Foram encontradas 70 questões.
Um idoso, 64 anos de idade, residente em um asilo, compareceu à Campanha Nacional de Vacinação do Idoso acompanhado de sua filha. O profissional de saúde analisou sua carteira de vacinação e logo realizou a vacina da influenza; além disso, observou que as demais vacinas estavam em dia, com exceção da vacina pneumocócica 23 – valente, pois não havia registro na carteira de vacinação e porque a filha confirmou que o mesmo nunca havia recebido a vacina. Neste caso, e com relação a essa vacina, a conduta correta seria
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dois Agentes de Trânsito emitiram 180 notificações, sendo que um notificou 25% a mais do que o outro. O que menos notificou emitiu
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A equipe de saúde deve prestar ao idoso atenção humanizada, seja na unidade básica de saúde seja em seu domicílio. A caderneta de saúde é um documento que deve ser preenchido corretamente para permitir o acompanhamento dos profissionais e identificar idosos em risco de fragilização. Nesse contexto, ao visitar uma família onde há pessoas idosas, o ACS deve verificar o(a)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dentre as diversas atividades do ACS voltadas para a saúde do adulto estão as orientações quanto a hábitos e alimentação saudáveis.
Diante da evidência de problemas nutricionais, esse profissional deve realizar qualquer uma das ações abaixo, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2441580
Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Provas:
O Auto de Infração valerá como notificação da autuação quando
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2440494
Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Provas:
O regime jurídico dos servidores públicos da Administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Município de Parauapebas é o
Provas
Questão presente nas seguintes provas
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
A reformulação do fragmento do texto que não mantém a correção e o sentido original é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
O autor do texto, Walcyr Carrasco,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
COM BASE NA LEITURA DO TEXTO “MANIAS DE CÃO”, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Manias de cão
Minha vira-lata Bianca cumpre religiosamente um ritual ao perceber que me preparo para sair de casa. Quando detecta o momento, assume o ar de caçadora e fica à espera da troca de calçados. Abocanha o sapato descartado e o leva para o sofá, onde vai refestelar-se, aguardando minha volta. E enfia o focinho naquela lembrança envolta no cheiro do dono.
Imagino que Bianca encontrou sua maneira idiossincrática de resolver a síndrome da separação, quando cães sofrem devido à partida de seus tutores. Nas vezes em que saio com minha filha, a vira-lata faz questão de alinhar calçados de nós dois no sofá, usando-os como almofadas improvisadas.
Bianca ganhou há pouco tempo um “irmão”. Boris é um dogue alemão de escassos dez meses e fartos 50 e poucos quilos. Já fica em pé ao apoiar suas patas sobre meus ombros, um pouco abaixo da minha altura de 1,84 metro. Combina a robusteza da raça com doses maciças de meiguice e de falta de jeito, agravada pela cauda em forma de chicote emborrachado.
Trouxe o pequeno gigante para meu apartamento quando ele contava poucos meses de vida. O plano era acostumá-lo a alguns integrantes da matilha, que compartilham comigo a rotina mais urbana, e depois deixá-lo, em definitivo, no sítio, ao lado de meus outros cães. Cometi, nessa estratégia, um erro crasso.
Habituei-me a assistir televisão apoiado no corpanzil do dogue alemão. Ele também gosta de se ajeitar ao meu lado, enquanto, desesperada, Bianca procura uma brecha para aninhar-se junto ao dono.
O erro foi permitir ao gigante de São Roque, onde fica o sítio, acesso ao sofá. Começarei, em breve, um esforço de adestramento e educação canina para ensiná-lo que o chão é superfície mais indicada ao vigor físico de um dogue alemão.
Enquanto fraquejo na disciplina, Boris desenvolve sua idiossincrasia de sofá. Alimenta a mania de pegar uma almofada com a boca e soltá-la sobre o encosto para braços. Assim, ajeita a cabeçorra sobre flocos de espuma ensacados, em vez de lidar com a aspereza do couro sintético. E, quando está frio, o amigo usa a boca para organizar, com as mantas que cobrem o assento, um local confortável e aconchegante.
São clássicas as histórias das manias gastronômicas de nossos pets. Oksana, minha matriarca samoieda, adorava ficar embaixo da ameixeira do quintal, à espera da queda das frutas, para comê-las. Parecia uma experiência newtoniana.
Já ouvi histórias hilárias, e outras nem tanto, sobre manias de cães. Conheci um vira-lata que gostava de se embebedar com água do vaso sanitário. Empolgava-se ao cultivar atos escatológicos, e "dava de ombros" ao refresco oferecido no pote.
Além de manias eventuais, testemunhamos a compulsão, como correr atrás da cauda ou lamber excessivamente uma parte do corpo. Nesses casos, é fundamental recorrer a veterinários e especialistas em comportamento animal. E alguns cães, à la vida de seus donos, já são encaminhados para o universo dos medicamentos antidepressivos.
JAIME SPITZCOVSKY
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/42792-manias-de-cao.shtml>. Acesso em: 14 maio 2012.
Vocabulário:
Samoieda: raça, desenvolvida na Sibéria, de cães de densa pelagem branca ou creme, usados especialmente em tração de trenós ou no pastoreio de renas.
Samoieda: raça, desenvolvida na Sibéria, de cães de densa pelagem branca ou creme, usados especialmente em tração de trenós ou no pastoreio de renas.
Em seu texto, Jaime Spitzcovsky focaliza
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O ACS (Agente Comunitário de Saúde), em visita domiciliar a uma criança de 2 meses de idade, indagou a mãe sobre a alimentação do bebê, ao que a mãe informou que a menor somente mamava no peito e que, além disso, recebia 2 gotas de vitamina A e D e 1 gota de complexo B diariamente, por indicação médica. Nesse caso, o aleitamento materno pode ser classificado como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container