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MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
A oração “E eu concordava com ele” está correta quanto à regência, pois o verbo CONCORDAR rege a preposição COM. Das frases abaixo, aquela que está INCORRETA quanto à regência, porque o verbo NÃO rege a preposição COM, é:
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De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil em vigor, o regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de forma autônoma, deve ser oferecido ao contribuinte:
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MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.(A)
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa(B). Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop(C). Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana(D). O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte(E). E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Em suas considerações sobre a música pop contemporânea, numa linha de raciocínio linear a respeito do ponto de vista que defende, o autor faz uso de rápido contra- argumento a essa linha de raciocínio. O trecho que reproduz esse contra-argumento é:
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Na tragédia das chuvas em 2011muitos donativos chegaram à Petrópolis. Um comboio de caminhões vindo da cidade do Rio de Janeiro recolheu as doações em Caxias, Miguel Pereira entregando tudo em Petrópolis. O sentido do percurso feito pelo comboio foi:
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O Decreto Nº3. 048/99 – que aprova o Regulamento da Previdência Social e dá outras providências – possibilita a inscrição do dependente do segurado (para requerimento do benefício) mediante a apresentação de documentação. No caso de dependentes preferenciais (cônjuge e filhos) são exigidos os seguintes documentos:
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O Instituto Nacional do Seguro Social pode efetuar alguns descontos da renda mensal do benefício. Dentre estes descontos, pode-se destacar:
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Considere: “é o agrupamento de cargos de atribuições da mesma natureza, de denominação idêntica, de mesmo nível de vencimento e semelhantes quanto ao grau de dificuldade e responsabilidade das atribuições competentes.” Segundo a lei 3884 de 1977, trata-se do conceito de:
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A partir de 1930 aparecem algumas mudanças na prestação dos serviços previdenciários no Brasil. Um elemento importante é a distinção entre benefícios e serviços, entre Assistência e Previdência Social. Isto siginfica que o Estado brasileiro, nesse momento:
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Num posto de atendimento a segurados da Previdência Social um trabalhador solicita que sua aposentadoria por invalidez seja suspensa, pois deseja retornar ao mercado de trabalho. Neste caso, cabe ao setor resposável pelo atendimento:
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Segundo o Regime Geral de Previdência Social – Lei Nº8. 213/1991 – algumas pessoas são consideradas beneficiárias na condição de dependente do segurado. Dentre elas, pode-se citar o(s):
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