Foram encontradas 30 questões.
1318555
Ano: 2016
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
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A constatação local de fatos, mediante observações criteriosas em um bem e nos elementos e condições que o constituem ou o influenciam, denomina-se
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1313068
Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
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Assinale a alternativa a seguir que apresenta um imposto de competência dos municípios.
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
Assinale a alternativa em que a oração sublinhada se classifica como oração subordinada adverbial concessiva.
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
Assinale a alternativa em que todas as palavras são formadas por composição por justaposição.
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978995
Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
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Qual das alternativas a seguir caracteriza uma extinção do crédito tributário?
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
Segundo o texto, “Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos”. Isso porque
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
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2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
Assinale a alternativa em que todos os verbos sublinhados estão no pretérito perfeito do modo indicativo.
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UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
“Apanhado pela palavra, Cameron pode sever forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia”. Assinale a alternativa correta em relação aos termos com os quais as palavras e expressões sublinhadas no excerto apresentado concordam, na ordem de sua ocorrência, e ao tipo de concordância que ocorre.
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O computador possui vários tipos de memória. Qual das alternativas a seguir apresenta alguns desses tipos?
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Em relação aos protocolos de acesso e navegação na internet, preencha as lacunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
O ____________ utiliza certificados digitais para assegurar a identidade, tanto do site de destino como a sua própria, caso você possua um.
O _____________ além de não oferecer criptografia, também não garante que os dados não possam ser interceptados, coletados, modificados ou retransmitidos e nem que você esteja se comunicando exatamente com o site desejado.
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