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Foram encontradas 602 questões.

1709471 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Os Sinais Vitais (SSVV) são um modo eficiente e rápido de monitorar a condição do paciente ou de identificar problemas e avaliar a resposta do paciente a uma intervenção.
Sobre SSVV, analise as afirmativas abaixo:
I. O hipotálamo é o controlador da temperatura corpórea, que percebe alterações mínimas da temperatura corpo. O hipotálamo anterior é responsável pelo controle da perda de calor, e o posterior, pela produção. Os mecanismos de perda de calor incluem sudorese, vasodilatação das veias e inibição da produção de calor.
II. O pulso é uma delimitação palpável da corrente sanguínea na artéria periférica. A avaliação do pulso determina o estado geral da saúde cardiovascular e a resposta do organismo a outros sistemas desequilibrados. Taquicardia, bradicardia e arritmias são características definidoras de muitos diagnósticos de enfermagem, como: Intolerância à atividade, Ansiedade, Perfusão tecidual ineficaz e Troca de gases prejudicada.
III. O organismo regula a ventilação através dos níveis de CO2, O2 e da concentração de íons de hidrogênio no sangue arterial. Uma elevação no nível de O2 no sangue faz com que o sistema de controle da respiração no cérebro aumente a frequência e a profundidade da respiração.
IV. A resistência vascular periférica é a resistência ao fluxo sanguíneo, determinada pelo tônus da musculatura vascular e o diâmetro dos vasos sanguíneos. Quanto menor o lúmen de um vaso, menor é a resistência periférica ao fluxo sanguíneo. À medida que a resistência aumenta, a pressão sanguínea diminui.
Estão CORRETAS
 

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1709426 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O planejamento regional integrado é elaborado no âmbito da região de saúde, com base nas necessidades de saúde expressas nos planos municipais de saúde e pactuado, monitorado e avaliado pela Comissão Intergestores Regional-CIR.
Sobre isso, analise as assertivas abaixo e assinale V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) O processo de planejamento regional integrado é coordenado pela gestão federal e envolve os três entes federados.
( ) A produção resultante do processo de planejamento regional integrado, realizado no âmbito da região de saúde, compõe o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) e expressa a identificação das necessidades de saúde da população da região e a análise da situação de saúde desse território.
( ) A produção resultante do processo de planejamento regional integrado, realizado no âmbito da região de saúde, compõe o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) e expressa as diretrizes, os objetivos plurianuais e as metas anuais para a região, bem como os prazos de execução, indicadores e responsabilidades dos entes federados.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
 

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1709395 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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A Educação Alimentar e Nutricional para crianças deve considerar que
I. o foco da aprendizagem da criança é o problema.
II. a criança tem uma grande capacidade de racionalização.
III. é importante passar para a criança uma quantidade substancial de informação.
IV. a criança experimenta o aprendizado por meio de realizações pessoais e interações com outros indivíduos.
Está CORRETO o que se afirma em
 

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1709372 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
De todos os equipamentos exemplificados abaixo, qual NÃO é utilizado de praxe em um laboratório de manipulação de medicamentos?
 

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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Para melhor dialogar com seus leitores, o autor não se esqueceu de incluir no texto expressões amplamente conhecidas, muitas vezes oriundas de contextos de fala.
São exemplos dessa estratégia as expressões:
1. “infarto do miocárdio” (1º parágrafo).
2. “escondemos debaixo do tapete” (1º parágrafo).
3. “recado eloquente” (2º parágrafo).
4. “prato cheio” (3º parágrafo).
5. “sair do armário” (5º parágrafo).
Estão CORRETAS, apenas:
 

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1707713 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Sobre Atenção Básica, leia as afirmações abaixo:
I. É desenvolvida por meio do exercício de práticas de cuidado e gestão, democráticas e participativas, sob forma de trabalho em equipe, dirigidas a populações de territórios definidos, pelas quais assume a responsabilidade sanitária.
II. Tem como fundamento e diretriz: possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada aberta e preferencial da rede de atenção.
III. É de responsabilidade da Atenção Básica adscrever os usuários e desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita, porém não é responsabilidade da Atenção Básica garantir a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado.
IV. A presença de diferentes formações profissionais na Atenção Básica assim como um alto grau de articulação entre os profissionais são essenciais, de forma que não só as ações sejam compartilhadas mas também tenha lugar um processo interdisciplinar.
Está(ão) CORRETA(S)
 

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1707577 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
A Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR) é uma injúria respiratória grave, que acomete Recém-nascidos Pré-termo (RNPT) devido à deficiência de surfactante pulmonar.
Sobre a SDR, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1707575 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
De acordo com o Programa Nacional de Imunização, as vacinas: BCG, Febre Amarela e Tríplice Viral são administradas nas crianças, em dose única.
Em que idade, respectivamente, essas vacinas são administradas?
 

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1707483 Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Sobre as fibras nervosas do tipo A-delta e do tipo C, responsáveis pela sensibilidade da polpa dental, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1707365 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
A vacina contra a raiva é muito eficaz e importante. Essa enfermidade, a hidrofobia, tem praticamente 100% de letalidade aqui no Brasil. Ela é transmitida, geralmente, pela mordida de cães infectados, mas pode ocorrer também pela mordida de gatos infectados ou por suas arranhaduras. Mas podemos também destacar os morcegos hematófagos infectados pelo vírus que provoca a doença.
Abaixo temos a imagem de um homem em crise.
Enunciado 1707365-1
Fonte: https://www.google.com.br
Essa reação se deve ao afetamento direto do sistema
 

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