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Foram encontradas 40 questões.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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V de Vaidade
As transformações de uma sociedade poderiam ser medidas pelas mudanças na produção do lixo. Cada bairro, cada cidade produz o seu. E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização. O lixo é objetivo, subjetivo, material e virtual. Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.
O lixo é, afinal, o que jogamos fora, mas não só. É o que lançamos fora por ser indesejado. Ainda que o ato de jogar seja consciente, quantas vezes algo que pensamos ter perdido não foi lançado na lata do lixo inconscientemente? Ora, lixo é tudo o que herdaremos inconscientemente.
No extremo da história da natureza e da história humana, podemos dizer que tudo é lixo. É assim que podemos explicar que tudo é vaidade. A vaidade é a falta de sentido das coisas que julgamos valiosas. É o desvalor essencial que, ao ser percebido, nos ensinaria, acima de tudo, e pela via negativa, a virtude do desapego.
Tentamos nos livrar do pavor da caducidade – do caráter passageiro do que existe – pondo no lixo o que pode escapar ao nosso desejo de significado. O ato de “livrarmo-nos de algo” nos dá a dimensão de nosso medo (esse afeto que usamos para justificar qualquer ato) e de nossa irresponsabilidade. Ora, não jogamos fora apenas os restos, mas tudo o que não nos interessa. No ato de jogar no lixo um copo quebrado, aquele copo que pode machucar uma pessoa que esteja no meio do aterro sanitário onde param nossos despejos, há quem pense em proteger o outro do lado de lá de uma periculosidade intrínseca ao material descartado. Mas há quem não se lembre, há quem não se importe.
O que se joga no lixo e o modo como se joga algo no lixo expõe o que pensamos de um outro, seja uma pessoa, seja a natureza. É uma questão básica de ética. A periculosidade dos pequenos gestos também fala de nós. E o que fala de nós fala de nossa vaidade.
TIBURI, Marcia. V de vaidade. Revista Cult, São Paulo,
ano 18, set. 2015. Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/v-devaidade/>. Acesso em: 22 set. 2015. (Fragmento adaptado.)
Considerando a tipologia textual, esse artigo foi escrito com a finalidade de
 

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Sobre as características físico-climáticas do estado do Tocantins, é CORRETO afirmar.

 

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TEXTO 2
OFÍCIO Nº. 76/2015
Porto Nacional, 03 de setembro de 2015.
A Sua Excelência o Senhor
Prefeito [Nome]
Prefeitura Municipal
70.000-000 – Porto Nacional – TO
Assunto: Documento de autorização para contratação de serviços
Senhor Prefeito,
Pelo presente, solicitamos a Vossa Excelência a competente autorização para contratação de prestação deserviços para limpeza pública, compreendendo varrição, carpina, coleta de lixo doméstico e retirada de entulho, em toda a zona urbana do município de Porto Nacional. Todas as ações e o controle destas serão executados sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal.
Atenciosamente,
_____________________________________
[Nome]
[Superintendente de limpeza urbana – Prefeitura Municipal de
Porto Nacional]
Releia os fragmentos retirados do texto 2:
I. “A Sua Excelência o Senhor”
II. “Pelo presente, solicitamos a Vossa Excelência”
Assinale a alternativa CORRETA quanto à utilização do acento indicativo de crase.
 

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De acordo com a Lei Orgânica do município de Porto Nacional, compete ao Prefeito Municipal:

I. prestar, dentro de quinze dias, as informações requeridas mediante ofício pela Câmara Municipal e apresentar, anualmente, à Câmara Municipal, relatório sobre o estado e andamento das obras municipais.

II. resolver, despachando motivada e conclusivamente, sobre os requerimentos, reclamações e representações que lhe forem dirigidos.

III. prover, providenciar, organizar e dirigir o sistema viário do município, cuidando especialmente das estradas vicinais ou que tenham relevante papel na agropecuária municipal.

IV. providenciar sobre o incremento do ensino, especialmente, o de primeiro grau e o ensino profissionalizante.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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Sobre os povos indígenas e comunidades tradicionais no estado do Tocantins, analise as afirmativas a seguir.

I. Localizados ao Norte do estado do Tocantins, na região conhecida como Bico do Papagaio, os Apinajé ocupam uma área de terras demarcadas e homologadas, em sua maioria no município de Tocantinópolis.

II. Os Krahô estão localizados próximos aos municípios de Itacajá e Goiatins, no Nordeste do Estado, e, pertencem ao tronco Macro-Jê.

III. O povo Iny (Karajá, Karajá/Xambioá e Javaé) se firmou majoritariamente na Ilha do Bananal e no município de Xambioá.

IV. As mulheres da comunidade quilombola Mumbuca, localizada em Mateiros, desenvolvem, além da produçãoe preparo da farinha, artesanato com o Capim Dourado.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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A Lei N° 10.257/2001, conhecida como Estatuto da Cidade, faz referência aos instrumentos de política urbana. Dentre estes, serão utilizados para o planejamento municipal, em especial
I. somente o plano diretor;
II. a disciplina do parcelamento, do uso e da ocupação do solo;
III. o zoneamento ambiental;
IV. o plano plurianual;
V. as diretrizes orçamentárias e orçamento anual;
VI. a gestão orçamentária participativa;
VII. somente planos, programas e projetos setoriais;
VIII. os planos de desenvolvimento econômico e social.
Indique a alternativa CORRETA.
 

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Uma pessoa P está com intenção de comprar sapatos e tênis. A loja visitada por esta pessoa oferece diversas opções, mas apenas 3 modelos de sapatos e 4 modelos de tênis são interessantes. A pessoa P tem dinheiro suficiente para comprar apenas um dos sapatos ou um dos tênis. Então, de quantas formas diferentes poderá resultar esta compra da pessoa P?
 

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A sentença “Se uma cobra é perigosa então é venenosa.” é EQUIVALENTE a:
 

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V de Vaidade
As transformações de uma sociedade poderiam ser medidas pelas mudanças na produção do lixo. Cada bairro, cada cidade produz o seu. E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização. O lixo é objetivo, subjetivo, material e virtual. Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.
O lixo é, afinal, o que jogamos fora, mas não só. É o que lançamos fora por ser indesejado. Ainda que o ato de jogar seja consciente, quantas vezes algo que pensamos ter perdido não foi lançado na lata do lixo inconscientemente? Ora, lixo é tudo o que herdaremos inconscientemente.
No extremo da história da natureza e da história humana, podemos dizer que tudo é lixo. É assim que podemos explicar que tudo é vaidade. A vaidade é a falta de sentido das coisas que julgamos valiosas. É o desvalor essencial que, ao ser percebido, nos ensinaria, acima de tudo, e pela via negativa, a virtude do desapego.
Tentamos nos livrar do pavor da caducidade – do caráter passageiro do que existe – pondo no lixo o que pode escapar ao nosso desejo de significado. O ato de “livrarmo-nos de algo” nos dá a dimensão de nosso medo (esse afeto que usamos para justificar qualquer ato) e de nossa irresponsabilidade. Ora, não jogamos fora apenas os restos, mas tudo o que não nos interessa. No ato de jogar no lixo um copo quebrado, aquele copo que pode machucar uma pessoa que esteja no meio do aterro sanitário onde param nossos despejos, há quem pense em proteger o outro do lado de lá de uma periculosidade intrínseca ao material descartado. Mas há quem não se lembre, há quem não se importe.
O que se joga no lixo e o modo como se joga algo no lixo expõe o que pensamos de um outro, seja uma pessoa, seja a natureza. É uma questão básica de ética. A periculosidade dos pequenos gestos também fala de nós. E o que fala de nós fala de nossa vaidade.
TIBURI, Marcia. V de vaidade. Revista Cult, São Paulo,
ano 18, set. 2015. Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/v-devaidade/>. Acesso em: 22 set. 2015. (Fragmento adaptado.)
No texto, “lixo” extrapola o significado de resíduo ou de material sem utilidade e que é jogado fora. Em seu sentido mais completo, ele passa a ser concebido como aquilo que
 

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