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Foram encontradas 40 questões.

671034 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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A participação nos lucros e resultados é uma forma de remuneração que visa a dinamizar a relação entre empresas e colaboradores. Tal tipo de remuneração é definida como
 

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670615 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Segundo sua natureza, a classificação das despesas orçamentárias na administração pública se compõe por
 

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668642 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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O sistema de controle de estoque cujo processo de análise do movimento do estoque é feito com base nas informações do estoque existente em quantidades, no consumo do período, no tempo de reposição do estoque e, finalmente, no saldo de pedido no fornecedor do item é denominado sistema de

 

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653739 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de!$ ^{(a)} !$ toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais!$ ^{(c)} !$.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. [...]
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas!$ ^{(d)} !$ para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida!$ ^{(d)} !$, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim!$ ^{(b)} !$, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis [...].
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em:<http://avaranda.blogspot.com.br/2013/06/mudar-o-mundo-lya-luft.html> Acesso em 14 fev. 2015.
A descrição, quanto à organização coesiva, está adequada em:
 

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653483 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. [...]
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis [...].
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em:<http://avaranda.blogspot.com.br/2013/06/mudar-o-mundo-lya-luft.html> Acesso em 14 fev. 2015.
Em “Mudar o mundo”, Lya Luft sustenta a ideia de que
 

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641988 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Tomando por base os termos da Lei Municipal nº 4.231, de 26 de abril de 2002, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Parauapebas e dá outras providências, assinale a única alternativa correta que completa as lacunas na questão abaixo:
O servidor que opera direta e permanentemente com raios X ou substâncias radioativas gozará, obrigatoriamente, _________ dias consecutivos de férias, por semestre de atividade profissional, proibida, em qualquer hipótese, a acumulação.
 

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641439 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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A designação de funções e o feedback sobre desempenho são exemplos de comunicação
 

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640286 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Quanto ao orçamento-programa, é correto afirmar que
 

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640085 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Considerem-se os seguintes componentes do balanço patrimonial de uma organização:
Componente Valor em R$
Estoque de matéria prima R$ 95.000,00
Imóveis de uso R$ 800.000,00
Salários e encargos a pagar R$ 30.000,00
Participações societárias permanentes R$ 250.000,00
Caixa e equivalentes R$ 45.000,00
Depreciação acumulada R$ 20.000,00
Dívidas com fornecedores, vencíveis no curto prazo R$ 70.000,00
Financiamentos a pagar R$ 600.000,00
Móveis e utensílios R$ 90.000,00
Investimentos temporários R$ 150.000,00
Adiantamentos aos fornecedores R$ 50.000,00
Considerando-se os dados acima, pode-se afirmar que os ativos circulante e não circulante totalizaram, respectivamente,
 

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634976 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. [...]
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis [...].
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em:<http://avaranda.blogspot.com.br/2013/06/mudar-o-mundo-lya-luft.html> Acesso em 14 fev. 2015.
Releia as passagens do texto abaixo transcritas:
Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada... .
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e quem sabe, a prestação de uma casinha própria.
Pode-se afirmar que a autora manifesta
 

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