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Foram encontradas 674 questões.

2510464 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

Um investidor aplicou R$ 20.000,00 com taxa de juros simples de 1 % ao mês. Qual será o tempo, em meses, necessário para esse capital gerar um montante de R$ 50.000,00?

 

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2510463 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

Assinale a alternativa que apresenta o valor semântico do conector “Mas” e a palavra que reforça esse valor no texto:

“Volto ao canapé de curvas mansas, os braços abertos sugerindo cabelos desatados. Espreguiçamento. Mas as almofadas são exemplares, empertigadas no encosto de palhinha gasta.”

 

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2510462 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

“Encosto a cara na noite e vejo a casa antiga. Os móveis estão arrumados em círculo, favorecendo as conversas amenas, é uma sala de visitas. O canapé, peça maior. O espelho. A mesa redonda com o lampião aceso desenhando uma segunda mesa de luz dentro da outra. Os quadros ingenuamente pretensiosos, não há afetação nos móveis, mas os quadros têm aspirações de grandeza nas gravuras de mulheres imponentes (rainhas?) entre pavões e escravos transbordando até o ouro purpurino das molduras. Volto ao canapé de curvas mansas, os braços abertos sugerindo cabelos desatados. Espreguiçamento. Mas as almofadas são exemplares, empertigadas no encosto de palhinha gasta. Na almofada menor está bordada uma guirlanda azul.”

TELES, Lygia Fagundes. A estrutura da Bolha de Sabão. São Paulo. Abril Educação, 1980.p.85

Assinale a alternativa em que aparece uma outra significação para a palavra canapé:

 

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2510461 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

Indique a figura de linguagem das palavras em destaque no excerto abaixo:

“Na cidade da gente, nos agarramos aos nossos hábitos e aos nossos vínculos. Estando fora, viramos uns desgarrados e naturalmente nos abrimos para conhecer novas culturas, novos costumes e novas pessoas, mesmo pessoas que já poderíamos ter conhecido há mais tempo – mas que não víamos necessidade.”

Trecho de Feliz por Nada, de Martha Medeiro, 2008.

 

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2510460 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

Determine log12 + log3. Dados log2 = 0,301 e log3 = 0,477

 

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2510459 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

No texto, é correto afirmar que os pronomes em destaque referem-se, respectivamente:

“Deu-lhe o nome de Rocinante.”

“- Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.”

 

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2510458 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a classificação morfológica e a função sintática da palavra em destaque:

Um clarão ilumina-lhe a face, que a tortura e as privações maceraram.

 

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2510457 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

TEXTO

Moinho de sonhos

João Anzanello Carrascoza

A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante. Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira - um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

- Deixa eu brincar com seu cavalo? - pediu Sancho.

- Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.

Avançaram na entrega:

- Tá vendo aquele moinho gigante? - apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.

- Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.

- Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.

Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:

- Tá vendo o castelo ali? - apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.

- E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? - propôs Alonso.

- Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.

- Temos de crescer primeiro.

- Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! - disse Alonso.

- Vamos! - concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.

Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.

(Disponível em< http://revistaescola.abril.com. br/fundamental-1/moinho-sonhos-634183.shtml> Acesso em: 13 de dezembro de 2015)

Assinale a alternativa que apresenta as mesmas funções sintáticas das expressões em destaque “o homem ia ao lado, a pé”:

 

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2510456 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

TEXTO

Moinho de sonhos

João Anzanello Carrascoza

A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante. Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira - um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

- Deixa eu brincar com seu cavalo? - pediu Sancho.

- Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.

Avançaram na entrega:

- Tá vendo aquele moinho gigante? - apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.

- Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.

- Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.

Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:

- Tá vendo o castelo ali? - apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.

- E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? - propôs Alonso.

- Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.

- Temos de crescer primeiro.

- Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! - disse Alonso.

- Vamos! - concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.

Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.

(Disponível em< http://revistaescola.abril.com. br/fundamental-1/moinho-sonhos-634183.shtml> Acesso em: 13 de dezembro de 2015)

Nos trechos abaixo, o autor utilizou dois pontos (:). Sobre o uso do sinal de pontuação mencionado, é correto afirmar:

1. “Avançaram na entrega:”

2. “Começaram a se misturar:”

3. “Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.”

 

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2510455 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR

TEXTO

Moinho de sonhos

João Anzanello Carrascoza

A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante. Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira - um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

- Deixa eu brincar com seu cavalo? - pediu Sancho.

- Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.

Avançaram na entrega:

- Tá vendo aquele moinho gigante? - apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.

- Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.

- Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.

Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:

- Tá vendo o castelo ali? - apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.

- E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? - propôs Alonso.

- Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.

- Temos de crescer primeiro.

- Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! - disse Alonso.

- Vamos! - concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.

Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.

(Disponível em< http://revistaescola.abril.com. br/fundamental-1/moinho-sonhos-634183.shtml> Acesso em: 13 de dezembro de 2015)

Os conectivos “embora” e “logo”, destacados abaixo, estabelecem as relações lógico-semânticas, respectivamente, de:

“Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.”

 

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