Foram encontradas 50 questões.
As nuvens estão entre os principais responsáveis pela
existência da Meteorologia. Considere as afirmativas
sobre constituição e sobre formação das nuvens.
I. A formação das nuvens acontece quando ocorre a condensação da água, devido ao aumento da temperatura do ar. II. A formação das nuvens envolve mudanças de estados físicos da água. III. As nuvens são constituídas por partículas de água ou de gelo ou de ambos. IV. As nuvens são formadas somente por água visível no estado gasoso.
São corretos apenas os itens:
I. A formação das nuvens acontece quando ocorre a condensação da água, devido ao aumento da temperatura do ar. II. A formação das nuvens envolve mudanças de estados físicos da água. III. As nuvens são constituídas por partículas de água ou de gelo ou de ambos. IV. As nuvens são formadas somente por água visível no estado gasoso.
São corretos apenas os itens:
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CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de
águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a
luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas,
descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante.
Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se
em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus
pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem
um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava
um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver
apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu,
e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega,
1991.
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CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de
águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a
luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas,
descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante.
Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se
em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus
pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem
um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava
um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver
apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu,
e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega,
1991.
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CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de
águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a
luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas,
descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante.
Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se
em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus
pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem
um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava
um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver
apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu,
e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega,
1991.
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A Floresta Amazônica é considerada a maior floresta
tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Ela
corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes.
Por isso, a sua conservação é debatida em âmbito
internacional, em virtude de sua dimensão e de sua
importância ecológica. Em geral, as estações do ano na
floresta distinguem-se por dois períodos: o seco e o
chuvoso. O solo da floresta amazônica é considerado
pobre com uma fina camada de nutrientes. Porém, o
húmus formado pela decomposição da matéria orgânica,
ou seja, folhas, flores, animais e frutos é rica em nutrientes
utilizados para o desenvolvimento das espécies e da
vegetação da floresta.
Ao apresentar o mapa da Amazônia Legal aos seus alunos
do 4º ano, um professor sugeriu pesquisas, algumas
análises e a turma fez alguns registros.

CONCLUSÕES DA TURMA SOBRE A AMAZÔNIA LEGAL
I- A Floresta Amazônica, no território nacional, abrange os
estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará,
Amapá e partes do Maranhão e do Mato Grosso.
II- Além da grande parte localizada em território brasileiro,
a Floresta Amazônica também abrange partes do Peru, da
Colômbia, da Venezuela, do Equador, da Bolívia, da
Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.
III- A preservação e a conservação da biodiversidade da
Amazônia são responsabilidades exclusivas do Brasil,
porque a maior parte da sua extensão se encontra em
território nacional.
IV- Os estados brasileiros em cujo território se localiza a
floresta têm as estações do ano bem marcadas, por
estarem próximos à linha do Equador.
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A Floresta Amazônica é considerada a maior floresta
tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Ela
corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes.
Por isso, a sua conservação é debatida em âmbito
internacional, em virtude de sua dimensão e de sua
importância ecológica. Em geral, as estações do ano na
floresta distinguem-se por dois períodos: o seco e o
chuvoso. O solo da floresta amazônica é considerado
pobre com uma fina camada de nutrientes. Porém, o
húmus formado pela decomposição da matéria orgânica,
ou seja, folhas, flores, animais e frutos é rica em nutrientes
utilizados para o desenvolvimento das espécies e da
vegetação da floresta.
Ao apresentar o mapa da Amazônia Legal aos seus alunos
do 4º ano, um professor sugeriu pesquisas, algumas
análises e a turma fez alguns registros.

CONCLUSÕES DA TURMA SOBRE A AMAZÔNIA LEGAL
I- A Floresta Amazônica, no território nacional, abrange os
estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará,
Amapá e partes do Maranhão e do Mato Grosso.
II- Além da grande parte localizada em território brasileiro,
a Floresta Amazônica também abrange partes do Peru, da
Colômbia, da Venezuela, do Equador, da Bolívia, da
Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.
III- A preservação e a conservação da biodiversidade da
Amazônia são responsabilidades exclusivas do Brasil,
porque a maior parte da sua extensão se encontra em
território nacional.
IV- Os estados brasileiros em cujo território se localiza a
floresta têm as estações do ano bem marcadas, por
estarem próximos à linha do Equador.
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RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia
BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado
atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação,
oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do
Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação
fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que
permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da
construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré,
somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal,
faz com que Rondônia seja em realidade um Estado
diferente em relação ao próprio país.
Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a
formação do povo rondoniense é outro diferencial: o
Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na
época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram
trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada
pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia
a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então,
desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os
seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de
40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas
Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de
nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando.
Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de
cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de
60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de
famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo
Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do
Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia
BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada
pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de
dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada
pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/
(adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
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RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia
BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado
atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação,
oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do
Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação
fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que
permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da
construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré,
somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal,
faz com que Rondônia seja em realidade um Estado
diferente em relação ao próprio país.
Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a
formação do povo rondoniense é outro diferencial: o
Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na
época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram
trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada
pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia
a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então,
desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os
seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de
40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas
Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de
nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando.
Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de
cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de
60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de
famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo
Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do
Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia
BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada
pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de
dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada
pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/
(adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
(In:https://www.todamateria.com.br/ciclo-da-borracha/ - Acessado em junho de 2019)
Assim como na História do Brasil, os ciclos econômicos foram determinantes para a história de Rondônia. Depois da segunda época de desenvolvimento da região impulsionada pela borracha, a economia do estado foi marcada pela:
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RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia
BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado
atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação,
oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do
Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação
fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que
permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da
construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré,
somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal,
faz com que Rondônia seja em realidade um Estado
diferente em relação ao próprio país.
Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a
formação do povo rondoniense é outro diferencial: o
Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na
época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram
trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada
pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia
a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então,
desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os
seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de
40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas
Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de
nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando.
Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de
cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de
60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de
famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo
Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do
Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia
BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada
pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de
dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada
pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/
(adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
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Passagem pela adolescência
"Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido
ditado popular ganha sentido quando chega a
adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos
cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente.
Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para
viver a própria vida resulta em diversas e sérias
preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a
adolescência mais problemática para os pais do que para
os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair,
festejar e comemorar sempre que possível com colegas e
amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso,
parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos
com calma porque não é bem assim.
Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns
teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e
delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o
fenômeno da adolescência, principalmente no mundo
contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido
pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois
motivos importantes.
Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar
com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não
existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque
eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é
mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar
integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores
na convivência com colegas ou pena para construir
relações na escola, quando se afasta das dificuldades que
surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva
responsabilidade -, quando se envolve em conflitos,
comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se
colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de
enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas
também passam a ideia de que eles não existem por muito
mais tempo.
É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental -
deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho
teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos,
como experiência de aprender a se conhecer, a viver em
comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar
conta de dar os passos com suas próprias pernas.
Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado
atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude
eterna, por exemplo, compromete de largada o processo
de amadurecimento típico da adolescência, que exige
certa dose de solidão para a estruturação de tantas
vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os
adolescentes contam para conversar?
Eles precisam, nessa época de passagem para a vida
adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da
maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as
questões existenciais e da vida em sociedade para
estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias
pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor
aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto,
parece que estamos muito mais comprometidos com a
juventude do que eles mesmos.
Quem leva a sério questões importantes para eles em
temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão
e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações
amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando
digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e
dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com
excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais
e professores que com eles convivem.
Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão
necessária nessa época da vida, mas parece que se
encontram sozinhos na aventura de aprender a se
tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia,
não?
SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In
cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
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