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Foram encontradas 40 questões.

1339462 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o trecho do artigo abaixo:
“ Existe abacaxi plantado em todos os municípios brasileiros. Observa-se uma tendência de organização da produção em polos ou núcleos especializados. Cada núcleo especializando-se no plantio em determinada época, levando em consideração o mercado, a oferta e principalmente o fotoperíodo. Assim, obtém-se uma oferta de abacaxi o ano todo provenientes de diferentes regiões tendendo a oscilações de preço cada vez menores.”
Fonte: MARIN J.O.B. et al. Panorama geral da produção de abacaxi no Brasil... Disponível em <http://www.sober.org.br/palestra/9/550.pdf>
Após a leitura do trecho acima e baseando-se em seus conhecimentos, analise as afirmativas abaixo:
I – Fotoperíodo é a duração do dia em relação à noite em um tempo de 24 h, que varia de acordo com as estações do ano como efeito da inclinação da Terra e de seu movimento de translação, por isso tem interferência na vida de plantas e animais.
II – O comportamento das plantas, influenciado pela variação do clima, temperatura e período de iluminação, é denominado comportamento sazonal, que ocorre devido à rotação da Terra.
III – Para o agricultor, é importante conhecer o comportamento sazonal das plantas, pois está associado com a produção e obtenção de lucros.
IV – O comportamento sazonal ocorre somente nas plantas, já que os animais não são diretamente influenciados.
V – As variações de temperatura e iluminação na Terra ocorrem devido aos seus movimentos que a posicionam hora mais perto, hora mais longe do Sol.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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De acordo com a Lei Municipal nº 3008 (Estatuto dos Servidores Municipais de Pelotas), são penas disciplinares, na ordem crescente de gravidade:
 

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Ainda quanto aos disposto na CF/88 relacionados à Administração Pública, julgue as proposições abaixo e marque a alternativa CORRETA:

I – A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

II – É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical, bem como o direito de greve que será exercido nos termos e nos limites definidos em Lei específica.

III – Os atos de improbidade administrativa importarão a cassação dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em Lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

IV – As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável apenas no caso de dolo.

 

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1339275 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Abaixo está representada a divisão celular das amebas.
Enunciado 1339275-1
Fonte: Disponível em: http://streetcusco.blogspot.com/2009/02/papodeameba.html Acesso em: 09/04/2011.
A esse respeito, é INCORRETO o que se afirma em:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
A principal mensagem a ser depreendida da leitura do texto é que:
 

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Os estudos das teorias educacionais no Brasil, receberam grande contribuição de Dermeval Saviani (1984), quando este pesquisador estabeleceu três categorias nas quais se enquadram as formas de se pensar sobre a função social das escolas, na sociedade contemporânea. Chamou-as de: Teorias Não-críticas; Teorias Crítico-reprodutivistas e Teorias Histórico-críticas. Indique, entre as frases a seguir, a que corresponde às características das Teorias Crítico-reprodutivistas:
 

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1339081 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Observe os dados da tabela abaixo:
Substância Fusão (ºC) Ebulição (ºC)
Anilina -6,3 184,1
Naftaleno 80,9 217,9
Clorofórmio -63,6 61,3
Nitrobenzeno 45 241,5
Fonte: /www.notapositiva.com/trab
Ela apresenta os pontos de fusão e de ebulição, sob pressão de 1atm de algumas substâncias. Agora considere essas substâncias nas seguintes regiões: Itália: 7,9 ºC; Saara: 55ºC e Espanha: 28,4 ºC. A respeito dos estados físicos das substâncias em cada região dada, assinale a alternativa CORRETA:
 

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1339077 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Observe a tirinha abaixo:
Enunciado 1339077-1
Fonte: Disponível em: http://www 2.uol.com.br/niquel/bau.shtml Acesso em: 09/04/2011.
Analise as afirmativas:
I – Ao dizer “ lei da selva” , o gato refere-se à cadeia alimentar.
II – Ao dizer “ lei da selva” , o gato refere-se à ideia de que os mais fortes sobrevivem, de acordo com a teoria da evolução proposta por Darwin.
III – A relação entre gato e rato pode ser entendida como predação.
IV – A “ lei da gravidade” , a que o rato se referiu, poderia ser explicada a partir da Lei da Gravitação Universal proposta por Isaac Newton.
V – É possível afirmar que a força gravitacional a que o rato se referiu depende basicamente da massa dos corpos e da distância entre eles.
VI – É possível estabelecer que a força gravitacional do gato seja maior que a do rato, devido a sua maior massa.
Estão CORRETA(S):
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Releia: “ Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos” . A expressão sublinhada é classificada como:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Analise as palavras sublinhadas no excerto: “ Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso” . A respeito delas, está CORRETO afirmar que:
I – Todas possuem a mesma classificação morfológica, mas exercem papéis sintáticos diferentes.
II – Todas as palavras destacadas são classificadas morfologicamente como adjetivos.
III – Todas as palavras destacadas são classificadas morfologicamente como substantivos.
IV – Todas as palavras destacadas possuem o mesmo referente.
V – A classe gramatical a que estas palavras pertencem flexiona-se em gênero, número e grau.
 

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