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Foram encontradas 70 questões.

2436876 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
A tuberculose é uma doença com alta prevalência no Brasil, por isso medidas como a identificação precoce dos doentes com tuberculose pulmonar e tratamento imediato e correto constituem estratégias importantes para o controle da doença. Com relação a isso, considera-se um sintomático respiratório e, portanto, suspeita de tuberculose pulmonar a pessoa que apresenta tosse
 

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2436644 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
COM BASE NA LEITURA DO TEXTO “MANIAS DE CÃO”, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Manias de cão
Minha vira-lata Bianca cumpre religiosamente um ritual ao perceber que me preparo para sair de casa. Quando detecta o momento, assume o ar de caçadora e fica à espera da troca de calçados. Abocanha o sapato descartado e o leva para o sofá, onde vai refestelar-se, aguardando minha volta. E enfia o focinho naquela lembrança envolta no cheiro do dono.
Imagino que Bianca encontrou sua maneira idiossincrática de resolver a síndrome da separação, quando cães sofrem devido à partida de seus tutores. Nas vezes em que saio com minha filha, a vira-lata faz questão de alinhar calçados de nós dois no sofá, usando-os como almofadas improvisadas.
Bianca ganhou há pouco tempo um “irmão”. Boris é um dogue alemão de escassos dez meses e fartos 50 e poucos quilos. Já fica em pé ao apoiar suas patas sobre meus ombros, um pouco abaixo da minha altura de 1,84 metro. Combina a robusteza da raça com doses maciças de meiguice e de falta de jeito, agravada pela cauda em forma de chicote emborrachado.
Trouxe o pequeno gigante para meu apartamento quando ele contava poucos meses de vida. O plano era acostumá-lo a alguns integrantes da matilha, que compartilham comigo a rotina mais urbana, e depois deixá-lo, em definitivo, no sítio, ao lado de meus outros cães. Cometi, nessa estratégia, um erro crasso D).
Habituei-me a assistir televisão apoiado no corpanzil do dogue alemão. Ele também gosta de se ajeitar ao meu lado, enquanto, desesperada, Bianca procura uma brecha para aninhar-se junto ao dono.
O erro foi permitir ao gigante de São Roque, onde fica o sítio, acesso ao sofá A). Começarei, em breve B), um esforço de adestramento e educação canina para ensiná-lo que o chão é superfície mais indicada ao vigor físico de um dogue alemão.
Enquanto fraquejo na disciplina, Boris desenvolve sua idiossincrasia de sofá. Alimenta a mania de pegar uma almofada com a boca e soltá-la sobre o encosto para braços. Assim, ajeita a cabeçorra sobre flocos de espuma ensacados, em vez de lidar com a aspereza do couro sintético. E, quando está frio, o amigo usa a boca para organizar, com as mantas que cobrem o assento, um local confortável e aconchegante.
São clássicas as histórias das manias gastronômicas de nossos pets. Oksana, minha matriarca samoieda C), adorava ficar embaixo da ameixeira do quintal, à espera da queda das frutas, para comê-las. Parecia uma experiência newtoniana.
Já ouvi histórias hilárias, e outras nem tanto, sobre manias de cães. Conheci um vira-lata que gostava de se embebedar com água do vaso sanitário. Empolgava-se ao cultivar atos escatológicos, e "dava de ombros" ao refresco oferecido no pote.
Além de manias eventuais, testemunhamos a compulsão, como correr atrás da cauda ou lamber excessivamente uma parte do corpo. Nesses casos, é fundamental recorrer a veterinários e especialistas em comportamento animal. E alguns cães, à la vida de seus donos, já são encaminhados para o universo dos medicamentos antidepressivos.
JAIME SPITZCOVSKY
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/42792-manias-de-cao.shtml>. Acesso em: 14 maio 2012.
Vocabulário:
Samoieda: raça, desenvolvida na Sibéria, de cães de densa pelagem branca ou creme, usados especialmente em tração de trenós ou no pastoreio de renas.
Quanto às noções de sintaxe, é verdadeiro afirmar que
 

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2436618 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
COM BASE NA LEITURA DO TEXTO “MANIAS DE CÃO”, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Manias de cão
Minha vira-lata Bianca cumpre religiosamente um ritual ao perceber que me preparo para sair de casa. Quando detecta o momento, assume o ar de caçadora e fica à espera da troca de calçados. Abocanha o sapato descartado e o leva para o sofá, onde vai refestelar-se, aguardando minha volta. E enfia o focinho naquela lembrança envolta no cheiro do dono.
Imagino que Bianca encontrou sua maneira idiossincrática de resolver a síndrome da separação, quando cães sofrem devido à partida de seus tutores. Nas vezes em que saio com minha filha, a vira-lata faz questão de alinhar calçados de nós dois no sofá, usando-os como almofadas improvisadas.
Bianca ganhou há pouco tempo um “irmão”. Boris é um dogue alemão de escassos dez meses e fartos 50 e poucos quilos. Já fica em pé ao apoiar suas patas sobre meus ombros, um pouco abaixo da minha altura de 1,84 metro. Combina a robusteza da raça com doses maciças de meiguice e de falta de jeito, agravada pela cauda em forma de chicote emborrachado.
Trouxe o pequeno gigante para meu apartamento quando ele contava poucos meses de vida. O plano era acostumá-lo a alguns integrantes da matilha, que compartilham comigo a rotina mais urbana, e depois deixá-lo, em definitivo, no sítio, ao lado de meus outros cães. Cometi, nessa estratégia, um erro crasso.
Habituei-me a assistir televisão apoiado no corpanzil do dogue alemão. Ele também gosta de se ajeitar ao meu lado, enquanto, desesperada, Bianca procura uma brecha para aninhar-se junto ao dono.
O erro foi permitir ao gigante de São Roque, onde fica o sítio, acesso ao sofá. Começarei, em breve, um esforço de adestramento e educação canina para ensiná-lo que o chão é superfície mais indicada ao vigor físico de um dogue alemão.
Enquanto fraquejo na disciplina, Boris desenvolve sua idiossincrasia de sofá. Alimenta a mania de pegar uma almofada com a boca e soltá-la sobre o encosto para braços. Assim, ajeita a cabeçorra sobre flocos de espuma ensacados, em vez de lidar com a aspereza do couro sintético. E, quando está frio, o amigo usa a boca para organizar, com as mantas que cobrem o assento, um local confortável e aconchegante.
São clássicas as histórias das manias gastronômicas de nossos pets. Oksana, minha matriarca samoieda, adorava ficar embaixo da ameixeira do quintal, à espera da queda das frutas, para comê-las. Parecia uma experiência newtoniana.
Já ouvi histórias hilárias, e outras nem tanto, sobre manias de cães. Conheci um vira-lata que gostava de se embebedar com água do vaso sanitário. Empolgava-se ao cultivar atos escatológicos, e "dava de ombros" ao refresco oferecido no pote.
Além de manias eventuais, testemunhamos a compulsão, como correr atrás da cauda ou lamber excessivamente uma parte do corpo. Nesses casos, é fundamental recorrer a veterinários e especialistas em comportamento animal. E alguns cães, à la vida de seus donos, já são encaminhados para o universo dos medicamentos antidepressivos.
JAIME SPITZCOVSKY
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/42792-manias-de-cao.shtml>. Acesso em: 14 maio 2012.
Vocabulário:
Samoieda: raça, desenvolvida na Sibéria, de cães de densa pelagem branca ou creme, usados especialmente em tração de trenós ou no pastoreio de renas.
Com seus animais, Jaime Spitzcovsky é
 

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2436354 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
COM BASE NA LEITURA DO TEXTO “MANIAS DE CÃO”, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Manias de cão
Minha vira-lata Bianca cumpre religiosamente um ritual ao perceber que me preparo para sair de casa. Quando detecta o momento, assume o ar de caçadora e fica à espera da troca de calçados. Abocanha o sapato descartado e o leva para o sofá, onde vai refestelar-se, aguardando minha volta. E enfia o focinho naquela lembrança envolta no cheiro do dono.
Imagino que Bianca encontrou sua maneira idiossincrática de resolver a síndrome da separação, quando cães sofrem devido à partida de seus tutores. Nas vezes em que saio com minha filha, a vira-lata faz questão de alinhar calçados de nós dois no sofá, usando-os como almofadas improvisadas.
Bianca ganhou há pouco tempo um “irmão”. Boris é um dogue alemão de escassos dez meses e fartos 50 e poucos quilos. Já fica em pé ao apoiar suas patas sobre meus ombros, um pouco abaixo da minha altura de 1,84 metro. Combina a robusteza da raça com doses maciças de meiguice e de falta de jeito, agravada pela cauda em forma de chicote emborrachado.
Trouxe o pequeno gigante para meu apartamento quando ele contava poucos meses de vida. O plano era acostumá-lo a alguns integrantes da matilha, que compartilham comigo a rotina mais urbana, e depois deixá-lo, em definitivo, no sítio, ao lado de meus outros cães. Cometi, nessa estratégia, um erro crasso.
Habituei-me a assistir televisão apoiado no corpanzil do dogue alemão. Ele também gosta de se ajeitar ao meu lado, enquanto, desesperada, Bianca procura uma brecha para aninhar-se junto ao dono.
O erro foi permitir ao gigante de São Roque, onde fica o sítio, acesso ao sofá. Começarei, em breve, um esforço de adestramento e educação canina para ensiná-lo que o chão é superfície mais indicada ao vigor físico de um dogue alemão.
Enquanto fraquejo na disciplina, Boris desenvolve sua idiossincrasia de sofá. Alimenta a mania de pegar uma almofada com a boca e soltá-la sobre o encosto para braços. Assim, ajeita a cabeçorra sobre flocos de espuma ensacados, em vez de lidar com a aspereza do couro sintético. E, quando está frio, o amigo usa a boca para organizar, com as mantas que cobrem o assento, um local confortável e aconchegante.
São clássicas as histórias das manias gastronômicas de nossos pets. Oksana, minha matriarca samoieda, adorava ficar embaixo da ameixeira do quintal, à espera da queda das frutas, para comê-las. Parecia uma experiência newtoniana.
Já ouvi histórias hilárias, e outras nem tanto, sobre manias de cães. Conheci um vira-lata que gostava de se embebedar com água do vaso sanitário. Empolgava-se ao cultivar atos escatológicos, e "dava de ombros" ao refresco oferecido no pote.
Além de manias eventuais, testemunhamos a compulsão, como correr atrás da cauda ou lamber excessivamente uma parte do corpo. Nesses casos, é fundamental recorrer a veterinários e especialistas em comportamento animal. E alguns cães, à la vida de seus donos, já são encaminhados para o universo dos medicamentos antidepressivos.
JAIME SPITZCOVSKY
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/42792-manias-de-cao.shtml>. Acesso em: 14 maio 2012.
Vocabulário:
Samoieda: raça, desenvolvida na Sibéria, de cães de densa pelagem branca ou creme, usados especialmente em tração de trenós ou no pastoreio de renas.
De acordo com as ideias desenvolvidas pelo autor, é falso afirmar que
 

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2436033 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
Em relação à redação de documentos oficiais, está correta a afirmativa:
 

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2435974 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Para selecionar todas as células de uma planilha que está sendo editada no Microsoft Office Excel 2007, é necessário pressionar as teclas:
 

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2435851 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história(D). Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem(B) numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso(A). Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada(C), obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
Quanto às noções de morfologia e sintaxe, é correto o que se afirma em
 

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2435233 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Em um bairro, 17,5% dos moradores contraíram dengue, e, desses, 20% contraíram mais de uma vez.
Qual o percentual de moradores desse bairro que, mais de uma vez, contraíram dengue?
 

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2434968 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
O programa nacional de triagem neonatal (referente ao recém-nascido) foi criado em 2001 pelo Ministério da Saúde com o objetivo de diagnosticar diversas doenças precocemente. Com base nesse programa, o ACS deve orientar a mãe corretamente quanto ao período de realização do teste do pezinho no bebê, que deve ocorrer no período entre o
 

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2434782 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Uma cidade de 8.000 habitantes tem 104 Agentes de Trânsito. Uma segunda cidade tem 10.000 habitantes, e mantém a mesma proporção de Agentes de Trânsito que a primeira cidade em relação à população.
Quantos Agentes de Trânsito tem a segunda cidade?
 

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