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Foram encontradas 40 questões.

1342374 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão a seguir se refere à Lei nº 8.666/93, Lei de Licitações.
É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto:
 

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1263126 Ano: 2019
Disciplina: Direito Penal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, caracteriza:
 

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1247076 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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De acordo com a Lei de Improbidade Administrativa, são atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário: I. Negar publicidade aos atos oficiais; II. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; III. Permitir ou facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem ou serviço por preço superior ao de mercado.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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1171921 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão a seguir se refere ao Regime Jurídico dos Funcionários Públicos de Pelotas/RS.
O decreto de provimento deverá conter, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem der posse, as seguintes indicações, EXCETO:
 

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1152825 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
- E aí? Preparando uma. ..
- Não - eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
- Direitos humanos? Sou contra! - exclamou o O garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido.
- Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição - uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada - que existe "para ir lá e defender os bandidos".
É essa linguagem corrompida que fabrica clichês, reforça o senso comum e produz variações como "direitos humanos só para os humanos direitos", "onde estavam os direitos humanos quando aquele pai de família foi morto?", "os direitos humanos não apareceram pra defender aquela moça que foi estuprada", etc, etc, etc ...
A prosperidade dessa, digamos, interpretação do significado da expressão direitos humanos é especialmente dura para um repórter que entende o jornalismo não apenas como um conjunto de técnicas que permitem a mediação entre os fatos e os leitores, telespectadores ou ouvintes. Jornalismo é, sobretudo, uma forma específica de conhecimento. Ou seja, é no campo do conhecimento que estamos perdendo a batalha da linguagem para as formulações tacanhas do atraso. Inevitável o sentimento de derrota. Onde estamos falhando? O que fazer para proteger a integridade da linguagem?
Conhecer o mundo é se apropriar de um conjunto de conceitos que foram produzidos pela experiência humana através dos tempos. Esses conceitos são expressos pela linguagem. A apropriação das palavras e de seus significados denota justamente a apropriação do mundo concreto. Então, zelar pela inteireza da linguagem, do significado das palavras, é zelar pelo conhecimento acumulado pela humanidade, patrimônio simbólico de todos nós e, sobretudo, uma vitória da civilização sobre a barbárie. Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
-Que Cusco burro! - divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Autor: Marcelo Canelas (adaptado).
Em Eu levei um susto, o termo sublinhado exerce a função sintática de:
 

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1132004 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios, EXCETO:
 

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1109320 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão a seguir se refere à Lei Orgânica da Prefeitura Municipal de Pelotas/RS.
Decorridos __ da data em que tiver sido protocolado junto à Prefeitura Municipal o requerimento de aposentadoria, o servidor público será considerado em licença especial, podendo afastar-se do serviço, salvo se, antes, tiver sido cientificado do indeferimento do pedido.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
 

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1084164 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão a seguir se referem ao Manual de Direito Administrativo, de Alexandre Mazza.
São atos administrativos normativos: I. Instruções normativas; II. Decretos e regulamentos; III. Atestados.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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1027616 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase na voz passiva analítica.
 

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1001601 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
- E aí? Preparando uma. ..
- Não - eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
- Direitos humanos? Sou contra! - exclamou o O garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido.
- Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição - uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada - que existe "para ir lá e defender os bandidos".
É essa linguagem corrompida que fabrica clichês, reforça o senso comum e produz variações como "direitos humanos só para os humanos direitos", "onde estavam os direitos humanos quando aquele pai de família foi morto?", "os direitos humanos não apareceram pra defender aquela moça que foi estuprada", etc, etc, etc ...
A prosperidade dessa, digamos, interpretação do significado da expressão direitos humanos é especialmente dura para um repórter que entende o jornalismo não apenas como um conjunto de técnicas que permitem a mediação entre os fatos e os leitores, telespectadores ou ouvintes. Jornalismo é, sobretudo, uma forma específica de conhecimento. Ou seja, é no campo do conhecimento que estamos perdendo a batalha da linguagem para as formulações tacanhas do atraso. Inevitável o sentimento de derrota. Onde estamos falhando? O que fazer para proteger a integridade da linguagem?
Conhecer o mundo é se apropriar de um conjunto de conceitos que foram produzidos pela experiência humana através dos tempos. Esses conceitos são expressos pela linguagem. A apropriação das palavras e de seus significados denota justamente a apropriação do mundo concreto. Então, zelar pela inteireza da linguagem, do significado das palavras, é zelar pelo conhecimento acumulado pela humanidade, patrimônio simbólico de todos nós e, sobretudo, uma vitória da civilização sobre a barbárie. Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
-Que Cusco burro! - divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Autor: Marcelo Canelas (adaptado).
Se o vocábulo fabrica fosse acentuado na primeira sílaba, a qual classe gramatical ele pertenceria?
 

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