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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)
Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.
O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.
(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).
Ainda de acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O marido de Madame de La Fayette a expulsou de sua residência.
II – Jean de Segrais foi amante de La Fayette.
III – A Princesa de Ménage é a principal obra de La Fayette.
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)
Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.
O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.
(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Mercure Galant é uma obra escrita por Madame de La Fayette.
II – Gilles Ménage foi o segundo marido de Madame de La Fayette.
III – Madame de La Fayette e seu marido se divorciaram logo após o nascimento de seu segundo filho.
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)
Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.
O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.
(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Madame de La Fayette foi nomeada a princesa de Clèves.
II – A personagem de um dos principais livros de Madame de La Fayette viveu no século XVI.
III – No final da vida, Madame de La Fayette retornou ao campo, onde viveu até seu falecimento.
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)
Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.
O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.
(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Zayde era o primeiro filho de Madame de La Fayette.
II – Madame de La Fayette era espanhola.
III – Jean de Segrais era mouro.
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)
Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.
O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.
(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Madame de La Fayette nasceu e faleceu no século XVII.
II – A família de La Fayette, embora nobre, não tinha muita importância na nobreza.
III – O marido de La Fayette provinha de uma família de menos destaque que a dela.
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Disciplina: Direitos Humanos
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Na implementação da política nacional do idoso, o artigo 10 discorre sobre competências a serem desenvolvidas na área de promoção e assistência social. Não se enquadra entre elas:
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Disciplina: Direitos Humanos
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Uma das diretrizes da Política Nacional do Idoso é a de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do idoso, que proporcionem sua integração às demais gerações.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Sobre os direitos sociais, descritos no Capítulo II da Constituição, é incorreto afirmar que:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
De acordo com o parágrafo 5º do artigo 14 do ECA, é obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento psíquico.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
O artigo 3º da lei 8069/1990 relata que a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar:
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