um símbolo da Igreja que o papa Francisco defende, mais comprometida com os pobres e com os que sofrem.
Madre Teresa foi até as “periferias da existência”, uma expressão usada por Francisco para se referir a todos os abandonados, que sobrevivem à margem das sociedades. Na periferia material, estão seres humanos sem casa, sem educação, sem saúde, sem dignidade. Na periferia afetiva, estão os drogados, os deprimidos, os sós. Quantas vezes passamos por doentes da alma sem um olhar de mero reconhecimento de sua existência. Sejam eles de nossa família ou estranhos.
Francisco foi o primeiro papa a ter a coragem, no mês passado, de denunciar o falso espírito do Natal num mundo em guerra. “Teremos luzes, festas, árvores luminosas e presépio. Tudo falso: o mundo continua fazendo guerras. O mundo não entendeu o caminho da paz. Em todo lugar existe guerra hoje, existe ódio. O que permanece de uma guerra? Ruínas, milhares de crianças sem educação, vários mortos inocentes e muito dinheiro no bolso dos traficantes de armas.”
Vida longa ao papa! Que o Brasil passe a honrar sua população e não deixe grávidas e doentes sem assistência, barrados nos hospitais, numa crueldade sem nome. Que sejamos todos melhores no próximo ano.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ruth-de-aquino/noticia/
2015/12/o-papa-francisco-e-o-falso-natal.html, acesso em 26 de
dez, de 2015.
O título do texto “O Papa Francisco e o falso Natal” faz referência direta
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante.
No fragmento apresentado, as palavras sublinhadas exercem a função sintática, respectivamente de
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